domingo, 13 de dezembro de 2009

Estou começando hoje o meu Blog e espero de coração aberto os amigo que sejam seguidores de uma melhoria no ensino e, para juntos compartilharmos saberes educacionais e trocas de conhecimentos acadêmicos em vários segmentos da área educacional.
Comecei minha caminhada profissional nas primeiras séries da Educação Infantil, mas, depois com o curso superior em Letras:Português/Literatura e Especialização na Linguagem, novos horizonttes foram se abrindo no caminho da minha jornada profissional. Todavia, nunca deixei de 'olhar' com carinho e admiração para a Educação Infantil que correu forte e pulsionou o sangue na minha veia de educadora tornando para mim uma "coqueluche", que mesmo nos dias atuais, faço questão em estar sempre pesquisando e investigando assuntos que pontuem essa série de ensino. Tenho ciência de que são vários os artigos e textos já publicados para os leitores interessados nesse assunto, mas minha luta e minha visão holística ao problema de educar bem nossas crianças, leva-me a cada vez mais buscar conhecimentos e compartilhar com os colegas, a fim de um melhor desempenho e uma melhor competência no ensino-aprendizagem e na alfabetização.
Deixo registrado as minhas "boa-vindas"aqueles que juntos comigo queiram somar e investigar maiores saberes para que suas habilidades no exercício da missão tenha um resultado positivo para a Educação.
Como o resultado de toda a interação nesse Blog não é único e sim é de todos que aqui deixarem seus recados, suas dúvidas, seus conhecimentos , nada mais justo do que dá o nome ao Blog de: COMPARTILHANDO SABERES!!!.

Espero pela comunidade dos blogueiros e seus seguidores para enriquecimento de uma Nação em prol da Educação!!!

ABRAÇOS FRATERNOS.

225 comentários:

  1. Abrirei o meu Blog colocando a crônica que escrevi e que tive o privilégio de tê-la publicada no espaço "Educar Já" da nossa blogueira e amiga Cybele Meyer.
    A crônica destaca a importância do ensino-aprendizagem pelos professores da primeira infância ao utilizarem como ferramenta para a alfabetização dos alunos o lúdico na sala de aula. Mostrando que ao levarmos a turma para o caminho dos jogos e das brincadeiras, além, de uma resposta mais rápida aos conteúdos ensinados o espaço de Educar torna-se mais prazeroso e harmonioso para os dois lados da moeda: professor(a) e alunos(as).

    Segue a Crônica:

    "Ciranda de Roda ou Ensino-Aprendizagem?"

    A fase pré-escolar e de alfabetização entram no mundo da criança, assim como a criança entra no mundo das brincadeiras e das fantasias.
    Os jogos e as brincadeiras se forem explorados pelos educadores da Educação Infantil como manifestação corporal, terão muito mais significados e serão mais apreendidos, contribuindo dessa forma para sua formação integral. Caso contrário, o Joãozinho que mora num prédio no centro da capital, cercado por concretos e elevadores, dará maiores preocupações na escola da primeira infância. Não aprendeu a correr, saltar, rodopiar... E será uma criança com dificuldades para ler ou escrever...
    Aí é que a Psicomotricidade entra para ajudar o Joãozinho nas atividades lúdicas, realizadas, através das atividades psicomotoras, no sentido de desenvolver a criança integralmente em sua vida escolar.
    Mão a obra educador(a) da primeira infância. Vamos levar não só o Joãozinho, mas, também as outras crianças a descobrir suas habilidades de saltar, correr, trepar, etc...
    Desenvolvendo suas formas de expressão corporal que vão auxiliar na formação de um ser humano por inteiro.
    O ensino-aprendizagem terá um melhor resultado para as caminhadas das aprendizagens triviais, se antes nos preocuparmos em alfabetizar a linguagem do corpo.
    Vamos educadores, orientar e transformar nossa sala de aula num espaço onde o que se busca é o compromisso com o pequeno aluno cidadão, através da contribuição da Psicomotricidade no ensino-aprendizagem na alfabetização escolar.
    O êxito da alfabetização não depende de um método e nem do livro didático, mas da postura, da segurança e do comprometimento do educador(a), no conhecimento que as práticas psicomotoras podem transformar sua sala de aula num ambiente alfabetizador harmonioso.
    A crônica apresentada para alfabetização escolar, permeia um "olhar" profundo para novas formas de tornar eficaz e prazeroso o processo de alfabetização.

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  2. Hoje irei postar um comentário de como as escolas são vistas no âmbito geral da Educação que , ainda, se encontra em constante construção e articulação com a sociedade.

    "O Perfil da Escola!"

    A educação escolar, nos dias atuais, é um espaço privilegiado para crianças, jovens e adultos das camadas populares, a fim de terem acesso ao conhecimento científico e artístico do saber sistematizado e elaborado, do qual a população de baixa renda, infelizmente, é excluída por viver num meio social desfavorecido.
    É uma realidade perversa. Curiosamente, sempre estamos à procura de um culpado por todos esses problemas que é a verdadeira "identidade" das escolas brasileiras.
    Além disso, notamos no nosso cotidiano flagrante e atitudes preconceituosas nos atos, gestos e falas, acontecendo no ambiente escolar.
    A escola é o espaço onde se encontra a maior diversidade cultural e também, é o lugar mais discriminado. Tanto é verdade que existe escolas para ricos e para pobres; de boa e de má qualidade, respectivemente. Por isso trabalhar as diferenças é um desafio para o professor, por ele ser o mediador do conhecimento, ou melhor, um facilitador do processo de ensino-aprendizagem.
    A construção da identidade coletiva dos professores se faz presente na problematização assumida por seus autores e reconhecida publicamente.
    Partindo do modo com que os professores apresentam-se como ator coletivo e da auto-imagem que revelam, o assunto procura abordar as razões e os modos de viver em conjunto, bem como a dinâmica das interações que realizam, envolvendo conflitos, negociações, intercâmbios e decisões. É assim que se ouve falar em 'crise da escola', 'crise de identidade do professor', assim como há quem diga estar "em busca" de sua identidade. Todavia, estudar as relações de "identidade da escola" é tarefa que se torna possível pelas muitas contribuições teóricas já existentes, tanto no que se refere à abordagem individual quanto a coletiva.
    O que se requer da escola é que, na mudança , permaneça nela um espaço para a criação de um mundo sem colapsos, sem privilégios e sem medo. Sem esquecer a coragem para realizar suas necessárias transformações.

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  3. Farei uma rápida "viagem" ao mundo da Educação de Jovens e Adultos(EJA), modalidade de ensino tão pouco assistida pelos nossos órgãos governamentais.

    Ao investigarmos a EJA, encontramos pelo caminho com Paulo Freire e suas propostas de alfabetização que atende a todos os pressupostos que se faz presente nessa modalidade de ensino.
    Eu, particularmente, destaco uma sala de aula na EJA como um espaço de encontro entre alunos, professor)a) e o conhecimento.
    Ao meu entender o professor da EJA deve estar preparado para interagir na sala de aula com cada tipo de vida desses alunos e, ter ciência que dentro de uma sala de aula na EJA existe pessoas de idades diferentes (jovens/adultos). E, que os conteúdos a serem analisados sejam do próprio universo do cotidiano desses alunos. Embora, saibamos que a relação entre o professor e o aluno é, essencialmente assimétrica, demonstrando que dentro de um sistema de dominação, castiga os menos favorecidos e atende aos interessse das minorias, sendo necessária uma pedagógia que conscientize e liberte o opressor(professor) quanto o oprimido(aluno).
    À partir dessa realidade de vida o alfabetizando toma consciência crítica das estruturas de conduta num contexto de sala de aula e, vai se permitido, adquirir uma nova visão de mundo.
    Esse caminho de alfabetização de jovens e adultos é cheio de expectativas, tanto para o aluno como para o professor(a), pois ambos se colocam frente às suas próprias limitações, em um processo de construção e reconstrução de suas identidades. Por outro lado, mesmo considerando que o aluno jovem e adulto tem uma participação efetiva na sociedade e nos grupos sociais, o acesso ao domínio de cada princípio é limitado, porque ele não dispõe de ferramentas que o possibilite tais participações, principalmente o domínio de leitura e escrita e, alguns conhecimentos textuais que são necessários para uma interação.

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  4. Acordei, hoje, pensando numa sala de aula, razão que vou ocupar o espaço no blog para postar meu comentário.

    A sala de aula é um espaço muito importante para o ensino-aprendizagem em todas as séries escolares. Onde a importância de se conciliar a interação dos alunos com as normas de convivências se faz necessária para que possamos desenvolver estratégias de ensino diferenciado e, assim termos uma sala de aula viva e produtiva, não necessariamente silenciosa, mas sempre disciplinada.

    Ao falarmos numa sala de aula, imediamente, a imagem que nos vem a cabeça, é de quatro paredes, uma grande lousa, carteiras, professor(a) e seus alunos. Mas, na verdade , isso é muito pouco para definirmos uma sala de aula.

    A sala de aula é um espaço de trocas de informações, que busca pistas de construção ao saber e , que é valioso os papéis das pessoas nessa troca de interação para uma instância social, uma vez que vamos estabelecer contato com uma imensa diversidade de seres e formas de pensamentos diferentes que precisam ser ouvidas e respeitadas. Onde o que verificamos, é a formação das partes de um todo que denominamos 'vida'.

    Infelizmente, nos dias atuais, vivenciamos uma sala de aula onde a indisciplina, a violência, o descaso tomou conta do espaço. Todavia , isso é o resultado de um mundo conturbado pela marginalidade e pela falta das políticas pedagógicas mais ativa nas escolas.
    A escola , e por meio dela a sala de aula, continuam presas há um passado, onde a concepção do 'poder', prevalece na pessoas do professor(a) que manda. É uma burocracia que permanece com a carência de uma filosofia da educação democrática.

    O que esperamos, para os dias atuais, de uma sala de aula, é uma maior produtividade com participações mais competitivas e ativas e, dessa forma encaminhamos para as 'leis' educacionais a responsabilidade de acabarem com os vestígios de uma pedagogia às avessas , pervertida.
    Hoje, temos uma educação escolarizada fincada na escola e nucleada no espaço da sala de aula. Não é mais interessante -não me recordo se algum tempo foi- termos uma relação pedagógica fincada no "poder".
    Dissociar a sala de aula de seu empobrecimento e deterioração brutal , é a saída para gerar uma escola de novo tipo, permitindo a sala de aula uma revolução social democrática nas relações entre os professores e os alunos e, no influxo que a relação provocará na transformação da sociedade.
    O saudo Paulo Freire, tinha razão ao dizer que ninguém educa ninguém, assim como ninguém se educa sozinho. As pessoas só aprendem se existir uma pessoa que queira ensinar; da mesma forma que alguém só ensina se houver um indivíduo predisposto a aprender . Há uma reciprocidade ao ensinar/aprender, que nos leva a concluir que o 'educar' é um ato coletivo entre o educador e o educando, pois ambos devem associar, acima de tudo, seus esforços.

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  5. De acordo com o que prometir tratar nesse Blog, o caminho para assuntos educacionais, em diversas áreas do conhecimento e, com o comprometimento de compartilhar saberes ao mundo da Educação, hoje, postarei um assunto sobre o qual foi tema na minha Especialização na Linguagem.

    "INTERAÇÂO DO PROFESSOR E DO ALUNO NA APRENDIZAGEM DA LÍNGUA PORTUGUESA NO ENSINO MÉDIO".

    Foi partindo da premissa do "amor" a arte de educar, que resolvi investigar esse tema tão envolvente e ao mesmo tempo, cuidadoso ao ser aplicado no contexto das salas de aulas. Pois, nunca devemos confundir o amor, carinho e respeito aos nossos alunos, como uma porta aberta para qualquer tipo de parentesco.

    O professor(a) interiorizado, auto-consciente da história humana, deverá ser reflexivo e sensível, podendo assim, a partir de sua expeirência pessoal de vida, ajudar o educando a elaborar um projeto de vida, ativando o seu processo de aprendizagem, através da linguagem e do contato em sala de sula. O que nos leva a ter capacidade de aprender com o aluno, é sabermos rever nossas posições.
    Trabalhando e conhecendo minhas próprias emoções, é que, como professora, reconheço o valor do aluno, sem me sentir ameaçada e anulada da minha missão na sala de aula.
    O diálogo é uma referência importante na interação entre o professor(a) e o aluno(a), que são fontes básicas de qualquer relacionamento.
    O ensino médio é uma fase de transição do aluno(a) e, é quando ocorre a transformação biológica e psicológica do indivíduo, há sempre nesses educandos atitudes fortes de personalidade; em que o educador(a) deverá compreender esses aspectos biológicos e psicológicos dentro da comunidade. Isto, só, será possível, desde que haja compreensão do pensamento humano. Sendo importante , nesse processo transitório que o professor(a) promova a pessoa do aluno e, não minimize nenhum desses aspectos comportamentais, pois, através deste procedimento o educador(a) consegue privilegiar suas aulas, construindo coletivamente um resultado de "bem querer" entre a interação do professor(a) e do aluno(a) na sala de aula.
    Os problemas que vamos encontrar em aula, evidenciam a necessidade de se discutir, explorar o assunto de forma a propor novos caminhos que facilitem o relacionamento entre o professor(a) e o aluno(a), a fim de que a educação se realize em todo seu sentido.
    Os problemas de aprendizagem, vincula-se à constatação de que os alunos são extremamente sensíveis ao estado emocional de seu professor, a quem compete criar um ambiente de confiança e respeito mútuo.
    Não posso deixar de pontuar que é sempre muito difícil para um professor(a), adquirir total concentração em aula, caso não coloque em evidência as trocas comunicativas com muito amor, carinho à arte de educar, ao respeito pelos seus alunos e seriedade ao seu trabalho de professor(a).

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  6. DESEJO À TODOS UM NATAL CHEIO DE LUZES E MUITA PAZ NOS CORAÇÔES.

    ESTAREI DE VOLTA EM 2010 TRAZENDO TEMAS INTERESSANTES E ENRIQUECEDORES PARA TODOS OS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÂO!!!

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  7. Tive a oportunidade de saber que ao criar um BLOG, você dá a "luz" para um novo ser existente dentro do seu coração e principalmente, dentro do seu consciente em compartilhar com a comunidade um pouquinho do 'grão' de saberes que você gerou ao longo da sua caminhada profissional. Esse não é o 'filho uterino', mas é o 'filho da alma' pela arte de novos conhecimentos e assuntos e, como tal, não, posso esperar até o início do novo ano para 'amamentar' e 'nutrir' o meu mais novo filhote...

    Como sou formada na língua portuguesa e fiz minha trajetória nessa estrada, irei tecer alguns comentários da minha investigação na especialização sobre as Competências e as Habilidades na Língua Portuguesa na etapa final do ensino básico.

    "As Competências e as Habilidades na Língua Portuguesa!"

    O domínio da linguagem , como atividade discursiva e cognitiva e , o domínio da língua materna, como sistema simbólico utilizado por uma comunidade linguística, são condições de possibilidade de plena participação social. É, pela linguagem que os indivíduos se comunicam, fazendo dessa forma a interação entre as pessoas e deixando que essas pessoas possam se expressarem e se defenderem de seus pontos de vista, partilhando ou construindo visões de mundo e produzindo cultura. Assim, um projeto educativo comprometido com a democratização social e cultural atribui à escola a função e a responbsabiludade de contribuir para garantir à todos os alunos o acesso aos saberes linguísticos necessários para o exercício da cidadania.
    A questão fundamental para o ensino de língua portuguesa na etapa final da escolaridade básica desloca-se, portanto, dos conteúdos a serem abordados e preocupa-se com a relação que esses conhecimentos travam com a aquisição das competências e das habilidades no ensino da língua materna.
    Linguagem aqui se entende como ação interindividual, orientada por uma finalidade específica , um processo de interlocução que se realiza nas práticas sociais existentes nos diferentes grupos de uma sociedade , nos distintos momentos de sua história.
    Os professores e os alunos interagem pela linguagem , tanto numa coversa informal entre amigos ou numa redação de uma carta pessoal, quanto na produção de uma crônica, uma novela, um poema , um relatório profissional. Enfim, a linguagem somos nós mesmos e a forma que interagirmos com o mundo.

    Ao professor de língua portuguesa cabe planejar, implementar e dirigir suas atividades didáticas, com o objetivo de desencadear, apoiar e orientar o esforço de ação e reflexão dos seus alunos, procurando garantir aprendizagem na L.P., através da comunicação que se realiza, quanto o professor permite que seus alunos manifestem-se , através da interação afetiva , que deve ocorrer em sala de aula. Para ele também, cabe o papel de informante e interlocutor , que tematiza aspectos prioritários em função das necessidades de seus alunos e de suas possibilidasdes de aprendizagem.
    O enino de L.P. deve se dar num espaço em que as práticas de uso da linguagem sejam compreendidas em sua dimensão histórica e em que a necessidade de análise e sistematização teórica dos conhecimentos linguísticos decorrar dessas mesmas práticas.

    No ensino de L.P. para os adolescente, se faz necessário considerar a condição afetiva, cognitiva e social desses alunos no processo da interação entre o professor/aluno, colocando assim, a possibilidasde de um fazer reflexivo. Cabendo ao professor, mostrar aos seus alunos a importância que o processo de interação tem de ser considerada real na palavra do outro que assume, concordando ou não com essa atitude. Pois, ao ter consideração pelo dizer do outro, o que o aluno demonstra é consideração pelo professor.

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  8. Como já comentei, publicamente, para todos que se interessam por assuntos pedagógicos, tenho um forte e apaixonante "elo" de carinho e atenção pelas séries iniciais do ensino básico, principalmente à Educação Infantil, onde acredito ser o início de todo o alicerce de formação da criança, para uma caminhada equilibrada e bem estruturada em todo seu processo de ensino-aprendizagem.
    Durante o período que estive à frente dessa classe, pude observar o pouco interesse ou talvez,a forma como a leitura era introduzida na sala de aula. Sem nenhum incentivo e com pouca qualidade de escolha pelo professor.

    "O Despertar pelas Leituras!"

    A leitura deve ser apresentada aos seus alunos de forma interessante e, visando, sempre o desenvolvimento do pensamento reflexivo e crítico da realidade que é vivida pelos alunos, facilitando a forma de dar prazer à imaginação e criatividade das crianças.
    É de suma importância a escolha do material que será oferecido à turma.
    Um dos métodos que apresento é o: "jogo das advinhações" em que o leitor antecipa os acontecimentos ; "o jogo de desvendamento" em que participa e interfere na leitura; "o canto da leitura" que é um espaço especial com atividades especiais e por fim o "ateliê" em que os leitores lêem e vão criando com suas leituras.
    É, óbvio que não encontramos a "fórmula" exata para desenvolver e criar o interesse pelas leituras, mas o que podemos e devemos fazer como educadores numa série inicial, onde o seu pensamento e criatividade se encontram num processo de construção do conhecimento pelo hábito da leitura, é apresentar métodos de ensino de leitura para que algum sucesso seja empregado com as crianças. Embora, a leitura sempre tenha sido um tema de preocupação para os educadores, entendemos que o seu ensino visa o progresso contínuo do educando e o leva a evoluir de um estágio para o outro, em ritmo normal, satisfatório e de acordo com suas próprias possibilidasdes.
    É importante, nas salas de aulas, propiciarem condições para que o educando possa interagir com a leitura, possibilitando aquisição de uma linguagem que possa ser usada significantemente, levando o professor a tarefa de "ensinar" a leitura de modo prazeroso, espontâneo e com resultados positivos. Cabendo, ao professor ser bom inicitador e oferecer , na vida cotidiana das turmas, oportunidades de ler para ler e, não para fazer exercícios, dos quais a leitura deve ser , em cada caso, expressiva, dirigida, explicada e comentada.
    As histórias infantis permitem o contato com o mundo imaginário tão próximo de suas realizações, onde a criança pode imitar os heróis vitoriosos e as princesas, que na maioria das vezes correspondem à sua necessidade de auto-afirmação. Essas imitações dos personagens constitui boa introdução à cooperação e sociabilidade , e a criança é capaz de aprender que poderá obter mais êxito participando , cooperando e respeitando o espaço e a opinião dos colegas, além , de ir tomando o gosto pelas leituras.
    Se entendermos que os gostos não são naturais, nem imutáveis, nem sucessivos, mas que se integram ao processo de desenvolvimento em sobressaltos, em que o sujeito vai superando a si mesmo, traçando seu percurso histórico rumo a um objetivo que é sempre provisório e ponto de partida para novos avanços, o trabalho com a leitura da literatura tem de levar em conta essa luta da criança e do professor inserida na luta e nas contradições da linguagem.
    É importante que o professor crie em sua sala de aula um circuito de leitura: lendo, contando histórias, estimulando a troca de livros, reservando um tempo para ler em classe, trazendo resenhas de livros infantis, abrindo espaço para a escolha , pelo aluno, daquilo que ele quer ler, propondo textos correlacionados aos interesses do grupo. Enfim, criando ofertas múltiplas e instigantes, proporcionando , desse modo, uma imersão no mundo da leitura e oferecendo condições para que ela se torne, efetivamente, uma prática intertextual.

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  9. O meu Blog, como o nome diz, Compartilhando Saberes está comprometido em apresentar diveros e variados temas que fale sobre a Educação em todas as modalidades de ensino. Por esa razão, hoje, postarei uma opinião de como meus olhos avaliam a EAD(Educação a Distancia).


    Hoje, no Brasil, tratar das metodologias inovadoras aplicadas a Educação, em especial da Educação a Distancia, não é mais do que tratar de uma questão teórica ou de uma prática distante da nossa realidade. Uma vez que , a EAD é, antes de tudo, uma prática social e politica, mais complexa que uma atividade teorica e, portanto, mais concreta como um processo interativo de heteroeducação e de autoeducação. Sendo nesse contexto, que se emergem os projetos de educação a distancia como uma das alternativas possiveis para atender às demandas de formaçao basica de qualidade, que possibilitem o acesso à cidadania como direito inalienavel do homem na sociedade.
    Com o avanço das tecnologias e com a "febre" da internet, as novas tecnologias de informaçao e comunicaçao interpenetram na nossa cultura, tanto mais obviamente vao se incorporando aos processos escolares de ensinoaprendizagem. Pressupomos , no entanto, que determinadas condiçoes sejam asseguradas, tais como: seleçao rigorosa dos conteudos fundamentais; tratamento didaticopedagogico do material a ser utilizado nas diferentes linguagens; recursos diversificados de comunicaçao escrita e virtual e, sobretudo, acompanhamento e orientaçao continuada por parte dos tutores, com formaçao pedagogica qualificada.
    Nesse sentido, aprender nao é estar em atitude contemplativa ou absorvente em face dos dados culturais da sociedade, mas estar envolvido na interpretaçao e produçao desses dados.
    a pesquisa e a extensao, nessa perspectiva, passam a ter um sentido especial, pois envolvem o docente e o aluno na tarefa de investigar e analisar o seu proprio mundo.
    A EAD, é o ensino que se faz, atraves da pesquisa e da extensao, podendo ser a extensao um ponto de partida ou um momento de reflexao para a produçao do conhecimento, nao sendo essa modalidade de ensino um estudo solitario e, sim um estudo de construçao pela busca dos conhecimentos adquiridos pelo proprio aluno.

    Segundo MORIN(2000) "construir supoe um construtor", e ele acrescenta: "Cabe à educaçao do futuro cuidar de que a ideia de unidade nao apague a ideia de diversidade, uma vez que é a unidade humana que traz em si os principios de suas multiplas diversidases"(MORIN,2000, p.55).

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  10. Concluindo meu texto sobre a EAD:

    O valor de cursar uma modalidade de ensino a distancia ou frequentar uma modalidade de ensino presencial,tem o mesmo peso e a mesma medida, desde que sejam encarados por profissionais e alunos que desenvolvam suas competencias e habilidades como individuos mais competentes, reflexivos, responsaveis, ativos e cooperativos.
    A metodologia desenvolvida é, atraves da programaçao de teleaulas, que sao geradas em estudios e recebidas em cada telessala, durante todo o curso.
    Os alunos recebem o material didatico impresso e elaborado por uma equipe de professores especialistas, mestres e doutores, que tambem dao suporte academico às indicaçoes bibliograficas para as consultas , pesquisas e autoestudo.
    No ambiente virtual, esses alunos tem abertos as formas dinamicas e constantes oferecidas pela instituiçao, permitindo o controle das atividades por professores, tutores e os proprios alunos. Tendo como apoio as suas duvidas , a tutoria online, feita com o auxilio do computador, alem da tutoria na propria instituiçao, que pode se estabelecer por meio de varios processos e ferramentas que faz ponte de interaçao. Podendo ser usada, ainda, a comunicaçao telefonica por meio normal ou via fax.
    O aluno é orientado por um detalhado Guia Didatico e os professores-tutores, responsaveis pelas atividades nas telessalas e supervisao das atividades presenciais, que sao capacitados a acompanhar o desenvolvimento da aprendizagem de cada aluno matriculado ao programa.
    Sendo assim, não enxergo essa modalidade de ensino como um "mito" ou uma nao "validade" de um crescimento academico, mas como uma "verdade" nos atuais tempos contemporaneos, que surgiu para possibilitar e favorecer os individuos menos favorecidos pelo sistema socioeconomicocultural do nosso país.

    Avalio a modalidade de ensino a distancia como uma "Luz do Saber" , que abre portas e ilumina caminhos para uma populaçao significativa, de pessoas sofridas e oprimidas numa sociedade brasileira.
    Se pararmos um minutinho e, fizermos uma autoreflexao da Educaçao Brasileira, iremos verificar um grande "efeito estufa" nas demandas educacionais, que necessitam, rapidamente, de atitudes e de açoes dos orgaos governamentais.

    Não corroboro com a ideia, que se possa fazer Educaçao, apenas com os textos bem elaborados nas cartilhas do MEC e nos PARAMETROS CURRICULARES, e sim com o desempenho e a formaçao dos profissionais das diversas areas de ensino, capacitados para atura em varios segmentos de ensino.

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  11. A importancia de se conhecer a "concepção piagetiana" para um grande SUCESSO na Alfabetizaçao da Primeira Infancia, está presente no grande estudioso PIAGET, que considerou toda sua investigaçao pela natureza humana e pela genese do conhecimento, atraves de seus processos e estagios de desenvolvimento.

    "INTERAÇAO SOCIAL"

    A cultura nao modifica os instrumentos de aquisiçao do conhecimento: estes instrumentos fazem parte da esfera biologica do individuo e nao dependem do meio historico ou cultural, desde modo, é mantida a mesma visao de evoluçao.(Piaget,1926).
    O texto trata de um problema de interaçoes sociais pelas crianças, buscando considerar o valor dessas interaçoes que os usuarios utilizam , enquanto realizam trocas sociais nas concepçoes piagetianas.
    Se considerarmos que para esse estudioso no assunto, o conhecimento humano é essencialmente coletivo e que a vida social constiui um dos fatores essenciais da formaçao e do crescimentos precientificos e cientificos, vamos observar que quebrar a barreira regional para a constituiçao da sociedade do conhecimento, pode ser um avanço significativo.
    As interaçoes sociais nao sao em si mesmas geradoras de novos sistemas em formas de conhecimentos, mas podem suscitar certas situaçoes de conflitos que, por sua vez, podem dar luz às novas estruturaçoes cognitivas. É nesse sentido que as "interaçoes sociais" nao sao constituidas em si mesmas, mas constituidas do processo de equilibraçao.
    Foi, baseado em uma observaçao sistematica da evoluçao de seus tres filhos, que Piaget desenvolveu o cenario do estudo da linguagem infantil. Para ele, a estrutura da linguagem nao era dada pelo meio ambiente, contudo, iam sendo construidas ou moldadas pela criança em sua propria atividade, atraves de seus proprios mecanismos e possibilidades de compreensao do mundo ao seu redor, ou seja, selecionando as experiencias, e a partir delas construindo ou interagindo com outras estruturas conceituais que dariam lugar posteriormente às linguisticas.
    Quando uma criança usa o 'jogo simbolico' esta assimilando o mundo ao seu redor, quando realiza imitaçao esta processando essa informaçao assimilada e criando as imagens mentais que permitirao o seu desenvolvimento e se tornarao muito mais complexa, ampliando-se nessa interaçao social.
    Concluimos , entao, que toda brincadeira de criança é coisa seria e essencial para o seu desenvolvimento cognitivo, uma vez que todos os "humanos" sao inseparaveis dos acoplamentos sociais estabelecidos, atraves da linguagem. Assim sendo, a linguagem numa criança que começa a interagir nas suas trocas sociais, é um acessorio da construçao do seu conhecimento, pois as raizes do seu pensamento esto na açao, é no mecanismo, o sensoriomotor, mais do que no fato linguistico; da mesma maneira que os "jogos simbolicos" facilitam a posibilidade de se representar individualmente para o mundo.
    Percebemos, ai, a grande importancia de ministrarmos nossas aulas , principalmente, para os alunos da Primeira Infancia, atraves do ludico e dos jogos que ajudarao na interaçao social.

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  12. O texto foi retirado do segundo capitulo da minha dissertaçao na Especializaçao onde , atraves da minha investigaçao, pude detectar os problemas encontrados pelos professores em sala de aula, evidenciando a necessidade de se discutir, debater, explorar o assunto de forma a propor novos caminhos que facilitem o relacionamento entre o professor e o aluno, a fim de que, a educaçao se realize plenamente, tomando corpo em todo sentido.

    " Novas Propostas para a Escola"

    A escola como instituiçao, esta inserida num contexto sociohistoricocultural e, é a propria sociedade quem deve exigir da escola mudanças em suas praticas pedagogicas e administrativas.
    Os novos paradigmas tem sido difundidos e discutidos.
    Para autores consagrados, o que denota que ha um interesse em se promover e implementar mudanças que venham a construir uma escola voltada a eficacia, a eficiencia e a competencia. So que nao basta que esses novos paradigmas fiquem, somente, no papel. Precisamos tomar atitude e criar estrategias nas demandas pedagogicas, a fim de que, possamos experimentar essa "formula" na pratica escolar.
    O sistema educativo sempre foi construindo de "cima para baixo"; de "dentro para fora" e do"todo para as partes"; so , que, é chegado o momento de se repensar e construir um novo sistema , onde todas essas maneiras , sejam revertidas e o sistema educativo comece a da resultados desejados para todos os componentes do processo de ensino e de aprendizagem.

    Perrenoud(2000,p.25-26), responde bem essa minha observaçao ao dizer da "sua preocupaçao com a escola voltada para as competencias, quando argumenta que a escola necessita de novos paradigmas que sejam eficazes para todos numa perspectiva de competencia especificas" como:
    . conhecer, para determinar a disciplina, os conteudos a serem ensinados e a sua traduçao em objetivos de aprendizagem;
    . trabalhar a aprendizagem a partir dos erros e dos obstaculos;
    . construir e planejar dispositivos e sequencias didaticas;
    . envolver os alunos em atividades de pesquisas, seminarios e projetos de conhecimentos.

    Foi necessario um seculo de escolaridade obrigatoria para se começar a questionar um modelo voltado para ilusao de equidade por meio da igualdade de tratamento. Neste sentido, o autor, preconiza que a escola atual deve ser uma escola ativa, aberta, cooperativa e igualitaria.
    O que se percebe , é que os discursos modernos sobre a democratizaçao do ensino, reforçaram a solidariedade dos professores com os seus alunos provenientes das classes populares e, nesse contexto todos saem ganhando. Porem, ainda, espera-se que a sociedade ao lado do Estado , tambem se responsabilize pela garantia dos direitos a educaçao, saude, trabalho, lazer, segurança entre tantos outros ramos que favorecem a Educaçao. Por isso, cabe a escola incentivar nos alunos uma atitude vigilante e critica diante dos diversos contextos, como forma de exercitar a cidadania.
    fazendo, atraves da interaçao do professor e do aluno no contexto da sala de aula, que os alunos atuem internamente, em prol da escola ou, fora dela, a favor da comunidade.
    Para tanto, os alunos precisam conhecer seus direitos e se conscientizar de seus deveres, seja como aluno, seja como cidadao.
    Cabendo a cada escola e ao seu corpo docente que compoem a area, efetivarem uma proposta de trabalho semanal, quinzenal ou mensal para tratar da abordagem do desenvolvimento dessas competencias e habilidades nos conteudos selecionados e desejados ao ensino e a aprendizagem.

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  13. Resolvi, partilhar com as pessoas interessadas pelo assunto a respeito da Educaçao de Jovens e Adultos(EJA), minha apresentaçao na Semana de Letras da UFPR em 2009, do estudo escolhido por mim, para ser investigado numa dissertaçao de Mestrado.

    "RESUMO"

    Sabemos que a teoria da Polidez de Brown & Levinson(1987) tem como um dos seus pilares a noçao de face que se refere ao amor-proprio(ou imagem publica)do sujeito e que se desdobra em uma face positiva - que deriva da necessidade de ser apreciado e reconhecido pelo outro - e outra negativa - que esta relacionada à sua liberdade de açao. Para preservar a propria face, assim, como a face do interlocutor, e manter a harmonia das relaçoes sociais, os falantes recorrem a certas estrategias linguisticas de polidez.

    O estudo das interaçoes cotidianas envolve a analise do individuo de modo geral e as relaçoes com outros individuos. A sala de aula, no contexto da EJA, parece ser um espaço interessante para a observaçao e analise das estrategias de polidez que entram em jogo nas interaçoes entre os estudantes e o professor. No cotidiano, as açoes desses sujeitos, em variados palcos de suas vidas, correspondem aos espaços da materialidade do social, do economico e da cultura que eles representam numa interaçao na sala de aula.
    O estudo dos fenomenos relativos à expressao da "polidez" ou, como preferimos, ao trabalho de "face", é ainda pouco expressivo nas pesquisas que tratam das estrategias de polidez usadas por alunos e professores da EJA. Diante disso, nasce o interesse em trabalharmos esse tema, investigando, a partir da perspectiva de Brown & Levinson, como se processa a interaçao entre o professor e os estudantes na sala de aula da EJA no ensino de lingua portuguesa. Tendo em vista o jogo das faces positiva e negativa, buscaremos analisar como as estrategias conversacionais favorecem (ou impedem) o bom andamento das interaçoes.

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  14. Dando sequencia ao texto do "RESUMO" da minha dissertaçao de Mestrado apresentada na Semana de Letras na UFPR em 2009, postarei minha"fala" nessa apresntaçao para um auditorio presente ao evento.

    Titulo: "A REPRESENTAÇAO DAS ESTRATEGIAS DE POLIDEZ POR ETUDANTES DA EDUCAÇAO DE JOVENS E ADULTOS(EJA): sua implicaçao no ensino de lingua portuguesa."

    Verificamos que o numero de publicaçoes sobre a polidez no contexto de sala de aula da EJA , ainda, é muito pouco expressivo. Dai, surgiu o interesse na proposta de investigar a partir da perspectiva de Brown & Levinson(1987), como se processa a interaçao entre o professor e os estudantes na sala de aula da EJA no ensino de lingua portuguesa.

    Tendo em vista o jogo das faces positivas e negativas, buscaremos analisar como as estrategias de polidez favorecem(ou impedem) o bom andamento das interaçoes.

    Sabendo que a EJA é uma modalidade diferente do ensino regular, sua estrutura, metodologia e duraçao, tambem sofrem alteraçoes.

    Acreditando que o individuo adulto, traz para sala de aula sua experiencia de vida, dai ocorre mudanças naquilo que vai ser ensinado, uma vez que requer a compreensao de alguns aspectos proprios do universo desses estudantes e, levando em consideraçao a enorme heterogeneidade das turmas. Todavia , deixamos claro nesse estudo que o enfoque a ser investigado sao as 'estrategias de polidez', de acordo com o modelo de Brown & Levinson(1987).

    Por ser tratar de um estudo com "organismos vivos", é fundamental , observarmos a vida cotidiana desses individuos para que nao fujamos do proposito da pesquisa. Tentaremos nos aproximar do lado socioeconomico e de algumas variaveis sociais deses estudantes como: idade, sexo, grau de escolaridade, atraves dos dados extraidos da pesquisa empirica na metodologia do estudo, obtendo-se assim, um panorama mais completo dos processos do ensino pragmatico e das estrategias de polidez no conceito desses autores.

    Ressaltamos que a polidez positiva e negativa, nao é em si um fenomeno da linguagem, mas sim uma manifestaçao das diferentes culturas que se coloca a serviço das interaçoes verbais. E, é nessa perspectiva que falamos em mecanismos linguistico-discursivos, cuja funçao, é assegurar expectativas pessoais e sociais relacionadas às faces, nessa interaçao com os estudantes da EJA no contexto de sala de aula.

    Conforme, buscaremos demonstrar no estudo, certos conceitos de polidez positiva e negativa sao construidos a partir de um conjunto de fatores. Dessa forma, supomos que os contextos socioeconomicos e situacionais desses estudantes desempenharao um papel importante na construçao da pesquisa. Mediante, o estudo das estrategias de polidez a escolha pelas bases teoricas é fundamental. Embora, estamos cientes que nao ha uma teoria completa e unica e, o que buscaremos , provavelmente, seja uma conjugaçao teorica com bases complementares que serao feitas na pesquisa empirica, atraves das analises preliminares ao estudo.

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  15. Dialogar pode ser muito mais complicado do que parece. A comunicaçao nao envolve, somente, a linguagem verbal articulada, como a escrita e a fala, mas, tambem compreende a linguagem nao verbal. Por isso, postarei algum comentario do que entendo pela linguagem verbal e a nao verbal.

    "Comunicaçao Verbal e Nao Verbal"

    Está comprovada que existe uma relaçao entre a comunicaçao verbal e nao verbal. A ideia comum é que so o mundo 'verbal' é real, entretanto as palavras sao, tantas vezes, apenas um pretexto ou um começo para se iniciar uma conversa numa interaçao social.

    Quanto menor a dissociaçao entre a fala e a expressao , mais integrada e inteira sera a pessoa. Desta forma, a comunicaçao nao verbal é responsavel por mais de 90% dos sinais que chegam ao nosso cerebro por meio dos sentidos da visao, do toque, da audiçao e da respiraçao.

    Para que se possa perceber a expressao dos pensamentos e sentimentos do outro, é necessario o desenvolvimento da competencia interpessoal que é a habilidade de lidar, eficazmente, com as relaçoes interpessoais, estando com as outras pessoas de forma adequada às necessidades de cada uma e as exigencias da situaçao.

    O verbal e o nao verbal, as pausas e as hesitaçoes que aparecem faz parte do repertorio comunicativo do grupo, mas nao sao exclusivos dele, porque sao fenomenos estruturados e organizados do fluxo discursivo nos eventos comunicativos em geral, que sao interligados e determinados por constituintes linguisticos e por circunstancias sociais, bem como cultura.
    A medida que amadurecemos assimilamos melhor a linguagem nao verbal.

    Crianças fazem gestos espontaneos que sao os conhecidos "gestos infantis".
    Observamos o desenvolvimento dos comportamentos nao verbais comunicativamente significativos se desenvolvendo junto com o verbal nas crianças pequenas.

    A aprendizagem da criança sobre a adequaçao do silencio, como outras estrategias comunicativas, nao é necessariamente o desenvolvimento de competencia nas normas adultas para o comportamento sociolinguistico, mas podem envolver diferentes regras para adultos e crianças.

    Talvez, pelo fato de tanta competencia nao verbal ser adquirida durante a infancia inicial, é basicamente aprendido, atraves de meios formais e informais. Isto, porque o comportamento nao verbal apropriado é frequentemente inconsciente e, porque é raramente ensinado e quase nunca completamente dominado numa segunda linguagem.

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  16. A comunicaçao entre as pessoas é fundamental para determinarmos o desenvolvimento de uma comunidade. Estamos em constante processo cotidiano de varias possibilidades comunicativas.
    Foi, pensando nos seres humanos, como seres que constituem o dialogo, é que resolvi postar um texto que fale da linguagem e da interaçao na sala de aula.


    " A Importancia da Linguagem e da Interaçao na Sala de Aula"


    O texto apresenta a linguagem e a interaçao numa sala de aula, por muito de suas relaçoes verbais, a fim, de compreender melhor a negociaçao interacional da sala de aula, pouco conhecida pelos professores em geral.

    O efeito de sabermos 'quem é quem'numa sala de aula, processa-se pela interaçao do professor e dos alunos entre as paredes de uma sala de aula. Dessa forma, o texto escrito, foca na constituiçao do nucleo de grande interesse para o ensino e para a aprendizagem, especialmente no que se refere ao desempenho do professor.
    A interaçao na sala de aula , atraves da linguagem, é fundamental para a compreensao de fatores que condicionam o fracasso escolar e a evasao escolar, que muito colaboram para que a educacao em nosso país se encontre em degraus baixos dentro do parametro mundial.

    Outro conceito de interaçao deve ser tomado em toda sua complexidade.
    A concepçao dialogica-discursiva da interaçao parte das condiçoes materiais: historico-sociais e psico-afetivas de sua configuraçao.

    A noçao de interaçao aqui nao é reduzida a sua especie de "cirurgia categorial" das ciencias sociais e nem é predicada como necessariamente positiva. Apenas, a interaçao pode ser definida como açao de reciprocidade.

    Na pratica, o que os alunos mais sentem é que precisam reformular suas falas, adequado-as a situaçoes e locais.
    Infelizmente, essas condiçoes de defesa de falas nao sao permitidas à esses alunos.

    A consequencia dessa violencia linguistica se expressa, geralmente, na criaçao de sentimentos de incompetencia e de insegurança por parte desses alunos. Resultando, numa rejeiçao do aprendizado e em altas taxas de fracasso escolar.

    O texto foca a intençao de oportunidades que o professor, atraves da linguagem, numa interaçao na sala de aula, proporciona para a formaçao de alunos mais competentes e responsaveis para a educaçao brasileira.

    Partimos do, pressuposto que a linguagem e a interaçao sao necessariamente, uma interaçao que leva em consideraçao diversos fatores entre os quais estao a distancia e a aproximaçao social e cultural dos interlocutores e os tipos de relaçoes que se operam entre as pessoas, podendo ser mais ou menos amistosa e/ou mais ou menos profissionais.
    Portanto, o tratamento do sociointeracionista entre as pessoas, é uma condiçao inerente ao fenomeno de uma cultura para outra cultura, mesmo tendo regras em sentido universal.
    Sendo assim, a sala de aula é um local de diversas interaçoes em que a linguagem é um elemento fundamental, ja que, atraves dela que a socioconstruçao do conhecimento se realizara.

    Ao observarmos, o panorama da Educaçao Brasileira, notaremos que o trabalho do docente costuma vir atrelado às linhas metodologicas dos processos de ensino e da aprendizagem, norteadas por diversas teorias educativas.

    O professor preocupado em promover interaçoes construtivas do ponto de vista da aprendizagem e o ponto de vista da interaçao, valoriza as intervençoes do aluno e sempre as solicitam. Sem a possibilidade de participaçao efetiva, do aluno, nao ha possibilidade de criaçao na sala de aula.

    Se a "fala" é um recurso especial para que o aluno marque presença na aula, é preciso tambem que ele seja "ouvido". Prope-se, entao, ao ,professor a quebra dessa rigidez e que o mesmo deixe o aluno falar e, assim efetua-se as trocas de interaçoes, atraves da linguagem para que aconteça uma comunicaçao interacionista.

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  17. É comumn ao iniciar o ano letivo, a preocupaçao das escolas em formularem seu planejamento educacional, porem o que na verdade precisamos , é saber o que realmente , um planejamento educacional, representa num contexto da Educaçao.
    Partindo desse meu comentario, deixarei registrado nesse espaço que compartilha e partilha com os envolvidos num ensino e numa aprendizagem de qualidade, alguns dos meus conceitos à respeito do que seja um Planejamento Educacional:

    O planejamento, geralmente, esta integrado à jornada pedagogica que acontece sempre no inicio de cada ano letivo.
    Sua programaçao, inclui momentos especificos para discussao entre os seguintes profissionais: os responsaveis pela articulaçao do trabalho na rede, os gestores e os docentes. Todos com a responsabilidade de antever açoes que ao longo do ano letivo, vao contribuindo para o desenvolvimento educacional dos seus alunos.
    Por isso, nesse processo é importante garantir que sejam seguidas tres etapas: a elaboraçao , a execucao e a avaliaçao.

    Para que o Planejamento Educacional, seja uma "chave" de abertura para os caminhos de pessoas envolvidas com esse trabalho, é preciso coloca-lo em pratica , ou seja, agir de acordo com o que foi imaginado.

    Na esfera educacional, o planejamento é o instrumento que possibilita a disseminaçao das politicas publicas educacionais entre gestores, coordenadores e professores. Com base nisso, a equipe pensara em montar uma estrutura que permita às escolas desenvolver seus projetos.

    É muito importante, para que um planejamento educacional dê certo, que as secretarias valorizem a realidade das escolas e deem condiçoes para que as diretrizes sejam implementadas.

    Para que o trabalho do ano todo seja integrado, é essencial acolher os novos professores, dando-lhe oportunidade de tambem contribuir com a elaboraçao do plano de açoes que sao discutidos e elaborados nas reunioes. Esse não é so um momento de distribuiçao dos materias, mas tambem de compartilhar com toda a equipe novos materiais adquiridos pela escola (livros, mapas, jogos) e se reorganizar de acordo com as mudanças ocorridas na estrutura fisica.

    Diante desse complexo cenario, o coordenador assume o papel fundamental de organizar e conduzir o trabalho.

    O que esta em jogo é a participaçao dos profissionais na organizaçao de suas atividades. Sendo o mais dificil a combinaçao de todas as ideias.

    Finalmente, o foco do planejamento é fechado com o trabalho didatico.
    A tarefa dos professores começa com o estudo dos resultados da avaliaçao que foi realizada no ano anterior, feito pelos professores e pelo coordenador pedagogico.

    É hora, entao, de escolher os objetivos gerais e os conteudos programaticos aos projetos e as sequencias didaticas.
    A troca de informaçoes entre os professores, é fundamental para dar coerencia à aprendizagem ao longo da escolaridade.

    A escola tem um importante papel na formaçao e no desenvolvimento do aluno e, o seu aliado insubstituivel é o planejamento educacional que possibilita a ela uma organizaçao
    metogologica do conteudo a ser desenvolvido
    pelos professores em sala de aula.

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  18. Com base no conhecimento que a "metodologia", significa, etimologicamente, o estudo dos caminhos, dos instrumentos usados para se fazer um procedimento(metodos e tecnicas) à medida que o interesse e o valor esteja na capacidade de fornecer certos conhecimentos , é que resolvi postar alguns comentarios em sequencia ao texto do Planejamento Educacional.

    Dando sequencia ao texto que fala do Planejamento Educacional, a metodologia vem para dá suporte ao conteudo dos metodos que serao compartilhados com a turma, durante o ano letivo.

    Só, que a sua finalidade é de captar e de analisar as caracteristicas dos varios metodos disponiveis; avaliando suas capacidades , potencialidades, limitaçoes ou distorçoes, e criticar os resultados ou as implicaçoes que foram utilizadas e nao cumpridas no planejamento.

    O conjunto de açoes e de estrategias planejadas num programa educacional anual, é imprescindivel para que a metodologia utilizada na construçao desse planejamento educacional, seja consistente ao cenario das salas de aulas e dos alunos e, que os recursos didaticos disponiveis pela escola, seja executado com a finalidade e a aplicaçao dos resultados esperados. Assim, a metodologia, mais do que uma descriçao formal de tecnicas e metodos a serem utilizados numa sala de aula, indique a opçao que o professor fara dos seus recursos didaticos para determinada situaçao pratica do ensino e da aprendizagem pelos seus alunos.

    Considerando que a pratica é o proprio desafio a receber soluçao, nao se pode pensar a 'metodologia' como simples conjunto de tecnicas e metodos elaborados para atingir determinadas metas e, que se configurem como passos obrigatorios, ou seja, que podem ser seguidos mecanicamente.
    Ou ainda, como um conjunto de tecnicas e metodos que aparecem como um discurso preparado por conselheiros, cuja voz em certa especialidade tem prestigio e, pressupomos que houve um conjunto de experiencia bem sucedida pelo professor para a colaboraçao de seu funcionamento. Assim, como um metodo é trazido para a sala de aula, a fim de desenvolver um topico disciplinar ou toda disciplina, torna-se dificil a interaçao efetiva, dado que tudo esta previsto (inclusive as respostas que devem ser fornecidas pelos alunos). Sendo restritamente concebido, o metodo nao serve à concepçao de linguagem aqui assumida: ele é o modelo do discurso acabado.

    A metodologia do trabalho deve, em primeira instancia, ser entendida como "orientaçao pedagogica geral" para o processamento de uma pratica congruente, nao dissociada daqueles principios que regem a concepçao de linguagem assumida, com todas as suas implicaçoes.

    Em seguida , a metodologia diz respeito à orientaçao especifica assumida dentro do planejamento educacional no campo do trabalho do professor. Ela é, de qualquer forma, subordinada à orientaçao geral e, tem o zelo da plasticidade, uma vez que somente a dinamica das relaçoes no ambito escolar é que indicara o espaço subsequente. Em outras palavras: sao os "acontecimentos" do cotidiano na sala de aula que estabelecerao marcos no processo de aprendizagem dos alunos.

    A metodologia, nesta perspectiva global, implica um processo multiplo integrado, de modo que nao ha como pensar que cada sujeito é dono absoluto de um dominio.

    As disciplinas e os conteudos nao sao mais que um conjunto de tarefas de um grande trabalho do professor para o desenvolvimento do qual a responsabilidade é individual na exata medida da coletividade.

    As açoes pedagogicas (relaçoes de ensino e aprendizagem), deverao caracterizar o movimento social a partir do micro-universo da sala de aula. O que significa que a sala de aula é um espaço especifico, apropriado para algumas tarefas.

    É bom salientar que a escola priorizou o "ensino"(pelo professor) e esqueceu a "aprendizagem"(do aluno e do professor). Aqui há duas questoes implicadas: Por que é necessario ensinar sistematicamente? Como se aprende?

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  19. A importancia da leitura se faz presente no nosso universo, desde o momento em que começamos a "conhecer" ou a "compreender" o mundo que nos cerca.
    Para que o homem abra "as portas" de sua percepçao , é preciso saber refletir. Desse modo, a leitura chega no nosso espaço para acrescentar um poderoso e essencial instrumento libertario para sobrevivencia humana e, assim, ampliar sua visao e seu horizonte de expectativas.
    O desejo de ler é a principal condiçao que torna uma leitura de fato prazerosa, criando-se um vinculo indissociavel.
    A leitura passa a ser um imã que atrai e prende o leitor numa relaçao de amor.
    O habito de ler deve ser estimulado desde a infancia, a fim de que, o individuo aprenda desde cedo que ler é algo importante e prazeroso, onde torna um adulto culto, dinamico e perspicaz.

    É dever de toda escola particular ou publica, fornecer aos seus alunos uma educaçao de qualidade, incentivando a leitura, desde a alfabetizaçao infantil ate a ultima etapa do ensino medio. Dessa forma, ajuda a formar cidadaos mais informados e criticos numa sociedade.
    No mundo contemporaneo, a leitura cria fronteiras para ampliar e diversificar nossa visao e interpretaçao sobre o mundo em que vivemos e da vida como um todo. Por esse motivo, é que postarei um texto de suma importancia do desenvolvimento de uma "cultura de leitura" nas salas de aulas.

    "A Importancia da Leitura na Sala de Aula"

    Na sala de aula, torna-se de suma importancia propiciar condiçoes para que o educando possa interagir com a leitura, possibilitando aquisiçao de uma linguagem que possa ser usada significantemente, levando o professor a tarefa de "ensinar" a leitura de modo prazeroso, espontaneo e com resultados positivos.

    O que podemos observar nas aulas de leituras, é que essas nao levam os alunos à construçao do seu proprio conhecimento, devido ao predominio da voz do professor em detrimento das vozes dos alunos; isto é, ja ha uma grande dependencia em relaçao às informaçoes contidas no texto didatico que é levado para a sala de aula. Dessa forma, sendo a leitura um ato de constituiçao do sentido, vive-se um conflito de vozes e, nao um ato de simples decodificaçao, pois a linguagem é um fenomeno social, historico e ideologico numa relaçao direta com a construçao do sujeito, pois todo discurso se constitui na fronteira entre aquilo que é seu e aquilo que é do outro. Portanto, os textos lidos em sala de aula "comunicam" de forma dialogica, sendo unicos como enunciados, mas multiplos , enquanto espaços para atribuiçao de sentidos.
    Para que haja a efetivaçao da leitura, as atividades de sala de aula devem ser interativas, conforme os Parametros Curriculares Nacionais de Ensino, pois a interaçao é o que faz parte com que a linguagem, seja comunicativa.

    O aluno, ao compreender o uso da linguagem como interaçao na sociedade, amplia seu conhecimento de si e do outro, num processo dialogico e, passa a utilizar as diferentes linguagens como meio de comunicaçao. Portanto, é indispensavel que uma analise da interaçao verbal estabelecida entre o professor e alunos no contexto escolar, seja observada, pois, nessa pratica social de uso da linguagem ocorre a presença de outras vozes que entram em conflito para estabelecer ou contestar os sentidos.

    Sendo, esse conflito verbal, representado pelo dialogo, que ira conduzir à constituiçao do sentido do texto, em se tratando de aulas de leitura.
    A partir dessa observaçao, concluo que o papel do professor para uma aula de leitura, precisa ser encarado sob novos olhares, as posturas pedagogicas precisam, ser reorientadas para uma transformaçao do ensino , pois, é preciso evidenciar a leitura como instrumento de socializaçao e conscientizaçao, que vai formar cidadaos criticos , perante o seu mundo e perante os textos que leem.

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  20. O texto escrito foca a formaçao do professor e a classe social dos alunos numa troca interacional na sala de aula, dentro de niveis de ensino-aprendizagem que exigem sempre um periodo de adaptaçao por parte do professor ao novo e as diversidades linguisticas existentes entre os alunos.

    "Uma Linguagem Sociointeracional na Sala de Aula"

    É, atraves , do movimento de compreensao do mundo que aparece "dialogicamente" na escola, como os educadores precisam investigar as açoes que implicam numa discussao para a internalizaçao de funçoes mentais que garantam aos alunos a possibilidade de pensar por si, mas, para que isso aconteça na sala de aula, o professor precisa estimular os alunos a operar ideias e a analisar os fatos, discutindo-os numa troca de dialogo com o comprometimento de determinadas praticas sociais. Dessa forma, o texto propoe focar a convençao de um nucleo de interesse para o ensino-aprendizagem, principalmente no desempenho do professor.

    Para os Parametros Curriculares Nacionais(PCN's), o ensino da lingua materna, exige uma concepçao que veja o individuo como um ser unico, do qual necessita de noçoes de leituras, escrita, produçao de textos, gramatica, sob um novo enfoque e, acima de tudo ser reconhecido em sua variedade linguistica, no contexto social, a fim de alcançar o verdadeiro objetivo do ensino de portugues.

    Ja aparecendo nos documentos(PCN's), orientaçoes para o ensino, a indicaçao clara para que sejam trabalhadas na sala de aula questoes que tem como foco a variaçao linguistica.

    Em funçao de diferenças culturais e regionais e, das discrepancias de objetivos , professor e aluno, nao conseguem se entender mutuamente sobre o sentido dos termos regionais usados no Nordeste e os usados no Sul e Sudeste. Gerando, dessa forma, uma interaçao problematica, como os exemplos abaixo:
    -na regiao Sul e Sudeste , a palavra é "aipim", ja no Nordeste pronuncia-se "macaxeira" ou "mandioca";
    -o baiano nao pronuncia "ketchup" e sim "quetechape";

    -as vogais sao pronunciadas pelos baianos em tom aberto.
    Esses exemplos acima, mostram que numa sala de aula, sobre uma visao sociointeracional, atraves, da linguagem e da interaçao, o professor pode lançar mao dessas 'variaçoes linguisticas' e enriquecer sua aula, com os falantes da lingua materna; respeitando as variaçoes de linguas diatopicas(regional, de acordo com o lugar) e diastraticas(nivel sociocultural da comunidadedo falante), enquanto que as variaçoes geograficas sao de facil observaçao entre os falantes de diferentes regioes do Brasil.
    Desse modo, refletir sobre a aprendizagem passa a ser pre-requisito para compreender e desenvolver as atividades de ensino da lingua materna, numa perspectiva interacional na sala de aula.

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  21. A Educaçao é considerada como um dos setores mais importante para o desenvolvimento de uma naçao. Bem, ate aqui nada de novo...

    Entao, vou postar algumas consideraçoes a respeito da Educaçao no Brasil:

    Nao ha duvidas para ninguem que o crescimento de um país se faz, atraves, da produçao de conhecimentos e, que com isso, possibilita o aumento de renda e a qualidade de vida das pessoas.

    Pesquisas provam que o Brasil, vem avançando neste campo nas ultimas decadas, porem, nao podemos deixar de comentar, que ha muito para ser feito , ainda, pela Educaçao no Brasil.

    A escola (ensino fundamental e medio)ou a universidade, tornaram-se locais de grande importancia para a ascensao social do país.
    Estas mesmas pesquisas, apontam que na area educacional um terço dos brasileiros frequentam, diariamente, a escola(professores e alunos.

    Sao mais de 2,5 milhoes de professores e 57 milhoes de estudantes matriculados em todos os niveis de ensino. Estes numeros, apontam um crescimento no nivel de escolaridade do povo brasileiro, sendo um dos varios fatos importantes para a melhoria do nivel de desenvolvimento de nosso país.

    A LDB(LEI DE DIRETRIZES DA EDUCAÇAO), aprovada em 1996, trouxe um grande avanço no sistema de educaçao de nosso país. Visando, tornar a escola um espaço de participaçao social, valorizando a democracia, o respeito, a pluralidade cultural e a formaçao do cidadao.

    Sabemos, que para o desenvolvimento de um país, é necessario uma educaçao de qualidade como um dos principais pontos de partida, fato esse considerado meio que distante da realidade brasileira. Apesar disso, o Governo Federal, com o objetivo de melhorar a Educaçao no Brasil, criou o PDE(PLANO DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇAO). Mas, como é do conhecimento de todos o 'ditado popular' que diz: ..."uma andorinha só nao faz verao...", deixo aqui minha opiniao , que so é possivel, fazer EDUCAÇAO com a participaçao e o comprometimento de todos os cidadaos, a fim de que, a luta pela educaçao seja um direito e uma obrigaçao de todos os envolvidos nesse contexto educacional.

    De nada adianta, mudanças nos paradigmas educacionais e no planjamento politico pedagogico da escola, se nao houver a participaçao intensiva da sociedade e um plano de desenvolvimento que deve ser mais do que, apenas, um projeto voltado para o nivel de governo federal, mas, SIM, de todos os cidadaos que fazem parte da naçao.

    Nao devemos é esquecer que as discrepancias nas ideias, injustiças na vida real, mudanças de paradigmas educacionais que sao implementados no programa de educaçao, nos forçam a sermos "fiscais", para fazermos com que as diferenças nao se transformem em desigualdades e em injustiças.

    Tenho certeza, que a esperança por um monopolio educacional de força, de poder e de razao , nos permitira um futuro melhor na Educaçao no Brasil. Porem, isso nao acontecera da noite para o dia e, o que precisamos é lutar contra os paradoxos existentes. O que torna essa luta ardua, e exige dedicaçao das pessoas humanas, envolvidas nesse processo e, assim, teremos mais qualidade de vida , mais felicidade e realizaçao na Educaçao no Brasil.

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  22. No Brasil como um todo, a pre-escola é precaria, atingindo um minimo da populaçao, onde existem desigualdades de um estado para o outro, de uma regiao para outra, ate mesmo dentro da mesma cidade. Sao necessarios outros movimentos em conjunto com o educacional e o escolar para compor as condiçoes de mudança da sociedade. E, foi pensando nisto, que postarei alguns comentarios da "Educaçao Formal no Brasil."


    De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educaçao no Brasil, divide-se as etapas de ensino do seguinte modo:

    __Educaçao Infantil;

    __Ensino Fundamental;

    __Ensino Medio;

    __Ensino Superior;

    __Educaçao de Jovens e Adultos(EJA);

    __Ensino Tecnico.

    Os valores universais consagrados pela humanidade, como fundamentais à igualdade, democracia e tolerancia, devem fazer parte de toda a educaçao.

    A pratica educativa formal que ocorre nos espaços escolares, quer sejam, na Educaçao Infantil à Pos Graduaçao, se dá de forma intencional e com os objetivos determinados, como no caso das escolas.

    No caso especifico da Educaçao Formal, exercida na escola, pode ser definida como Educaçao Escolar, que é o processo de educaçao realizado em um sistema escolar de ensino. O surgimento da educaçao escolar relaciona-se ao surgimento das escolas e das politicas educacionais exercidas pelos estados.

    Considerando o local de Educaçao Formal na aquisiçao da competencia comunicativa da criança, os etnografos estao basicamente preocupados com os padroes de fala que sao desenvolvidos e usados basicamente como uma consequencia da escolarizaçao.

    Devido às escolas serem as pricipais instituiçoes de socializaçao para a sociedade na qual elas funcionam, elas , geralmente, transmitem os valores e as crenças daqueles que as controlam. A escolha da linguagem para a educaçao é a principal consideraçao em contextos multilingues e, refete a estrutura de poder no país, comportamentos para com identidades de grupos, filosofia educacional e prioridades. Sendo a principal funçao da linguagem,, constituir o centro da Educaçao Formal, tanto como meio como objeto de instruçao.

    É urgentre, que a Educaçao Formal nas escolas respeite e promova os "Direitos Humanos" e, tenha condiçoes de construir consciencia voltada a uma cultura.

    A Educaçao Formal, mais do que transmitir conhecimentos tecnicos e especificos, precisa compreender a criança e o jovem como seu todo, e contribuir para o desenvolvimento e formaçao na sua plenitude, preparando-o para o exercicio de cidadania.

    Por outro lado, é fundamental que se tenha estrategias voltadas para o ensino nao-formal , a fim de, tambem, compreender os individuos e sujeitos coletivos, que estao fora dos bancos escolares e, que estao em permanente processo de reflexao sobre o mundo e de como agir de forma responsavel e justa.

    Aprender a lingua materna implica a sua propria cultura e, aprender uma segunda lingua implica a aprendizagem de uma segunda cultura.

    É a aprendizagem com consequencias psicologicas e sociais com o reconhecimento do vocabulario, que é reflexo da cultura do povo e, tambem em relaçao ao grupo de falantes com seus valores simbolicos.

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  23. O objetivo do texto é apressentar o potencial da enculturaçao cientifica dos alunos nas salas de aulas, para discutir as pesquisas nacionais e internacionais realizadas nas escolas.


    " Linguagem e Enculturaçao nas Salas de Aulas".


    O conceito de enculturaçao cientifica tem influenciado nao so no planejamento de atividades didaticas, como tambem, na formaçao dos professores. Levando o aluno a compreender e utilizar as diversas linguagens, dando uma maior segurança ao planejamento das atividades didaticas para o ensino-aprendizagem na formaçao dos professores.

    A aprendizagem da linguagem para criança é uma parte integral da enculturaça, a partir de tres perspectivas:

    1) a linguagem é a parte da cultura e assim, parte do conhecimento, atitudes e habilidades que sao transmitidas de uma geraçao para a outra;

    2) a linguagem é o meio basico, por meio do qual outros aspectos da cultura sao codificados e transmitidos;

    3) a linguagem é uma ferramenta, que as crianças podem usar para explorar o desenvolvimento social.

    A escola leva a criança, ha engajarem em cultura academica de atividades, que diferem da cultura relevante do dominio do conhecimento. No entanto, tais culturas escolares nao podem ensinar como usar essas ferramentas conceituais como elas sao usadas na pratica autentica.

    O aprendizado do uso de conceitos e de ferramentas, implicam numa mudança na visao de mundo do aprendiz, atraves de um sistema de crenças culturais, no qual as ferramentas sao utilizadas. Assim, para que a enculturaçao ocorra, os estudantes precisam ter a oportunidade de expor suas ideias sobre os fenomenos da natureza, num ambiente encorajador, adquirindo segurança e envolvimento com as praticas cientificas. É claro, que a simples exposiçao dos alunos à realizaçao de trabalhos em grupos, nao é condiçso suficiente para que compreendam os aspectos sociais e historicos da comunicaçao. É importante levar em conta os temas envolvidos em tais trabalhos, assim como a forma com que sao conduzidos pelo professor.
    Quando nos referimos ao termo argumentaçao nas aulas, estamos interessados nas intervençoes dos alunos , durante discussoes, visando à construçao de explicaçoes coletivas para determinados fenomenos, e nao em meros jogos de competiçao oratoria desprovida de conteudo.

    Entao, ao falarmos de enculturaçao, referimo-nos ao processo antropologico de aquisiçao da propria cultura, mediante, o qual os membros de uma sociedade, tomando consciencia do mesmo, tornam-se tambem seus participantes. Por meio deste processo, o individuo se habitua ao modelo de vida da sua sociedade, aprendendo suas formas de comportamentos. Este processo é o mecanismo dominante em relaçao à formaçao da estabilidade cultural, e desempenha um papel muito importante na formaçao da personalidade do individuo.

    Tal processo é individual e dura por toda uma vida. Na infancia , é muito acentuado e, notavelmente, receptivo, visto que atende a aceitar facilmente todas as mensagens culturais.
    Na idade adulta, perde de intensidade à medida que cresce a consciencia e a capacidade critica do individuo, ainda que este dificilmnte, se disponha a uma reformulaçao cultural.

    Vale ressaltar que o processo de enculturaçao comporta os seguintes passos:

    __ assimilaçao dos comportamentos dominantes na sociedade;

    __conformaçao do comportamento individual aos paradigmas culturais assimilados;

    __aquisiçao de habitos, usos e costumes;

    __interpretaçao dos fenomenos biologicos à luz dos significados transmitidos pela cultura.

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  24. Parabéns,seu Blog está ótimo.
    Bjus! Catia

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  25. Oi, Catia:

    Agradeço sua visita ao meu Blog e, espero que o divulgue aos seus colegas de profissao. Pois, todos os textos escritos sao 'sui generis' e, serviram de ajuda para diversos campos educacionais. A experiencia e a determinaçao , fazem de mim uma guerreira em compartilhar e partilhar, atraves das minhas pesquisas cientificas, novas fronteiras para todos inseridos ao processo politico pedagogico do seu cotidiano.

    Beijocas Carinhosas,

    Solange.

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  26. Oi, Catia:

    Eu é que te agradeço a visita no meu Blog, se possivel, divulgue-o para seus colegas de profissao. Conforme, voce pode observar, todos os textos escritos sao 'sui generis' e, a colaboraçao educacional da qual me propus neste Blog, é compartilha e partilhar, pela experiencia profissional, com os colegas novatos e mesmo os mais antigos na carreira do magisterio o auxilio as suas duvidas.

    Beijinhos Carinhosos,

    Solange.

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  27. Volto a postar um texto da Educaçao de Jovens e Adultos(EJA), dessa vez, fazendo um "Raio X" do perfil socioeconomicocultural desses estudantes, que sao homens e mulheres que chegam à escola com crenças e valores ja constituidos. Sao os verdadeiros "protagonistas" de historias reais e ricos em experiencias vividas. Sua visao de mundo, que retomam aos estudos depois da fase adulta, apos um tempo afastaso da escola, ou mesmo daquela que inicia sua trajetoria escolar nessa fase da vida, é bastante peculiar.

    "O Perfil dos Estudantes da Educaçao de Jovens e Adultos(EJA)"

    'PRIMEIRA PARTE':

    No Brasil a EJA, sempre foi destinada às camadas mais pobre da populaçao constituida por jovens e adultos trabalhadores, pobres, negros, subempregados, oprimidos e excluidos. Nessa ordem de raciocinio a EJA, representa uma divida social nao reparada para com os que nao tiveram dominio da escrita e da leitura, como bens sociais na escola ou fora dela.

    A EJA, enquanto modalidade educacional que atende a educandos-trabalhadores, tem como finalidade e objetivo o compromisso com a formaçao humana, com o acesso `a cultura geral, de modo que os educandos, venham a participar politica e produtivamente das relaçoes sociais, com comportamento etico e compromisso politico, atraves do desenvolvimento da autonomia intelectual e moral. A educaçao deve voltar-se para uma formaçao nas quais os educandos-trabalhadores possam: aprender permanentemente; refletir criticamente; agir com responsabilidade individual e coletiva.

    O trabalho, por exemplo, tem papel fundamental na vida desses estudantes , particularmente, por sua condiçao social e, muitas vezes, é so por meio dele que eles poderao retornar à escola ou nela permanecer, como tambem valorizar as questoes culturais, que podem ser potencializadas na abertura de espaços de dialogo, troca, aproximaçao, resultando interessantes aproximaçoes entre jovens e adultos.

    Cada realidade corresponde um tipo de aluno e nao poderia ser de outra forma, sao pessoas que vivem no mundo adulto do trabalho, com responsabilidades sociais e familiares, com seus valores eticos e morais formados a partir da experiencia , do ambiente e da realidade cultural em que estao inseridos.

    Ao escolherem o caminho da escola os jovens e adultos, optam por uma via propicia para promover o seu desenvolvimento pessoal e levantar sua auto-estima , mesmo dentro da vida cotidiana na sua vivencia social, familiar e profissional. Suas visoes de mundo estao mais relacionadas ao "ver" e ao "fazer", uma visao de mundo apoiada numa adesao espontanea e imediata às coisas.

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  28. CONTINUANDO O TEXTO DO PERFIL DOS ESTUDANTES DA EJA.


    'SEGUNDA PARTE':

    A grande maioria desses alunos, ficam especialmente, receptiva as situaçoes de aprendizagem. Manifestam encantamento com os procedimentos , com os saberes novos e com as vivencias proporcionadas pela escola. Essa atitude de 'maravilhamento' com o conhecimento, é extremamente positiva e precisa ser cultivada e valorizada pelo professor , porque representa a 'porta' de entrada para exercitar o raciocinio logico, a reflexao, a analise, a abstraçao e, assim construir um outro tipo de saber : o conhecimento cientifico.

    Como cidadaos e trabalhadores que sao, esses estudantes querem se sentir sujeitos ativos, participativos e crescer cultural, social e economicamente.

    Os homens , mulheres, jovens, adultos e idosos que busca a escola pertencem todos a uma mesma classe social, sao pessoas com baixo poder aquisitivo, que consomem, de modo geral, apenas o basico à sua sobrevivencia(aluguel, agua, luz, alimentaçao, remedios para os filhos-quanto os tem). Os seus lazeres ficam por conta dos encontros familiares ou dos festejos e eventos das comunidades que participam, muitas vezes, ligados, às igrejas ou associaçoes de bairros onde moram.

    Uma caracteristica frequente nesses estudantes é sua baixa auto-estima, muitas vezes reforçadas pelas situaçoes de fracasso escolar; voltando à sala de aula revelando uma auto-imagem fragilizada, expressando sentimentos de insegurança e de desvalorizaçao pessoal frente aos novos desafios. Vale destacar, que outras motivaçoes levam os alunos jovens e adultos para a escola. Uma delas á a satisfaçao pessoal, a conquista de um direito, a sensaçao de capacidade e dignidade que traz satisfaçao pessoal.

    Ao pensar em responder a seguinte pergunta: O que a escola representa para esses estudantes da EJA? É importante, sabermos que essa realidade vivida por esses alunos, nos leva à conclusao de que, para eles a escola representa diferentes perspectivas, passando a ser um espaço de sociabilizaçao, de transformaçao social e um espaço de construçao do conhecimento. Pois, a constituiçao do estado de analfabetismo que começou na infancia, com a situaçao socioeconomicacultural da familia, levou a contribuir para que a frequencia na escola por esses estudantes da EJA, fosse interrompida ou nunca iniciada no tempo certo da idade de escolaridade.

    O jovem e o adulto analfabeto tem sua imagem formada, à partir da identidade construida nesta situaçao socioeconomicacultural, devido, uma vida de pobreza, de trabalho intenso e, nao sentindo nenhuma necessidade de ler e escrever. Esses estudantes tomam como base os valores e principios dos grupos dos quais fazem parte e, das praticas sociais exercidas nos contextos de sua infancia. Mas, ao fazerem parte de um circulo de relacionamento pertencente a uma cultura diferente da qual estavam acostumados , seus papeis mudam e sua identidade tambem.

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  29. De acordo com as variaveis dos alunos da EJA, atraves, de suas idades, grau de escolaridade, sexo, sendo possivel, ampliar essas variaveis sociais e estabelecer relaçao com o nivel economico e familiar, sem perder o foco na auto-estima desses alunos, onde os seus sentimentos e as suas emoçoes, valorizam sua imagem numa interaçao, é que resolvi postar alguns comentarios a respeito da "identidade" desses alunos.


    " A Identidade dos Alunos da Educaçao de Jovens e Adultos(EJA)".

    A constituiçao da identidade desses alunos da EJA, é transformada, mediante, modelo de letramento que visam a "filiaçao de jovens e adultos analfabetos a um outro grupo social, isto é, que visa à identificaçao desses alunos com os valores e crenças dos grupos que usam a escrita para fazer sentido da situaçao nas praticas cotidianas"(Kleiman, 2002).

    Mediante, a citaçao acima da autora, o que me leva a compreender, é que o fato de a interaçao social ser um jogo de ajustamento das expectativas dos integrantes de sua identidade, pressupoe que os processos de construçao identitaria , sejam condicionados, em grande parte, às expectativas das suas faces frente a sua interaçao.

    É, nessa perspectiva que podemos dizer que o conceito de face desses alunos, esta imbricado no conceito de sua identidade. Pois, fora e dentro da escola, a identidade do nao alfabetizado é afetada por esteriotipos e preconceitos que atingem de forma às faces desses individuos.

    Concebemos, desse modo, que é papel do educador, que é um formador de conhecimentos, favorecer situaçoes de reflexao acerca das condiçoes de participaçao social desses individuos, que ja carregam consigo uma imagem conturbada e insegura ao interagirem numa sociedade. Por outro lado, mesmo considerando que o aluno jovem e adulto tem uma participaçao efetiva na sociedade e nos diversos grupos sociais, o acesso ao dominio de cada principio é limitado, porque ele nao dispoe de ferramentas que os possibilitem tais participaçoes, principalmente, no dominio dos mecanismos de leitura e escrita e de alguns conhecimentos textuais necessario numa interaçao.

    Embora, nao seja possivel, fazer generalizaçao a partir do escrito acima, é possivel, inferir a partir do conhecimento dessa modalidade de ensino, que esses alunos , cuja trajetoria de vida os impossibilitou de frequentar a escola, e cuja, realidade social e economica é a pobreza, vivem uma situaçao paradoxal por força de uma sociedade que atua na identidade desses individuos. O paradoxo que resulta, por um lado, é a necessidade de se ter acesso aos bens da cultura e, por outro lado da dificuldade que a propia condiçao social e economica desses alunos lhe impoem e, os levam a adiar o seu projeto de ler e escrever.
    Sendo de summa importancia, ressaltar aqui no texto, que alguns programas governamentais, ao longo da historia das campanhas em prol da alfabetizaçao de jovens e adultos no Brasil, contribuiram para institucionalizar os esteriotipos contra os nao escolarizados ao manifestarem suas representaçoes sociais negativas dentro da sociedade.

    O aluno da EJA, esta situado num mundo, onde, constantemente, suas identidades coletivas e individuais estao sendo fragmentadas, com o proposito de serem reconstituidas sob a influencia dos aspectos culturais, sociais, politicos, economicos e historicos.

    E, com a necessidade de elevar sua escolaridade, o aluno da EJA, tenta inserir-se e/ou manter-se no mercado de trabalho, pelo processo de constituiçao identitaria, ja que ele tenta (re)assumir sua identidade estudantil e, consequentemente, para(re)contituiçao da sua identidade cultural.

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  30. O texto escrito tem como objetivo avaliar o "perfil" do processo de formaçao dos educadores da EJA.
    Hoje, ha muitas escolas, com um grande numero de professores em atividade com deficiencia na sua formaçao previa. O problema se torna ainda maior no caso de professores para o ensino de jovens e adultos(EJA) que devem trabalhar com um publico discente especifico com uma historia de vida que deve ser considerada no processo de ensino e de aprendizagem. Portanto, colocarei minhas consideraçoes a respeito desses professores da EJA.


    "O Perfil do Professor da Educaçao de Jovens e Adultos(EJA)"

    'PRIMEIRA PARTE'

    A formaçao dos professores , hoje no Brasil, tem sido alvo de grandes questionamentos. No que diz respeito à preparaçao dos educadores que atuam na EJA, é necessario avaliar os momentos e os espaços nos quais esta formaçao vem sendo realizada, bem como as exigencias, as expectativas e os interesses envolvidos, assim como as instituiçoes que majoritariamente, vem assumindo a funçao de formadora de educadores. Infelizmente, o que se percebe sao profissionais que atuam na formaçao de alunos de nivel fundamental e medio, na maioria das vezes, atuando com alunos da EJA, nao sendo possivel uma pedagogia determinada para um um certo nivel de ensino atuar em outro. Sendo, hoje, este o maior problema que a EJA enfrenta nas suas praticas pedagogicas.

    A falta de profissionais com 'perfil' para trabalhar na EJA , é um problema muito serio e que acarretar dificuldade para que possamos seguir as bases curriculares oferecidas nos parametros educacionais.
    Ser professor da EJA nao é para qualquer profissional. Ele precisa ter o perfil adequado , pois a metodologia tem que ser diferenciada bem como a forma de relaçao professor/aluno.

    Na formaçso continuada tem que se procurar enfocar: metodologia, avaliaçao e relaçao professor/aluno de forma sistemica, sendo o mais objetivo possivel.

    A diferença de faixa etaria é outro problema encontrado nesa modalidade de ensino, onde os jovens e os adultos possuem comportamentos diferentes.

    Paulo Freire, no seu metodo de alfabetizaçao, visando à libertaçao, dá um significado especial a esta relaçao professor/aluno: "Para ser um ato de conhecimento o processo de alfabetizaçao de adultos demanda, entre educadores e educandos, uma relaçao de autentico dialogo".

    Nesta perspectiva, portanto, os alfabetizadores assumem , desde o começo da açao, o papel de sujeitos criadores.

    Infelizmente, para um país que pretende ser uma potencia mundial como é o caso do Brasil, temos estatisticamente, comprovado um numero significante de analfabetos, sendo um ruido na imagem brasileira.

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  31. Dando continuidade ao texto o "Perfil do Professor da Educaçao Jovens e Adultos(EJA)"

    'SEGUNDA PARTE'


    Na EJA, para efetivar essa mediaçao, o professor necessita inicialmente apropriar-se das condiçoes sociohistoricas de produçso que os alunos e ele proprio se constituem como seres sociais, que ocupam uma posiçao na sociedade e no mundo do trabalho contemporaneo.

    Entendo, perfeitamente que o objetivo do professor é a consciencia do aluno, o professor de jovem e adulto necessita compreender que esses alunos sao sujeitos trabalhadores que se relacionam precariamente com o mercado de trabalho.

    Nao ha como negar que a EJA tem demandas proprias, sendo impossivel desenvolver programas de qualidades sem que os recursos estejam garantidos e, normalmente, nas escolas , esses professores se veem obrigados a improvisarem o local para suas aulas , os materiais utilizados e ate mesmo os educadores sao 'arranjados'. Para resolver essa demanda, a profissionalizaçao do corpo docente e o enriquecimento dos ambientes da aqprendizagem sao fundamentais.

    As razoes que fazem, ainda hoje, alunos da EJA identificar esses professores como um 'amigo', 'mae' e ate 'psicologo' estao intrinsecamente relacionadas à compreensao distorcida, historicamente difundida, da profissionalizaçao do magisterio.

    O papel dos professores é destacar a curiosidade, indagar a realidade, problematizar, ou seja, transformar os obstaculos em dados de reflexao para entender os processos educativos, que como qualquer faceta do social, esta relacionada com seu tempo, sua historia e seu espaço.

    Uma tarefa fundamental desses professores da EJA é conhecer que saberes e habilidades os alunos desenvolvem em funçao do seu trabalho no seu dia-a-dia. Assim, cada vez mais, os professores da EJA tem de lidar com varias situaçoes: a especificidade socioeconomica do seu aluno, a baixa auto-estima decorrente das trajetorias de desumanizaçao, a questao geracional, a diversidade cultural, a diversidade etnico-racial, as diferentes perspectivas dos alunos em relaçao à escola, às questoes e dilemas politicos da configuraçao do campo da EJA como espaço de direito do jovem e do adulto, principalmente, os trabalhadores. Dai, a necessidade no campo da formaçao continuada desses professores para que nao fiquem ausentes dessa discussao e, assim, terem alternativas e estrategias pedagogicas para superar essa situaçao em sala de aula.
    E mais, é preciso discutir a questao socioeconomica e de classe de maneira conjunta, na formaçao inicial e continuada dos professores. Ha um grande desentendimento sobre a seriedade e o peso dessas questoes na vida dos alunos.

    A escola é a instituiçao social que pode ajudar em um processo de educaçao para a diversidade etnico-racial, mas, para tal, é preciso que esses professores as vivenciem na sua trajetoria escolar e profissional.

    Este texto, tem como foco principal, identificar as caracteristicas que deve possuir o professor que atua na educaçao de jovens e adultos e, a importancia do 'respeito'ao conhecimento que o aluno traz de seu dia-a-dia. Fazendo assim, com que o aluno jovem e adulto seja um ser pensante, critico e produtor do seu conhecimento, isto é requisito basico para o professor.

    É, oportuno lembrar que todos podem e devem contribuir para o desenvolvimento da EJA: os governantes devem implantar politicas integradas para a EJA, as escolas devem elaborar um projeto adequado para seus proprios alunos e nao seguir modelos prontos, os professores devem estar sempre atualizando seus conhecimentos e metodos de ensino, os alunos devem sentir orgulho da EJA e valorizar a oportunidade que estao tendo de estudar e ampliar seua conhecimentos.

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  32. Este texto objetiva, mostra as bases de uma interrogaçao sistematica sobre a "identidade" dos professores da EJA.
    A ideia principal é mostrar a gestao da 'IDENTIDADE' dos professores da EJA como ato crucial para a compreensao, quer de sistemas educacionais democraticos, quer como totalitarios na pessoa humana do professor.

    "A Indentidade do Professor da Educaçao de Jovens e Adultos (EJA)"

    A identidade é "produzida", atraves de um discurso que, simultaneamente, explica e constroi o sistema.

    A identidade do professor da EJA, simboliza o sistema de ensino. Em razao disso, coloca-se a questao da aprendizagem do professor que, enquanto sujeito singular, possui sua historia de vida, aprendendo e construindo seus saberes na experiencia. De tal maneira, que a apresentaçao para a significaçao da sua formaçao continuada, se faz como espaço e tempo de reflexao e de produçao pedagogica, contribuindo e estimulando, a assumirem a responsabilidade de seu proprio desenvolvimento profissional e pessoal. Participam como protagonistas na implementaçao das politicas publicas educacionais dentro do contexto da EJA, que emerge , hoje, como uma das questoes significativas do processo educacional de nosso país.

    A construçao dessa identidade, esta , alem, das paredes da escola e das salas de aula, das abordagens tecnicas e das metodologias nas praticas educacionais.

    Ser professor e ser pessoa, exige saberes muito mais amplos que estao , alem do saber de ensinar.
    Desta forma, percebemos que o ensinar pessoas adultas, exige dos professores, o dominio de novos saberes docentes ou saberes profissionais que sao apoiados por saberes praticos, adquiridos pela experiencia desses profissionais da EJA e, que sao aprendizagens do cotidiano, que nao sao de uso exclusivo dos professores, sendo um conjunto de saberes praticos que podem trazer a um esquema estrategias, que irao ajudar o professor na capacidade da organizaçao pedagogica.

    As pessoas sao formadas por um processo de identificaçao que acaba por projetar-se em suas identidades pessoais e culturais, tornando-se , as vezes, provisorias, variaveis e problematicas no seu desempenho individual.

    O individuo procura se descobrir , atraves de suas potencialidades, dentro das situaçoes que sao construidas ou reconstruidas , ao longo de sua trajetoria, enquanto um ser que atua e pensa numa sociedade, onde o processo de transformaçoes ocorrem em plena atuaçao do professor.

    A identidade do professor, é construida a partir da relevancia que cada profissional dá a sua propria atividade como docente, atraves de seus valores, atuaçao no mundo, representaçoes de vida, saberes, sentimentos no seu cotidiano. Alem, dos discursos empregados pelos professores , existi a experiencia de vida que vai influir na formaçao de sua identidade.

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  33. CONTINUANDO O TEXTO: "A Identidade do Professor da Educaçao de Jovens e Adultos (EJA)"

    Nao podemos deixar de comentar, que a realidade existente nessa identidade do professor da EJA, mostra-se situada e vinculada na sociedade como: baixa remuneraçao, salas de aula com alunos turbulentos e em alguns casos com a falta dos materiais didaticos, que acabam por prejudicar o bom andamento do ensino e da aprendizagem, que o professor idealizou para sua pratica pedagogica na sala de aula com esses alunos da EJA, ja tao desprovidos de conhecimentos e saberes cientificos.
    Ser professor , de modo geral, nos dias atuais, é mais do que se ter uma profissao. É , algo que deve ser visto com muito respeito e amor à arte de ensinar. É algo, que vai alem do salario recebido no fim do mes. É a certeza, de um incentivo pessoal , que deve ser motivado dia-a-dia, a fim de seguir adiante com a meta esclarecida, de estar fazendo o melhor possivel, dentro das possibilidades educacionais que lhes sao oferecidas no cotidiano escolar.

    Nessa pratica profissional, o professor deve (re)pensar todos os dias , com a certeza da reflexao e do aprimoramento intelectual, que pode cada vez mais melhorar, e assim, tornar uma das principais peças de sua formaçao, o desempenho ao ensino desses jovens e adultos.

    As palavras "professor" e "profissao" sao proximas em seus significados, porem distantes em suas açoes. O professor é o sujeito que diz a verdade publicammente, socializando seus conhecimentos, enquanto, que a profissao é a ocupaçao ou atividade especializada ao ato de professar.

    Toda profissao afirma uma 'identidade' e, isto nao é um dado adquirido, nao é uma propriedade , nao é um produto.

    A identidade do individuo, é um lugar de lutas e de conflitos, onde o espaço de sua construçao , se faz da maneira de ser e de estar na sua profissao.
    Ao tentarmos identificar o processo que origina a identidade do professor, devemos perceber, portanto, a indissoluvel uniao que existe entre o professor como pessoa e o professor como profissional.

    As implicaçoes dessas identificaçoes sao obvias, pois nao podemos exigir que um professor ofereça , alem das suas possibilidades e limites pelos quais foi educado.

    A sobrecarga das atividades atribuidas ao professor da EJA, em muitos casos, decorrem da falta de dialogo dos professores com seus alunos. Embora, os professores estejam conscientes que a profissao mudou nas ultimas decadas, ensinar nao é mais uma obrigaçao diversificada e, sim uma troca de conhecimentos, onde os professores e os alunos acabam ganhando novos aprendizados.

    A principio nao existe nada de tao enriquecedor, nas praticas pedagogicas educacionais, do que essa troca de experiencias aos conhecimentos adquiridos pelo cotidiano , onde as pessoas cooperam para realizaçoes de novos acontecimentos.

    Em sintese, a sobrecarga, o isolamento e o pensamento de grupo, sao questoes capazes de ampliar a crise de 'identidade' do professor. Apesar, de algumas dessas crises terem a sua origem em diversos fatores como: politico, social, cultural e economico. Mesmo assim, vale observarmos com atençao e cuidado especial, que as vivencias do cotidiano de ambos(professor/alunos), podem ser vistas como uma forma de organizar de modo a intensificar ou minimizar o problema da identidade assumida pelo professor em sala de aula.

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  34. Postarei uma homenagem pelo "Dia Internacional da Mulher", que é comemorado no dia 08 de Março e, quero como mulher: mae, esposa, profissional, guerreira, lutadora, determinada, deseja à todas as mulheres muita PAZ E LUZ para continuarem firme suas lutas e seus desafios.

    "A VOCE MULHER, SER VALIOSO E UNICO NO MUNDO"


    A Mulher nasce para fazer e contar sua historia. Historias, essas que sao cheias de luzes de vida e de amor pela simplicidade de ser, simplesmente, uma Mulher.

    O mundo seria melhor se todos respeitassem e idolatrassem a Mulher.

    A Mulher nasce pra dar a luz, para outros seres e ser chamada de MAE.

    No mundo, elas nascem em maior numero para que o verde da esperança , jamais empalideça e suas maos suaveis e carinhosas, acareciem os seus amores na vida.

    A Mulher é o ser humano que entende o canto dos passaros e, mais do que ninguem, ela valoriza e protege seus ninhos.

    Elas amam e cuidam dos seus frutos, mesmo sabendo que um dia o mundo os levara para longe.

    Mesmo as Mulheres que nao dao frutos, tem seu valor precioso, pois oferecem sua sombra àqueles que necessitam de descanso e seu coraçao voa alto, suficiente para escutar de perto os recados que vem do Ceu.

    Por mais que escutemos dizer que o homem é o "cabeça" da familia, ao lado dele existe sempre uma Mulher para escutar, cuidar e reconhecer tudo que é feito nessa vida.

    É facil encontrar uma Mulher que tenha duvidas, TPM, incertezas... O dificil é conseguir ser completa e inteligente como uma Mulher.

    E, assim vamos vivendo nossas vidas harmoniosas, repletas de sonhos, sentimentos e ideais.

    Vamos batalhando e encontrando um lugar ao Sol. Pois, na nossa rotina o que queremos é sempre fazer o melhor.

    No final de nossas vidas ficamos velhas, doentes, depressivas, mas nunca perdemos o brilho no olhar e o sorriso nos labios, na esperança de termos realizado o grande sonho de nosso coraçao, por termos vividos momentos para refletir, que nossa vida foi algo unico e maravilhoso.

    Somos lutadoras e incansaveis, quando fracassamos, choramos muito, ficamos tristes, mas logo nos recuperamos para outra batalha de vida e superaçao.

    Sao nas atitudes mais singelas e humilde que encontramos na Mulher, o desejo de ser sempre gentil com as pessoas, em perdoar aqueles que à ela fazem mal.

    Hoje, peço ao meu DEUS de AMOR e de JUSTIÇA que ame cada uma dessas Mulheres que habitam o planeta Terra e, que as nossas mentes possam se transformar numa mente semelhante à TUA, meu DEUS.

    Que a TUA vontade seja feita em nós e que nossos atos , sejam sempre para honrar , dignificar e exaltar o seu nome SANTO, que habita dentro de cada uma de nós: MULHER!!!

    Abençoe meu DEUS UNICO e VERDADEIRO, cada uma dessas Mulheres.

    "FELIZ DIA INTERNACIONAL DA MULHER!!!"

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  35. O texto que postarei esta ,diretamente, ligado a minha caminhada profissional que inclui participaçao em diferentes niveis de ensino e, aos desafios que tive que enfrentar na minha trajetoria academica. Sempre com um 'olhar' direcionado ao ensino/aprendizagem que compartilhei com meus alunos, para que no futuro eles pudessem desenvolver seus proprios conhecimentos.
    Com um forte interesse sobre a "linguagem" e, devido minha atuaçao nas salas de aulas, onde a interaçao comunicativa do professor com seus alunos e o respeito pela classe social desses alunos, e os usos linguisticos empregados na lingua materna, é que resolvi elaborar este texto.

    "Linguagem e Interaçao: um olhar analitico na sala de aula com foco na troca comunicativa do professor com seus alunos".

    Em relaçao a essa interaçao aqui destacada, atraves da linguagem exercida na sala de aula , a social-discursiva, é a que passa a ser importante neste texto, pois sua definiçao é de um cenario de uso mais amplo como, por exemplo, a linguagem da sala de aula e a forma como tais cenarios interagem com os usos linguisticos. Portanto, ha um distanciamento com os topicos de interesse mais tradicionais da pragmatica como:a deixis,a referencia, a anafora e os atos de fala, que estabelecem um recorte de analise mais restrito, no ambito da sentença e de seu contexto imediato. De fato, a interaçao linguistica com os alunos implica numa abordagem interdisciplinar da linguagem, utilizando ferramentas da analise da conservaçao, da etnometodologia, da sociologia, etc.
    Varios sao os exemplos de linguagem e de interaçao apresentada pelo professor numa sala de aula de lingua portuguesa para com seus alunos. Tentaremos mostrar, brevemente, que a ideia de que as palavras tenham seus valores semanticos fixos, que ultrapassam as situaçoes de discurso, vao ao respeito das diversificaçoes linguisticas que sao trazidas à sala de aula pelos seus alunos de diferentes lugares e de diversos grupos socioculturais que convivem no seu cotidiano.
    Essas diversificaçoes linguisticas que ocasionam o problema da variaçao das linguas, vem despertando a curiosidade de varios estudiosos do idioma.
    Havendo assim, diversas causas que contribuem para a diversificaçao linguistica que sao apresentadas como: os condicionamentos socioeconomicos, os geopoliticos, enfim, causas essas chamadas linguistica externa que interferem, indiscutivelmente, na linguistica interna, a ponto de duas pessopas nao falarem, exatamente da mesma maneira, a mesma lingua materna.
    É importante observar, tambem, que ao lado de toda essa diversificaçao ha uma tendencia para manter-se a norma linguistica, que é o conjunto de habitos linguisticos coletivos, como a todos os elementos de um grupo e que ganham força de convençoes tacitas, leis, admitidas pela maioria e conservadas, atraves das geraçoes com caracteristicas prescritas. Sendo muito importante destacar aqui o papel do professor na sala de aula, diante desse emaranhado de conceitos.

    É funçao do professor de lingua portuguesa levar seus alunos a adquirir, como se fosse uma segunda lingua, a competencia no uso das formas linguisticas da norma socialmente prestigiada, a guisa de um acrescimo aos usos linguisticos regionais e coloquiais que ja dominam.
    O objetivo do texto nao é propor que se "aprenda a norma culta em vez do portugues que voce fala", e sim "aprenda a norma culta alem do portugues que voce fala" e, utiliza uma ou outra segundo as circuntancias.

    Em funçao dessas diferenças culturais e regionais, e das discrepancias de objetivos, professor e aluno nao conseguem se entender , mutuamente, sobre o sentido dos termos regionais usados no Nordeste e os usados no Sul e Sudeste.
    Isso gera uma interaçao problematica, como os exemplos abaixo:

    __na regiao Sul e Sudeste, a palavra é "aipim", ja no Nordeste pronuncia-se "macaxeira";
    __o baiano nao pronuncia "ketchup" e sim "quetechape";
    __as vogais sao pronunciadas pelos baianos em tom aberto.

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  36. CONTINUAÇSAO DO TEXTO: "LINGUAGEM E INTERAÇAO: um olhar analitico na sala de aula com foco na troca comunicativa do professor com seus alunos:

    Esses exemplos sao pra mostrar que podemos trabalhar na sala de aula sobre a visao da linguagem social, atraves das variaçoes linguisticas dos falantes da lingua materna. E, se o professor tiver competencia e habilidade, enriquecera sua aula dentro de um contexto da linguagem e da interaçao; respeitando as variaçoes de linguas diatopicas(regional, de acordo com o lugar) e diastraticas(nivel socioeconomico do falante).
    Esses exemplos acima, de linguagem e interaçao numa sala de aula de lingua portuguesa, acaba por leva o professor e seus alunos ha um coflito de interpretaçao.
    Baktin(1992), salienta que quem ouve um discurso adota para com ele uma atitude "responsiva ativa", ou seja, concorda, discorda, completa, adapta, executa, mesmo que em grau muito variavel. E quem fala, por outro lado, nao diz apenas palavras num mercado de simples troca de informaçoes, pelo contrario, as palavras representam, na troca efetiva, pedidos, suplicas, ameaças, interrogaçoes, manifestaçoes de carinho, apreço, solidariedade, ou seja, o discurso tem a materialidade de seu elo historico. Dizer e escutar palavras, assim, é so uma parte do que se pode entender por comunicaçao.

    Baktin(1992), considera que a verdadeira substancia da lingua é constituida pelo fenomeno social da interaçao verbal:realidade fundamental da lingua, realizada atraves da comunicaçao, ou seja, parece haver um consenso em torno da concepçao pragmatica de lingua/linguagem. Nessa perspectiva, atraves da linguagem, o individuo age, atua sobre o outro, e realiza açoes com diferentes objetivos.

    Entao, refletir sobre o ensino/aprendizagem passa a ser pre-requisito basico para compreender e desenvolver as atividades de ensino da lingua materna, numa perspectiva interacional. Uma concepçao pragmatica de lingua/linguagem e uma concepçao interacionista de aprendizagem estao , diretamente, associadada à pragmatica social e a competencia interacional em sala de aula.

    A aula em si é uma interaçao. A movimentaçao do professor pode, no entanto, ser um fator para promover com mais ou menos frequencia esta interaçao.
    A interaçao passa a ser nao so um meio de ensinar/aprender, mas, tambem um objeto de aprendizagem e, portanto, um objeto de reflexao metalinguistico.

    O professor preocupado em promover interaçoes construtivas do ponto de vista da aprendizagem e do ponto de vista da interaçao valoriza as intervençoes do aluno e sempre as solicitam. Sem a possibilidade de participaçao efetiva do aluno, nao ha possibilidade de criaçao em sala de aula. Se a fala é um recurso especial para que o aluno marque sua presença em sala de aula, é preciso tambem que ele seja "ouvido". Propoe-se, entao, ao professor a quebra dessa rigidez e que o mesmo deixe o aluno falar. O que ira enriquecer as trocas comunicativas na sala de aula é propor ao professor que permita que haja trocas de interaçoes, atraves da linguagem para que aconteça uma comunicaçao interacionista. Em outras palavras, diriamos que o professor, na maioria das vezes, levado, inconscientemente, pelos proprios valores que o envolvem, poderia abrir mao do "autoritarismo" que a hierarquia lhe outorgou; poderia, no minimo, permitir que a linguagem do espaço escolar se tornasse polemica, pela aceitaçao de vozes discordantes, e a partir dai, promover um trabalho , atraves do qual ele e seus alunos cresçam como individuo.

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  37. CONCLUINDO O TEXTO "LINGUAGEM E INTERAÇAO:um olhar analitico na sala de aula com foco na troca comunicativa do professor com seus alunos"

    A falta de respeito com que é tratada a variedade linguistica de um grande setor social impoe aos alunos o silencio. Sem participar das discussoes e das argumentaçoes, nao ha uso da linguagem no contexto da sala de aula. E, como podem os alunos participar se sao levados a envergonhar-se de sua variedade linguistica.
    A questao de como se da a relaço entre o ser humano, a sociedade, a formaçao da consciencia e de qual é o papel da linguagem nesse processo é rediscutida por Fiorin.
    Fiorin(2000,p.35), afirma que "o homem é produto de relaçoes sociais ativas e inteligentes" e a consciencia é formada pelo conjunto dos discursos interiorizados pelo individuo ao longo da vida. Assim, o autor explica que , como materializaçao da consciencia e instrumento de comunicaçao, a linguagem constitui um fator social, ou seja, que sofre determinaçoes sociais.

    A decorrencia das afirmaçoes de Fiorin, apresentadas neste texto, de que o falante forma sua consciencia pelos discursos que assimila e passa a verbalizar essa consciencia , atraves da linguagem, é de reconhecer que esse falante é, na verdade, um "suporte das formaçoes discursivas" e, portanto, ideologicas e sociais. A linguagem carrega consigo, em cada signo, uma dada ideologia, um dado valor social.

    O objetivo principal do texto é considerar como pontos cruciais as seguintes perguntas:

    -os falantes da variedade nao-padrao da lingua tem alguma consciencia das diferenças linguisticas existentes?
    -a consciencia da diversidade linguistica pode influenciar no processo de ensino/aprendizagem da lingua?

    Bem, na pratica o que vamos observar sao alunos que necessitam reformular suas falas, adequado-as a situaçoes e locais.

    Os falantes sao corrigidos como se a lingua que falam e escrevem nao fosse a mesma lingua portuguesa de todos os brasileiros, mesmo quando expressam corretamente, as formas sintaticas, semanticas e lexicais que sao normas do meio social em que vivem.

    A consequencia dessa violencia linguistica se expressa, geralmente, na criaçao de sentimentos de incompetencia e insegurança linguistica por parte desses alunos. Em ultima instancia, essa contradiçao manifesta-se na rejeiçao do aprendizado da lingua portuguesa culta, que resulta em altas taxas de fracasso escolar(Bagno, 1999, p.74).

    Para concluir o texto, o que buscamos é a caracterizaçao da linguagem e interaçao na sala de aula de lingua portuguesa com um foco na comunicaçao social-discursiva entre o professor e seus alunos.
    Este texto nao sugere opçoes metodologicas para a comunicaçao, atraves da linguagem e interaçao na sala de aula, mas tem um olhar analitico de cunho comunicativo interacionista, resultante em reflexoes a respeito da comunicaçao do professor na sala de aula de lingua portuguesa.

    O perfil do professor comunicador surge, nesse contexto, como uma alternativa para uma açao didatica de entendimentos, visto que lança a discussao e a reflexao a partir do conhecimento que acarreta a comunicaçao e, o respeito pelas variaçoes linguisticas trazidas para o interior da sala de aula pelos seus alunos.

    A intençao que norteia o texto é explorar as varias oportunidades nas quais o professor na sala de aula pode lançar mao, atraves de uma comunicaçao interacionista e, assim formar usuarios da lingua portuguesa, alem de competentes, individuos mais reflexivos, responsaveis, ativos e cooperativos; minimizando, assim a evasao escolar e o fracasso escolar que ainda, hoje, sao grandes colaboradores para que a educaçao em nosso país se encontre em degraus baixos dentro do parametro mundial.

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  38. Postarei uma cronica que relata o medo de ensinar do professor ao admitir seu erro na sala de aula e sua condiçao humana.

    "A Condiçao Humana X O Medo de Ensinar"


    Nao ha racional ou emocional, nao ha libertario ou autoritarismo...

    O que ha sao individuos que descobrem dentro de si mesmo seu equilibrio entre cada passo de suas sentenças ao contrario do que acontece no seu cotidiano na sala de aula.

    A condiçao humana do profissional da educaçao e o medo de ensinar, se ligam a sua missao, pelo exercicio da profissao.

    E, nessa profissao surge as praticas pedagogicas que faz do professor um individuo comprometido e reflexivo ao seu magisterio.

    Mas, ao olharmos com atençao, o que observamos é um professor que precisa admitir seus proprios erros, perante os seus alunos, tornando-o um individuo bem mais mais nobre, alem de reverter o jogo a seu favor.

    Sim, porque o medo de ensinar é um jogo dentro de uma sala de aula, onde os alunos tem conhecimento que o professor é a entidade que detem o conhecimento e a experiencia. E, por isso, nao pode errar???

    Entao, vejamos o seguinte: admitir um erro numa sala de aula para um professor, passa a ser uma demonstraçao de humildade em sua condiçao humana, atenuando o constrangimento e reforçando sua pessoa humana, que esta sujeita as falhas no medo de ensinar.

    Sensivel, SIM, mas profissional!!!

    Esse nosso personagem contracena com os seus alunos, com o fluxo de questoes que apresentam e com os projetos que possuem e cruzam, pois somos seres incompletos, mas sem o temor de revelar as nossas duvidas e as nossas limitaçoes.

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  39. Escrevi essa cronica pensando num tempo, onde o respeito , o comprometimento com o ensino, a troca de experiencia e o ensino/aprendizagem fortalecem um encontro de pessoas numa de sala de aula...

    "A SALA DE AULA DE ONTEM, HOJE E SEMPRE".


    A sala de aula é um espaço muito importante para o ensino /aprendizagem em todas as series escolares. Onde sua importancia se concilia a interaçao dos alunos, onde as normas de convivencias se faz necessaria para que possamos desenvolver estrategias de ensino diferenciado e, assim termos uma sala de sula viva e produtiva, nao necessariamente silenciosa, mas sempre disciplinada.

    Ao falarmos numa sala de aula, imediatamente, a imagem que nos vem a cabeça sao de quatro paredes, uma grande lousa, carteiras, professor(a) e seus alunos. Mas, na verdade, isso é muito pouco para definirmos uma sala de aula.

    A sala de aula é um espaço de trocas de informaçoes, que busca pistas de construçao ao saber e, que é valioso os papeis das pessoas nessa troca de interaçao para uma instancia social, uma vez que vamos estabelecer contato com uma imensa diversidade de seres e formas de pensamentos diferentes que precisam ser ouvidas e respeitadas. Onde o que verificamos é a formaçao das partes de um todo que denominamos "vida".

    Infelizmente, nos dias atuais, ainda, vivenciamos uma sala de aula onde a indisciplina, a violencia, o descaso tomou conta do espaço. E o resultado é um mundo conturbado pela marginalidade e pela falta das politicas pedagogicas mais ativa nas escolas.

    A escola , e por meio dela a sala de aula continuam presas ha um passado, onde a concepçao do 'poder' prevalece na pessoa do professor(a) que manda. É uma burocracia que permanece com a carencia de uma filosofia da educaçao democratica.

    O que esperamos, para os dias atuais, de uma sala de aula é uma maior produtividade com participaçao mais competitivas e ativas e, dessa forma encaminharmos para as 'leis' educacionais a responsabilidade de acabarem com os vestigios de uma pedagogia às avessas, pervertida.

    Hoje, temos uma educaçao escolarizada fincada na escola e nucleada no espaço da sala de aula. Nao é mais interessante -nao me recordo se algum tempo foi- termos uma relaçao pedagogica fincada no "poder".

    Dissociar a sala de aula de seu empobrecimento e deterioraçao brutal é a saida para gerar uma escola de novo tipo, permitindo a sala de aula uma revoluçao social democratica nas relaçoes entre os professores e os alunos e, no influxo que a relaçao provocara na transformaçao da sociedade.

    Ai, surge a saudosa lembrança do grande defensor dos oprimidos Paulo Freire, onde tinha razao ao dizer que ninguem educa ninguem, assim como ninguem se educa sozinho.

    As pessoads so aprendem se existir uma pessoa que queira ensinar; da mesma forma que alguem so ensina se houver um individuo prediposto a aprender. Sua reciprocidade ao ensinar/aprender, que nos leva a concluir que o "EDUCAR" é um ato coletivo entre o educador e o educando, pois ambos devem associar , acima de tudo, seus esforços.

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  40. Cronica escrita, infelizmente, para mostrar o abuso que foi criado e a transformaçao da escola nos dias atuais. Onde a escola como um espaço de harmonia e respeito foi invadida por uma perversa realidade da sociedade, nao permitindo aos seus cidadaos um cotidiano calmo e sereno na busca de seus ideais.


    "O Perfil da Escola ou Realidade Perversa?"

    A educaçao escolar, nos dias atuais, 'deveria' ser um espaço privilegiado para crianças, jovens e adultos das camadas populares, a fim de terem acesso ao conhecimento cientifico e artistico do saber sistematizado e elaborado, do qual a populaçao de baixa renda, infelizmente, é excluida por viver num meio social desfavorecido.

    É uma realidade perversa o que acontece nos dias atuais na escola. Curiosamente, sempre estamos à procura de um culpado por todos esses problemas que é a verdadeira "identidade" das escolas brasileiras.

    Alem disso, notamos no nosso cotidiano flagrantes e atitudes preconceituosas nos atos, gestos e falas acontecendo no ambiente escolar.

    A escola é o espaço onde se encontra a maior diversidade cultural e tambem, é o lugar mais discriminado. Tanto é verdade que existe escolas para ricos e para pobres; de boa e de má qualidade, respectivamente. Por isso, trabalhar as diferenças é um desafio para o professor, por ele ser o mediador do conhecimento, ou melhor, um facilitador do processo de ensino/aprendizagem.

    A construçao da identidade coletiva dos professores se faz presente na problematizaçao assumida por seus autores e reconhecida publicamente. Partindo do modo com que os professores apresentam-se como ator e da auto-imagem que revelam.
    A cronica descreve como abordar as razoes e os modos de viver em conjunto, bem como a dinamica das interaçoes que realizam, envolvendo conflitos, negociaçoes, intercambios e decisoes.

    É assim, que se ouve falar em 'crise da escola', 'crise de identidade do professor', assim como ha quem diga estar "em busca" de sua identidade. Todavia, estudar as relaçoes de "identidade da escola" é tarefa que se torna possivel pelas muitas contribuiçoes teoricas ja existentes, tanto no que se refere à abordagem individual quanto à coletiva.

    O que se requer da escola é que, na mudança, permaneça nela um espaço para a criaçao de um mundo sem colapsos, sem privilegios e sem medo. Sem esquecer a coragem para realizar suas necessarias transformaçoes.

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  41. É tempo de perdoar; é tempo de renascer; é tempo de colher a PAZ aos vossos coraçoes, entao postarei uma homenagem as pessoas que seguem e leem o meu Blog.

    "A PASCOA".

    É a Festa da Libertaçao de todos os cristaos. Nela comemoramos a passagem de CRISTO: "deste mundo para o PAI", "da morte para a vida", "das trevas para a luz".
    O OVO DE PASCOA simboliza que a nossa existencia no mundo esta ligada ao nosso nascimento
    O COELHINHO DE PASCOA sao representados como os animais de maior capacidade de gerar 'filhotes' e, assim simboliza para os cristaos que a Igreja produz novos discipulos a cada instante.
    Minha homenagem aos amigos cristaos e mesmo aos amigos de outra crença ou religiao é que comemorem o Renascimento para a vida eterna, renascendo em vossos coraçoes um momento especial de reflexao para dentro de si e para aqueles que se encontram neste momento aflitos e sem espernça, para aqueles que perderam a Fé em um novo recomeçar, pois esqueceram que a vida é um eterno ressurgir aos nosssos aprendizados.
    Que JESUS ilumine e clarei o caminho das pessoas que buscam seus ideais, desafios, conquistas e nao perderam a Esperança num tempo melhor, pois nao podemos esquecer que JESUS padeceu o martirio da Cruz em nome do PAI e pela HUMANIDADE.
    Desejo que JESUS conceda a cada um que neste momento ler minha homenagem, a graça de ser menos egoista e, mais solidario para com aqueles que necessitam de carinho e de apoio na vida.
    Agradeço ao SENHOR, MEU PAI; SENHOR, MEU DEUS a oportunidade de estar agora, partilhando com meus amigos um pouquinho do muito que a vida me ofertou e agradeço pelo muito que tenho e pelo pouco que possa vir a ter na minha vida e na minha alma crista.
    Assim, como a RESSURREIÇAO tem como objetivo recompensar o corpo com a eternidade e a alma com a perfeiçao mais elevada, espero que ela seja, para cada um como tempo de recompensar, de reparar, tempo de colher a PAZ MUNDIAL!
    Peço a DEUS que proteja, fortalecendo e amparando suas realizaçoes, sentimentos e ternura.
    Que voces recebam muitas bençaos do Ceu e encontre junto ao ninho do coelhinho, alem dos ovinhos de chocolates, muita PAZ, ALEGRIA e ENERGIAS RENOVADAS.

    "UMA FELIZ PASCOA!!!"

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  42. Pensando na construçao de uma escola eficaz , nos dias atuais, que postarei um texto que ajude a fomentar ideia de como uma escola eficaz é vista no ambito educacional do Brasil.

    "A Escola Eficaz".

    A funçao primordial da escola é ensinar. A ideia principal que nos vem a cabeça quando pensamos sobre uma escola eficaz é que so é boa se os alunos nela aprendem.
    Houve uma epoca, no Brasil e em outros países, que alegavam-se que a escola nao era boa porque seus alunos eram pobres, subnutridos, doentes, porque faltava merenda ou porque os pais eram desinteressados.
    Muita gente, ainda hoje, acredita nisso, inclusive dentro de escolas da rede publica.
    So que com as pesquisas sobre escolas eficazes, essas ideias foram desmentidas. Qualquer escola , mesmo nos ambientes mais pobre e dificeis, pode se tornar uma escola eficaz, basta que reconheçam e admitam que a eficiencia da escola pode ser conseguida, atraves do esforço e da mobilizaçao dos profissionais, associados à comunidade.
    Hoje, em qualquer municipio, a maioria das pessoas sabe identificar as boas escolas e sabe o que faz a escola ser boa.
    Para o diretor, o grande desafio é saber como transformar sua escola numa boa escola.
    Existem conhecimentos e modelos a ser seguidos, mas nao ha magicas, segredos e misterios, que so algumas conhecem.
    Toda escola pode se tornar uma escola eficaz, desde que haja uma politica pedagogica voltada para o comprometimento com a escola.
    O Plano de Desenvolvimento estabelece, tambem as estrategias de capacitaçao tecnicas e de desenvolvimento pessoal dos profissionais da educaçao. Essas estrategias sao focalizadas no programa de ensino dos alunos, e nao sao decididas pela Secretaria de Educaçao:elas fazem parte das tarefas das escolas, e sao responsabilidade dos profissionais, ali alocados, e do diretor.
    Na escola eficaz os professores e dirigentes sentem-se responsaveis e se responsabilizam pelas decisoes pedagogicas: o que ensinar, quando ensinar, como ensinar.
    A escola possui um projeto, um programa que é compartilhado por todos e implementado, atraves das atividades que acontecem dentro e fora da sala de aula.

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  43. Dando continuidade ao texto: "A Escola Eficaz".



    Tudo na escola eficaz é educativo e contribui para os objetivos educacionais.
    A autonomia pedagogica da escola eficaz , tambem caracteriza uma elevada ambiçao: a escola nao se contenta com objetivos genericos, mediocres. Ela estabelece altos padroes de desempenho, para seus profissionais, e se compromete a obte-los.
    A escola eficaz busca autonomia administrativa, pedagogica e financeira.
    O que significa a autonomia da escola sao que muitos dos diretores, em sua relaçao com a Secretaria de Educaçao, tem duvidas quanto ao limite de sua autonomia na gestao da escola.
    Entretanto, eles sabem , pelas mudanças na sua pratica diaria de administraçao da escola, que a autonomia tem representado o aumento de responsabilidade dele proprio e da escola em relaçao aos resultados pedagogicos, utilizaçao e prestaçao de contas dos recursos alocados, relacionamento com a comunidade e busca de parcerias.
    A escola conquista a autonomia na vivencia da liderança democratica, assumindo seu papel educativo na formaçao de um cidadao que sabe fazer, agir, ser e conviver num mundo em constante transformaçao.
    As escolas eficazes tem que manter um ambiente agradavel. O ambiente, tambem é de ordem , pois a escola tem regras e todas as cumprem. As regras valem para todos: professores, alunos, dirigentes, comunidade; nao ha favoritos ou privilegiados, o que propicia uma verdadeira convivencia harmoniosa.
    As pesquisas sobre essa questao de escola eficaz apontam algumas demandas colocadas pela nossa realidade social, economica e politica, trazendo para a direçao e equipe da escola novos desafios, que so poderao ser respondidos com o estreitamento da relaçao escola/comunidade.
    A exemplo, temos a questao da violencia nas escolas, onde pesquisas apontam que o envolvimento da comunidade com a escola provoca alteraçoes significativas nos resultados da violencia.
    Essas participaçoes se efetiva por meio de abertura da escola para a realizaçao de reunioes comunitarias, eventos, palestras e cursos para os segmentos comunitarios.
    A direçao da escola reconhece, muito bem, qual a importancia do envolvimento da comunidade no trabalho escolar.
    Pelo que foi visto no texto, a autonomia para uma escola eficaz é uma construçao social e politica, que se dá pela interaçao dos diferentes atores do sistema e das escolas , num processo democratico que supoe liberdade, participaçao, pluralismo e responsabilidade.

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  44. Vamos observar o que diz o texto a respeito da auto-estima dos alunos de EJA , mediante todo o processo de escolaridade, de vida, de sociedade...

    "Auto-Estima: moldura do retrato dos alunos de Educaçao de Jovens e Adultos(EJA)".

    Auto-estima é o conjunto de crenças e atitudes que voce tem em relaçao a si mesmo e ao pensammento do outro, com relaçao às suas capacidades. Poderiamos dizer que a auto-estima é ter amor proprio, é se gostar, é ser positivo em relaçao aos acontecimentos da vida, por piores que pareçam.

    Ter auto-estioma é ter auto confiança, é ser feliz, ter auto-respeito, ser seguro. É gostar do mundo. Todavia, todo estes conceitos de auto-estima nao sao aplicados aos alunos de EJA, pois vivem numa sociedade que os faz desacreditar da sua propria capacidade cognitiva, e seu amor proprio esta comprometido com toda sua trajetoria de vida e por sua consciencia no seu valor pessoal; cabendo ao educador desses alunos o grande desafio de encontrar meios de fazer todos eles acreditarem em si mesmo.

    O que nao podemos nunca é esquecer , que o homem é um ser em constante movimentaçao, adaptaçao, evoluçao e busca , incessantemente, novas descobertas e acaba por se desafiar na busca do que acredita ser ideal, podendo incluir a familia ideal, a situaçao economica ideal, a sociedade ideal e incluindo nesta , a busca por uma educaçao ideal oferecida à todos pelas leis educacionais do país.
    O que os educadores de EJA necessitam é ter mais consciencia de que a educaçao ideal para todos os individuos contribuira na formaçao de uma sociedade mais humanizada e competente, mas o que nos desparamos nessa modalidade de ensino sao com situaçoes assustadoras que ocorrem no processo educativo, sistemico e assistemico de nossos jovens e adultos que ja trazem consigo uma imagem destruida e sacrificada por sua condiçao socioeconomica ao longo de toda sua vida.

    É papel do educador amenizar e permitir a esse grupo de alunos mais confiança, adquirindo sua auto-estima e, assim trabalhando com a formaçao de seres humanos, na gestao de pessoas que precisam estar atentos a tudo que ocorre ao seu redor, administrando profissionalmente, estes alunos de EJA para enfrentar as novas situaçoes no seu cotidiano.

    Sao muitos os desafios a serem enfrentados num ambiente escolar de alunos jovens e adultos, principalmente, no que diz respeito ao amor proprio desses individuos que perderam sua auto-estima, mediante as dificuldades que a vida os conduziu. Por este motivo, o processo de formaçao pela qual o profissional da educaçao passa, requerer é a qualidade e o comprometimento de todos os envolvidos. E, os professores engajados nesse ensino devem conhecer as dificuldades e os desafios diarios de um ambiente escolar alfabetizador de jovens e adultos, atuando numa pedagogia transformadora e nao reprodutora.

    A auto-estima, um assunto de que muito se fala dos alunos de EJA, mas sob o qual, atualmente, pouco ou quase nada se escreve, parece ter sido relegado aos manuais de auto-ajuda que se difundiram, espantosamente, no final do seculo passado.

    Na tentativa de resgatar a auto-estima desses alunos jovens e adultos, que a cada dia, como presenciamos muitas vezes em nossa vivencia na instituiçao escolar esta indefesa e abalada, sendo confundidas com as de uma ciencia moderna que esta sendo construida, como uma das valiosas conquistas da realidade.

    Para os alunos de EJA sua auto-estima é frequentemente, relacionada ao bem-estar fisico e mental, na grande maioria das vezes, reflete-se nas suas condiçoes fisicas, na aparencia e em muitas evidencias comportamentais do seu dia-a-dia. Essa auto-estima é considerada como uma expressao da relaçao univoca entre a mente e o corpo, o que significa uma unidade dividida, apenas sob o ponto de vista humano.

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  45. Continuando o texto: "AUTO-ESTIMA: moldura do retrato dos alunos da Educaçao de Jovens e Adultos(EJA)".


    Tratar da auto-estima dos alunos de EJA torna-se uma necessidade urgente, especialmente para os que trabalham em instituiçoes escolares, onde o corpo e a mente desses individuos sofrem com o descaso e o despreparo dos profissionais, que nao recebem uma formaçao continuada para lidar com esses alunos em suas praticas pedagogicas.

    A importancia da afetividade na EJA modifica o convivio diario e serve como elemento facilitador de aprendizagem.

    A relaçao de confiança entre os alunos e destes com os professores é fundamental, pois proporciona o desembaraço, a criatividade, o enfrentamento dos novos desafios. Porem, o que devemos ter em mente é que esses laços nao podem ser estabelicidos de maneira forçada ou obrigatoria e, sim de forma espontanea.

    A interaçao em sala de aula é um dos principais papeis dos educadores, a fim de proporcionar momentos e dinamicas que sao ampliadas de saberes e que as historias de vida , sejam consideradas e os vinculos se criem por afinidade e empatia, por encanto e confiança entre os alunos e os professores.

    Sendo, obvio que toda relaçao ou vinculo, seja de amizade ou profissional deve ser construida atraves do respeito às individualidades e vivencias trazidas por cada um.

    O afeto, o saber ouvir, o aprender com o aluno, muitas vezes sao mais importantes que algumas formalidades estabelecidas nas praticas escolares; evitando o rebaixamento da auto-estima que se expressa por sentimentos de desvalia, de vergonha, de inadequaçao e, por assim dizer, por uma sensaçao constante de inferioridade, que é a "moldura" cruel do retrato desses alunos. Afinal de contas, a sensaçao de sentimentos prazerosos de nós mesmos nao pode ser algo delegado a um segundo plano, ou a uma ilusao apenas de superficie, ja que so temos uma vida e vive-la bem e em sua plenitude é o que nos resta, e o que esses alunos jovens e adultos, que ja foram tao prejudicados pelo seu meio socioeconomico esperam das praticas pedagogicas de nossos orgaos governamentais é uma implementaçao pedagogica nas escolas, com a participaçao do diretor, equipe pedagogica e professores para o auxilio no acompanhamento, desenvolvimento, programaçao das atividades e a necessidade de praticas educativas mais afetivas por parte dos professores desta modalidade de ensino.
    Embora, esses alunos tragam consigo uma vasta bagagem de conhecimentos adquiridos como experiencia de vida, ao busca a escola procuram obter a educaçao formal que garanta oportunidades de emprego.

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  46. Terminando o texto: "AUTO-ESTIMA: moldura do retrato dos alunos da Educaçao de Jovens e Aduiltos(EJA)".


    Um sentimento frequentemente associado ao universo de EJA é a baixa auto-estima, resultante das situaçoes de fracasso vivenciadas como exclusao social e repetencia escolar. Outro sentimento é a vergonha de sua condiçao de iletrado, pois a falta de leitura e escrita prejudica a qualidade de vida desses alunos, dificultando as oportunidades no mundo do trabalho.

    Para tanto, apontamos a importancia da relaçao professor/aluno, que deve agir como mediador das relaçoes afetivas, que nao podem ser ignoradas e precisam ser levadas em conta no planejamento das atividades escolares, pois as decisoes assumidas pelo professor é o divisor de aguas entre o sucesso e o fracasso na experiencia da aprendizagem e a elevaçao da auto-estima desses alunos.

    O aluno de EJA quer ser visto como um individuo com possibilidades de mudanças e potencial para atuar numa sociedade e, nao apenas como uma pessoa que retorna aos bancos escolares em busca do "tempo perdido" na sua infancia.

    A "moldura" do retrato dos alunos de EJA é exposta pela auto-estima, onde mesmo sendo alunos adultos, o professor pode ser o exemplo de vida para eles, atraves do incentivo na realizaçao das atividades mostrando o quanto sao capazes, nao importando a diferença de idade que esta presente entre eles.

    Para finalizar, concluimos que a auto-estima influi, consideravelmente, no rendimento escolar dos alunos e, que atraves dela poderao sentir mais prazer na realizaçao das atividades, tornando-se possivel ao aluno adulto se permitir a uma expressao de afeto, desenvolvendo relaçoes de confiança com seu grupo e permitindo a si mesmo e a sociedade uma "moldura" perfeita no seu retrato de alunos jovens e adultos.

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  47. Um convite ao nosso sentimento, atraves deste texto:

    "EMOÇAO"

    A emoçao é reconhecida pelo nosso sistema cognitivo, ou seja, temos pleno conhecimento e podemos refletir sobre ele.
    Uma emoçao ou sentimento nunca é inconsciente.
    Uma emoçao é a resposta externa do nosso corpo, visual e publica, gerando uma resposta dramatizada no nosso consciente humano.
    Ao falarmos na emoçao, estamos diretamente falando de nossos medos, nossas tristezas, nossas raivas, nossas decepçoes; sendo as nossas emoçoes a forma mais precisa e direta de nos conhecer a si mesmo.
    A emoçao é uma palavra simples de se pronunciar, mas na verdade um sentimento complexo de ser sentido.
    As emoçoes funcionam como um turbilhao e, nem sempre temos tempo ou habilidade para compreender o que sentimos dentro de nós. So sei que conhecermos as nossas proprias emoçoes nos impede de vivermos muitos conflitos.
    Sera as emoçoes entendidas como um estado de animo, uma reaçao intensa e breve ao nosso organismo frente às situaçoes???
    Nao sei... Talvez, seja um estado afetivo de uma reaçao agradavel ou penosa, quando a emoçao é prologada...
    Ou, talvez, seja um recurso mais profundo da nossa capacidade de reflexao, um estado afetivo mais tranquilo e duradouro das emoçoes existentes dentro de nós.
    Assim, somos nós, a vida e o tempo.
    Todos entregues à força das emoçoes em cada dia, a cada momento, a cadsa (re) nascer...
    Vamos recriando a vida, a vida inteira recriando...
    Hoje, eu sou a RAZAO e amanha serei a minha propria EMOÇAO!!!

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  48. Postarei um texto que nos faça refletir como anda a gestao escolar no Brsial.

    " Gestao Escolar no Brasil"

    De nada adianta pegarmos , mesmo bons exemplos, que venham de um outro país, que tem cultura e habitos diferentes do Brasil, e querermos adapta-los as nossas leis educacionais brasileiras num projeto pedagogico , que o resultado nao sera o mesmo.
    Em toda sociedade observsmos o desenvolvimento da consciencia de que o autoritarismo, a centralizaçao, a fragmentaçao, o conservadorismo e a otica do dividir para conquistar estao ultrapassados e, em ultima instancia , à estagnaçao social e ao fracasso de suas instituçoes. Essa mudança de paradigma é marcada por uma forte tendencia à doaçao de concepçao e pratica interativas, participativas e democraticas, estabelecendo-se alianças, redes e parcerias na busca de soluçoes de problemas.
    Nao so a escola é responsavel por "mudanças", como a propria sociedade tem obrigaçao de fazer cobranças para que a gestao escolar, seja empregada numa politica pedagogica do "bem-querer", à todos inseridos no processo. Embora, saibamos que esse enfoque nao seja plenamente adotado e, ao ser levado em consideraçao, ainda, por um velho e ja enfraquecido paradigma orientado da cobrança, em vez de participaçao, ele tem grande impacto sobre o que acontece na escola, que é hoje, mais do que nunca bombardeada por demandas sociais das mais diversas ordens.
    O fio condutor para que esse movimento possa vir a ter resultados no Brasil, ha longo prazo, é alterarmos o sentido e a concepçao de educaçao, de escola e de relaçao/sociedade, para um envolvimento de esforço especial de gestao na organizaçao das escolas. Assim, com esse enfoque poderiamos comandar e controlar, mediante uma visao objetiva de quem atua sobre a unidade e nela intervem de maneira distanciada, ate mesmo, para manter essa objetividade e sua propria autoridade centrada na figura do diretor.

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  49. Continuando o texto: " Gestao Escolar no Brasil".

    Os sistemas educacionais , como um todo, e os estabelecimentos de ensino, como unidades sociais especiais sao organismos vivos e dinamicos, que fazem parte de um contexto socioeconomicocultural marcado de consciencia que vem, se manifestando nas escolas. Essa mudança de consciencia esta associada à substituiçao do enfoque de administraçao pelo de gestao. Portanto, sua pratica é promotora de transformaçoes de relaçoes de poder, de praticas e de organizaçao escolar em si e, nao de inovaçoes.
    A autonomia é uma necessidade, quando a sociedade pressiona as instituiçoes para realizarem mudanças urgentes e consistentes , e esse processo é, sobretudo o comprometimento coletivo.
    Quando a equipe funciona em harmonia, o trabalho politico pedagogico da escola, onde todos ministram juntos suas tarefas educacionais, torna-se menos arduo nessas discussoes e, suas metas sao alcançadas, proporcionando aos professores, mais segurança e, acabando por estabelecer uma ligaçao harmoniosa entre a escola e a comunidade.
    A gestao escolar participativa assume um papel fundamental. Todavia, sabemos que administrar uma escola é uma empreitada compexa.
    Uma gestao moderna nao se faz necessaria com a figura autoritaria do diretor, mas sim por uma conduta de relacionamento natural com todos os integrantes do universo.
    A habilidade de se ouvir bem, como muitas outras coisas na vida esta na questao de simples treino. Algumas pessoas ja aprenderam a ouvir e outras, ainda precisam desenvolver esta habilidade, pois com essa habilidade desenvolvida, o lider negocia melhoras, atendendo as necessidades reais e, seus colaboradores irao avaliar com maior seriedade e eficacia as decisoes para uma gestao escolar de qualidade dentro das escolas brasileiras.
    A melhor sala de direçao é quando a escola tem a funçao de favorecer a aprendizagem dos conhecimentos construidos pela humanidade e valorizados pela sociedade. Assim, os seus objetivos sao distintos e, desenvolvem o que inclui uma aprendizagem de padroes comportamentais, atitudes e valores aceitos pela sociedade em gertal e pela comunidade.
    É fundamental lutarmos para manter as conquistas democraticas constitucionais. É preciso ir, alem, e se comprometer com uma constituiçao democratica cotidiana nas escolas.
    As praticas do cotidiano escolar constituem um horizonte para o surgimento, crescimento e consolidaçao de um projeto democratico alternativo.
    Uma escola de qualidade tem uma personalidade especial, que integra os 'perfis' de suas equipes internas e da comunidade externa.

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  50. A intençao do texto escrito é de traçarmos caminhos que nos permita observarmos a relaçao entre o afeto e o cognitivo numa sala de aula da Educaçao de Jovens e Adultos(EJA).


    Cognição e Afetividade na sala de Aula de Educaçao de Jovens e Adultos(EJA)


    O texto tem a intençao de traçarmos caminhos que nos permita observarmos a relaçao entre o afeto e o cognitivo no contexto da sala de aula de Educaçao de Jovens e Adultos (EJA), tendo como eixos a relaçao entre afetividadr e cogniçao no processo de aprendizagem e a relaçao afetiva do sujeito(professor) com os outros sujeitos(alunos) como um elemento instigante no processo ensinar/aprender.

    Fialho(1998, p.11), coloca que "cognição é um fenomeno biologico e pode ser entendido como, tal. Um sistema cognitivo é um sistema cuja organização define um dominio de interações, no qual ele pode atuar priorizando a manutenção dele mesmo, e o processo de cognição, o comportamento e a ação deste dominio".

    Ainda Fialho(1998, p.11) diz: "sistemas vivos são sistemas cognitivos e a vida é um processo de cognição". Esta afirmação é valida para todos os organismos vivos, com ou sem sistema nervoso.

    É preciso levar em conta o sujeito concreto, contextualizando no tempo e no espaço -professor e aluno- atuantes no cenario educativo, que pensam, sentem, sofrem, amam e criam.

    O sujeito é um espaço de singularidade, gestando no conflito, nas diferenças e no heterogeneo. Esses e outros problemas estão presentes na sala de aula, e supera-los implica um desafio imbricado em questões politicas, sociais, economicas e pedagogicas. Porem, neste texto trataremos mais especificamente, das relações afetivas e cognitivas entre os sujeitos estabelecidos no contexto da sala de aula de EJA.
    Falar da afetividade e da aprendizagem é falar da essencia da vida humana, que por natureza social, se constroi na relação do professor com os seus alunos, num contexto de inter-relações.

    Ter a afetividade e a aprendizagem como tema implica enveredarmos por um caminho intrigante que envolve processos psicologicos dificeis de serem percebidos e desvendados. Pois, sabemos das dificuldades que são enfrentadas por esses profissionais e as condições desfavoraveis que são oferecidas para suas praticas pedagogicas, no espaço de aula, que não coprresponde o esperado numa pratica educativa, a fim de que ocorra uma aprendizagem condizente, dentro de uma sala de aula.

    Ao tomarmos conhecimento de que a afetividade é o territorio das emoções, das paixões e dos sentimentos e a aprendizagem é o territorio do conhecimento, da descoberta e da atividade, observamos a organização de fenomenos complexos e multideterminados, definidos por processos individuais internos que são desenvolvidos atraves do convivio humano desses alunos de EJA.

    A sala de aula é um espaço de vivencia, de convivencia e de relações pedagogicas, espaço constuido pela diversidade e heterogeneidade de ideias, valores e crenças; conforme observamos nessa modalidade de ensino. É espaço de formação humana, onde a experiencia pedagogica o ensinar/aprender é desenvolvido no vinculo do afeto e das trocas de experiencias cotidianas que são vivenciadas por esse grupo de individuos.

    Maturana(1999, p.15), diz: "que vivemos uma cultura que desvaloriza as emoções, e não vemos o entrelaçamento cotidiano entre a razão e a emoção, que constitui o viver humano, e não damos conta de que todo sistema racional tem um fundamento emocional". E, com este conceito, o autor posiciona o papel da escola que continua priorizando o conhecimento racional em detrimento das relações afetivas.

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  51. Continuando o texto: Cognição e Afetividade na Sala de Aula de Educaçao de Jovens e Adultos(EJA)


    No cotidiano escolar, essencialmente, heterogeneo é imprescindivel que o conflito seja encarado como possibilidade favoravel ao desenvolvimento emocional e intelectual dos alunos jovens e adultos envolvidos no processo ensino/aprendizagem.

    Levando em consideração que o cenario educativo desses alunos de EJA é um espaço de desejos, afetos e conflitos, que constituem a sua vida inter e intrapsiquica presente em todos os momentos da relação ensino/aprendizagem é um espaço dialetico, onde convive autoritarismo e dialogo; oposição e interação; razão e emoção, dentre as situações e falas que são observadas na realização do professor/luno no contexto da sala de aula. Essas atitudes acabam não possibilitando a reflexão por parte do aluno e, portanto, não interfere em seus posicionamentos.

    Na teoria de Piaget, o desenvolvimento intelectual é considerado como tendo dois componentes: um cognitivo e outro afetivo. Porem, a atividade intelectual é sempre dirigida para objetos ou eventos particulares. O interesse, associado ao "gostar" e ao "não gostar" é um exemplo poderoso e comum da afetividade no trabalho afetanto a seleção das atividades intelectuais. Muitas vezes, quando se é interrogado por que se faz uma determinada coisa, a resposta tem a ver com o interesse.

    Nas observações feitas em sala de aula de EJA percebemos, em algumas aulas, um interesse e uma participação maior por parte dos alunos. Professores que em sua pratica pedagogica procurava criar um clima de respeito e amizade entre eles e os alunos, na medida em que os tratava de forma educada e respeitosa, mesmo quando os repreende, não utilizava expressões que os rotulassem como incapazes procuurando dar um sentido significativo nas suas falas, assim valorizava os conhecimentos e vivencias trazidas por esses alunos.

    Desse modo revela que o professor concebe a interação professor/aluno não a reduzindo, apenas ao, processo cognitivo, mas envolvendo tambem as discussões afetivas e sociais. Reconhece a importancia do seu comprometimento com a tarefa de educar percebendo a estrutura de relação, entre o afetivo e o cognitivo no desenvolvimento humano, não responsabilizando apenas o aluno, com a obrigatoriedade de demonstrar respeito e consideração.

    Penetrar no universo escolar dos alunos de EJA, tão presente em nossas vidas, porem tão dificil de desvendar, onde não ha caminhos definidos, mas que vão sendo construidos no caminhar, revela-nos a noção de que não podemos ve-los, realmente como é , o que nos permite nossos conhecimentos e concepções.

    Neste caso Freire(2000,p.75), mostra sua preocupação com a questão da afetividade ao indagar:"como ser educar, se não desenvolvo em mim a indispensavel amorosidade aos educandos com quem eu me comprometo e o proprio processo formador de que eu sou parte?"

    Embora, se pense o afeto como sendo diferente da cognição, no funcionamento intelectual eles formam uma unidade, são dois lados de uma mesma moeda, sendo que todo comportamento tem ambos os elementos: afetivo e o cognitivo(COWAN,1981, p.67). Paralelamente, ao desenvolvimento cognitivo esta o desenvolvimento afetivo que incluio: sentimentos, interesses, desejos, tendencias, valores e emoções em geral.

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  52. Terminando o texto: Cognição e Afetividade na Sala de Aula de Educação de Jovens e Adultos(EJA)

    Vygotsky(1989), explica o desenvolvimento afetivo sob um ponto de vista sociohistoricocultural, o que nos dar condições para apreciarmos a afetividade relacionada à educação de jovens e adultos partindo da ideia de que a aquisição de conhecimentos e de sentimentos se da pela interação do sujeito com o meio escolar.

    Ja Wallon(1979), eleva a afetividade a um dominio funcional, cujo desenvolvimento é dependente da ação de dois fatores: o organico e o social. Neste, a escola que é tradicionalmente, tomada como espaço onde deve imperar o desenvolvimento do conhecimento passa a ser reconhecida como meio, cujo afeto é primordial para a relaçao humana e o professor é responsavel pela mediação afetiva na instituição de ensino.

    Apesar, dessas divergencias, Vygotsky e Wallon compartilham da ideia de que a afetividade se desenvolve , atraves da interação entre os individuos e, que a razão e a emoção estão ligadas.

    Como seres humanos maduros, os alunos de EJA, mesmo não sendo alfabetizados dispoem de conhecimentos que conseguiram e aprenderam no seu dia-a-dia. Sendo assim, toda a aprendizagm é influenciada pela experiencia adquirida em convivencia com o outro, pois nem de longe é somente, na escola que se obtem conhecimentos e, principalmente na EJA, onde o jovem e adulto é um "membro da sociedade ao qual cabe a produção social, a direção da sociedade e a reprodução da especie"(PINTO, 1997, p.79).

    Assim, reforçamos a necessidade da valorização da dimensão afetiva na ação pedagogica de EJA. Entender os significados dos alunos de EJA atribuem as marcas do cognitivo e afetivo, nos permitindo perceber o processo de escolarização desses alunos jovens e adultos com peculiaridades nem sempre compreendidos e com certeza pouco respeitados.

    A marca da cognição apresenta, este sujeito como cognitivamente capaz e, para quem o espaço escolar deveria ser o gestor de novas aprendizagens propiciando a aquisição de competencias e habilidades, para que o campo de atuação dos mesmos se amplie e sua inserção nos espaços, onde predomine o saber escolarizado seja afetiva.

    As salas de aula de EJA deveriam se constituir em espaços diferenciados marcadas por outras regras, outras relações rompendo com os modelos da escola regular que com certeza estão deslocados de EJA.

    Conclui-se, que existe um laço forte entre o afeto e a cognição desses alunos, carregados de desejos, subjetividade e do cotidiano apresentado nas salas de aula.

    Numa reflexão pedagogica sobre essa modalidade educativa, o que se espera é a construção de um projeto coletivo, onde alunos e professores sejam efetivamente cumplices do ato de aprender/ensinar. Alem, de possibilitar ao professor que possa potencializar o desenvolvimento da aprendizagem dos alunos de EJA, pois na mediação podemos ser extremamente flexiveis, se formos criativos para problematizar as demandas da sala de aula com as experiencias, a cultura dos alunos e, assim contrapor o senso comum do aluno sobre os mais variados assuntos.

    Propiciar experiencias emocionais agradaveis para esses alunos de EJA é como utilizar as variaveis afetivas e cognitivas em favor do ensino/aprendizagem.

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  53. Postarei uma homenagem ao ser supremo e amoroso que foi o cristal mais escupido pelas mãos do Criador do Mundo: A MÃE!


    MÃE AMIGA,


    Hoje, MÃE AMIGA é mais um motivo para voce existir pelo unico bem que sua presença traz aos seus filhos.

    Deus é sempre tão sabio, que criou esse ser divino, que é a Mãe.

    Hoje, MÃE AMIGA quero homenagea-la com o coração carregado de emoções e alegria.

    Quero dizer a cada uma dessa MÃE AMIGA, que a sabedoria e o apoio são encontrados nos seus olhos e nos seus braços, para continuar a luta e vencê-la.

    Receba as rosas com muito amor, que simboliza toda saude e felicidade que desejo para voce.

    Ser Mãr não é para qualquer mulher. É preciso assumir de Deus o dom da criação, da doação e do amor incondicional.

    A nossa maternidade e a idade do juizo chega junto com a maternidade. Pois, ao trazermos ao mundo um filho mudamos tanto o nosso corpo na estetica como o nosso psicologico nas ações e atitudes. E, essas atitudes face às varias situações da nossa vida determinam a forma como vamos viver.

    Buscar o Reino de Deus é buscar a Sua Vontade para a tua existencia em obediencia à Sua Palavra. Desta forma teras na tua mão a chave para as bençãos de Deus na tua vida.

    Que o Senhor abençoe cada uma dessas MÃES AMIGA e sua familia.

    PARABENS MÂES!!!

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  54. Trabalhar com a construção do leitor passa inevitavelmente pela leitura de livros, de imagens e do seu cotidiano com seu acervo cultural, que lhe dara uma visão de mundo. Foi pensando nisso que postarei o seguinte texto:


    Construção do Leitor

    A leitura tornou-se um fator principal em muitas vidas, pois contribui para o aperfeiçoamento da linguagem oral, bem como para a qualidade dos textos escritos, sendo uma das formas de se comunicar. Ela é tambem um instrumento de trabalho de grande valia na vida de todos. Para muitas pessoas, a leitura opera grandes influencias, uma delas é manter o individuo informado dos acontecimentos e mudanças diarias.

    A leitura é um processo no qual se compreende a linguagem escrita. Nesta compreensão estão envolvidos o texto, sua forma e conteudo, como o leitor, suas expectativas e conhecimentos previos. Quando lemos um texto recorremos a tudo o que ja sabemos, isto é, cada componente do texto se relaciona, dialoga com o que ja esta na nossa cabeça.

    A leitura é um processo de interação entre o leitor e o texto. É o leitor que faz o texto ganhar sentido, pois as informaçoes contidas no texto se articulam com as informaçoes de que o leitor ja dispoe. Por isso, o olhar de cada leitor é diferente em função do seu repertorio, do que ele ja sabe sobre o assunto.

    Nos lemos para nos informar, para nos distrair, para preparar uma receita, para ficar a par de um acontecimento, para entender as regras de um jogo, para aprender... Enfim, para tornar nossa vida interior mais rica. Sempre lemos para alcançar uma finalidade.

    Construir um leitor competente supoe construir alguem que compreenda o que lê, que possa aprender a ler tambem o que não esta escrito , identificando elementos implicitos, que estabeleça relaçoes entre o texto que le e outros ja lidos, que saiba que varios sentidos são atribuidos a um texto, que consiga justificar e validar a sua leitura a partir da localização de elementos discursivos.

    A leitura nos traz hoje uma grande possibilidade de alcançar novos horizontes atraves do desenvolvimento de aptidoes para Construção do Leitor, enquanto ser critico socialmente construido. Dessa forma, ler vai alem da decodificação dos signos escritos e se transforma em produto da interação entre o sujeito leitor e o texto.

    O ato de ler é iniciado na escola, a qual tem a função de desenvolver o estimulo a leitura, a busca pelo saber oferecendo meios que venham a seduzir o aluno para um despertar do desejo de conhecer, que por sua vez, lhe proporcionara novos metodos no desenvolvimento intelectual e racional no cenario em que esta inserida. Esse enriquecimento cultural é adquirido desde o inicio da vida do individuo, ou seja, à formação educacional é desenvolvida na escola, com o auxilio do professor e a qualificação da informação transmitida pela sociedade.

    Na sociedade em que vivemos a qualidade da leitura é fundamental para a propagação cultural dos sujeitos em crescimento, e possuem atraves desde fator, sabedoria, criticidade, ousadia, dominio, consciencia e determinação para a construção de novos caminhos. Cabendo a sociedade em modo geral lutar para reverter este quadro reivindicando melhorias no ensino, chamando a atenção dos orgãos publicos e politicos para atender as necessidades como cidadãos atraves de politicas publicas, que atendam as demandas existentes em nosso cotidiano voltadas na melhoria do processo ensino/aprendizagem do ser humano, diante de seus argumentos inseridos no contexto sociopoliticoeducacional na sociedade.

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  55. CONTINUAÇÂO DO TEXTO: CONSTRUÇÃO DO LEITOR.


    Ao se questionar as estrategias acionais envolvidas com a literatura (no espaço escolar ou fora dele), talvez seja possivel contribuir para o desenvolvimento de uma visão do ensino de literatura. Uma visão que perceba a Construção do Leitor como uma atividade complexa e multifacetada e, que seja subsidio pra uma pratica pedagogica que crie a possibilidade de contestação da natureza das açoes no sistema literario. Portanto, a minha preocupação pode ser traduzida na vontade de se construir projetos de ação pedagogicas numa perspectiva que visa propiciar uma reflexão constante sobre estes processos e açoes.

    A interação seria apreciar a manifestação literaria como um fazer social especifico, valorizando-a como manifestação da criatividade humana e, por fim manter vivo do prazer e da diversão envolvida no agir literario, durante o processo de Construção do Leitor.

    As vantagens que a leitura revela em nossas vidas remetem às transformaçoes que nos guiam em diferentes espaços é uma atividade que desenvolve a capacidade mental propagando o interesse pelos textos e dinamizando o habito da leitura.

    O objetivo do texto construido é conscientizar e mostrar as dificuldades que as pessoas tem em fazer uma leitura e como as instituiçoes escolares deixam a desejar na educação, pois se essa não estiver unida à biblioteca faz com que a mesma pereça na dificuldade em construir leitores criticos. A precariedade das bibliotecas escolares em relação ao ensino no Brasil apresenta problemas estruturais e politicos e, faz desse assunto uma problematica nacional.

    Para que possamos construir leitores devemos conscientiza-los que o texto é a manifestação linguistica produzida num dado momento historico, marcado pelas ideais da sociedade da epoca, para atingir um determinado objetivo. Ele é o produto da atividade oral ou escrita, que forma um todo significativo e acabado, qualquer que seja sua extensão.

    O que caracteriza um bom texto é a textualidade, ou seja, a unidade de sentido que um conjunto de palavras encerra. Portanto, um texto deve ter unidade tematica e estrutural. Assim, um conjunto de frases isoladas não pode ser considerado um texto, pois não forma um todo significativo.

    Os textos que são lidos constituem toda forma social de construção cultural: um texto teatral, um texto didatico, um texto de telenovela, um texto publicitario, que sejam de compreensão e atribuiçoes de sentidos. Para atribuirmos sentidos ao texto faz-se necessario, fundamentalmente utilizar-se a historia de vida.


    O jornal, a publicidade, o poema, o texto literario constituem-se em mosaicos. Uns são textos informativos necessarios às construçoes dos conhecimentos culturais, portanto de fruição; os outros são de lazer, de descoberta, aqueles que mantem o leitor em estado de perenidade.

    Para finalizar o texto deixo um desejo, como educadora e, acredito num mundo melhor para todos os cidadãos:"quem dera o processo de alfabetização garantisse leitores e, assim, esses leitores atribuissem sentidos, atraves de sua hidtoria de leituras na comunidade e na escolaridade que vive".

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  56. Estou viajando para cidade de Natal e estarei de volta no dia 25/05. Ate lá...

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  57. Após, uns dias de descanso volto a escrever no meu Blog e, dessa vez postarei uma cronica que fala as "Leis Educacionais" no Brasil.

    CRONICA: Para que servem as "Leis Educacionais?"

    Primeiro elas servem para conhecermos bem seus conteúdos e, depois para que saibamos quebrar melhor!!! É para isso mesmo que servem as "Leis Educacionais?"
    Não sei... quem sabe elas não servem para que possamos manter a ordem e, assim serem aplicadas e obedecidas...
    Se com tantas leis , a Educação é essa muvuca imagina se não tivesse... A nossa Educação viraria uma vergonha nacional, ainda maior..

    Quase todas as "Leis Edcucacionais" carecem de reconhecer ou de considerar a realidade brasileira. Algumas fundamentando-se na democracia e na cidadania apresentam soluções utópicas e desvinculadas da real situação do ensino no Brasil. E, criam discípulos, e tentam fazer prevalecer ideais e idéias de individuos sem observar a realidade, que como tudo também é mutante.

    Sabemos que a Educação é um "direito', mas não existem condições suficientes para que seja de fato garantida para todos.

    Opiniões, leis e regras a parte; o que importa mesmo é saber como tratar e lidar com essas "Leis Educacionais". Diante, dessa realidade, como nós professores podemos ajudar na formação dessas crianças e adolescentes, para um futuro melhor, se o governo não dá condiões suficientes para uma Educação de qualidade?
    O que observamos no dia-a-dia são escolas sucateadas, professores mal-remunerados, escolas sem nenhuma estrutura para atender um 'aluno especial', as leis andam a passos de tartaruga, e esperar que elas sejam cumpridas é desrespeitar o direito que os alunos tem de construir seus conhecimentos.

    A finalidade é que os alunos aprendam a conviver com a diferença e, se tornem cidadãos solidários. Só que para isso acontecer, a participação do professor é mais importante do que todas as "Leis Educacionais" criadas e não aplicadas!!!

    A incerteza das crianças, jovens e adultos que buscam por uma melhoria na Educação não esta atrelada as "Leis Educacionais", e sim ao comportamento das pessoas.

    Nestas circunstancias, o homem e as instituiçõies, entre elas a escola, ja não podem mais ser os mesmos.

    Na modernidade reflexiva, o que as "Leis Educacionais" precisam é que na situação historicosociais, o aluno não seja(se algum dia foi), uma tábua rasa, a qual a escola pretende inscrever a herança de sua cultura.
    O aluno é um ser que controi sua experiencia individual, subjetiva pretendendo ser co-autor do processo educativo, a fim de fazer suas escolhas. Em outras palavras: a Educação não é simples rio que corre em determinado rumo, muito mais do que isso, ela vai formar pessoas para sobreviver às diversas camadas sociais. Todavia, nem essa certeza, nem essa interdependencia das "Leis Educacionais" se torna possivel sem os valores e a etica.
    A escola, no seu mundo social tece a ética a partir de vários fios, que cosem a Educação e a Sociedade. No entanto, a Educação é o lugar por excelencia da ética. Importa a ela agir sempre com a ética e cumprir a sociedade que a envolve trata-la com responsabilidade, de acordo com a ética.

    Pode parecer utopia, mas esta é condição para não chegarmos aos limites da sociedade de risco e ameaçarmos a propria sobrevivencia do homem e do mundo!!!

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  58. Postarei uma crônica que fala da importancia de saber ouvir e a capacidade da conquista de uma boa comunicação.

    O Saber Ouvir


    Tão importante quanto saber falar é saber ouvir... Verdade!!!

    A capacidade de ouvir é indispensável para a conquista de uma boa comunicação.

    Saber ouvir é uma "arte" que mantem vivos o respeito, a afeição, a amizade e tantas outras coisas que facilitam a meta a ser atingida.

    O segredo das boas práticas de gestão educacional esta em simplesmente ouvir...

    Ouvir é uma característica fundamental para que as práticas pedagógicas tem certo, mas ninguém faz isso...

    É preciso estar atento para a diferença entre o saber ouvir e o saber escutar.

    Não basta que a mensagem entre por um ouvido e saia pelo outro...

    É importante captar o que esta sendo dito numa equipe pedagógica para melhoria de novas práticas educacionais.

    Ao nos dedicarmos à arte de saber ouvir descobrimos o quanto podemos aprender, apenas ouvindo.

    Quando a equipe funciona, o trabalho político
    pedagógico da escola, onde todos ministram juntas suas tarefas educacionais, torna-se menos árduo nessas discussões e, suas metas são alcançadas proporcionando aos professores maior segurança e acabando por estabelecer uma ligação harmoniosa entre a escola e a comunidade.

    A gestão participativa de uma escola assume um papel fundamental. Todavia, sabemos que administrar uma escola é uma empreitada complexa.

    Uma gestão moderna, não se faz necessária com a figura autoritária do diretor, mas sim por uma conduta de relacionamento natural com todos os integrantes do universo escolar e dos conhecimentos de diversos assuntos que permeia esse universo.

    A habilidade de ouvir bem, como muitas outras coisas na vida, esta na questão de simples treino.

    Algumas pessoas já aprenderam a ouvir e outras, ainda precisam desenvolver esta habilidade, pois com essa habilidade desenvolvida, o líder negocia melhor atendendo as necessidades reais, e seus colaboradores irão avaliar com maior seriedade e eficácia as decisões para uma gestão escolar de qualidade dentro da escola.

    A melhor sala de direção é quando a escola tem a função de favorecer a aprendizagem dos conhecimentos construidos pela humanidade e valorizados pela sociedade.

    Assim, os seus objetivos são distintos e desenvolvem o que inclui uma aprendizagem de padrões comportamentais, atitudes e valores aceitos pela sociedade em geral e pela comunidade.

    É fundamental lutarmos para manter as conquistas democráticas constitucionais.

    É preciso ir, além e se comprometer com uma constituição democrática cotidiana nas escolas.

    As práticas do cotidiano escolar constituem um horizonte para o surgimento, crescimento e consolidação de um projeto democrático alternativo.

    Uma escola de qualidade tem uma personalidade especial, que integra os "perfis" de suas equipes internas e da comunidade externa.

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  59. O texto postado nos fala da importância numa Interação Social do comportamnto humano da pessoa e o uso da Polidez por ela apresentado numa conversa.


    Polidez: Senso Comum Numa Interação Social


    Nos diversos contextos de Interação Social, os atores envolvidos apresentam uns aos outros diferentes linhas de conduta que deverão ser mantidas, mediante as estratégias de polidez sociointeracionais que visam rupturas e conflitos nessas interações sociais.

    A capacidade de um indivíduo exibir o poder terá efeitos diferentes, dependendo do modo como interage com os demais, no sentido de que as rupturas e os conflitos numa Interação Social podem trazer consequencias embaraçosas nas relações familiares, profissionais e sociais.

    A Polidez numa Interação Social, em que as negociações são feitas em ambientes, muitas vezes, hostis e sempre inesperados, como é o caso de alunos que chegam à escola com um grau de escolaridade muito baixo, trazendo para sala de aula, o seu conhecimento adquirido no seu meio socioeconomico, no discurso informativo e nos interesses desses alunos, a Polidez facilita a interação, quanto maior for o interesse no contexto, e daí mais importante se tornará à Polidez. Já que a unilateralidade da situação permite a abordagem face a face, pois, a entonação da fala será fundamental para passar a ideia de cortesia verbal ou polidez.

    Os bons modos, as boas maneiras, a gentileza, a cortesia, a etiqueta, o respeito, a consideração, a fineza, o trato social, a amabilidade, enfim a Polidez sinaliza o resultado da boa educação do indivíduo num contexto social.

    Sua falta não costuma ser denunciada diretamente pelo outro, embora as pessoas tendem comentar com terceiros noutra oportunidade.

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  60. Dando continuidade ao término do texto: Polidez: Senso Comum Numa Interação Social.



    A Polidez é como um "cristal" que precisa ser lapidado pata tomar forma exuberante. Infelizmente, tratando-se de pessoas, somente o tempo e a educação para formação nos seus atos e palavras.

    Também, sabemos o quanto é difícil reeducar um ser humano adulto que ignora os seus maus modos ou, que conscientemente, escolheu caminhar na contramão do trato social.

    É trivial para uma boa Interação Social dizer "palavrinhas" mágicas como: por favor, desculpe-me, muito obrigado, e isso só se aprende pela educação.

    A falta de Polidez pode ser um efeito de mudanças dos valores no mundo. E, a convivência na escola revela que esses alunos estão longes de serem cordiais e, suficientemente civilizados.

    Desse modo, a compreensão no ato de fala literal exige ao mesmo tempo o processamento do que é explicitamente dito, e a capacidade de ir , além deste significado literal para perceber a Interação Social nos momentos de comunicação. Em outras palavras, quem escuta deve ser capaz de, simultaneamente, compreender o significado literal e não da conversa, o que o indivíduo diz e o que pretende dizer.

    Em respostas a esses questionamentos, o texto, para tanto, observa que os falantes, num processo comunicativo, por sua vez, de acordo com suas respostas parecem querer que na relação haja respeito, paciência e compreensão.

    Essas manifestações de afeto, emoção, amor, paciênia referidas pelos integrantes numa Interação Social distingue-se como uma relação de bom senso comum.

    Nas interações sociais , os participantes agem de duas formas para manter sua imagem pública: a ação do falante que pode ser defensiva, quando utiliza a linguagem de modo a manter a salvo sua própria face, ou, protetora e, quando tenta salvar a face dos outros participantes na interação.

    Porém, considera-se mais importante numa conversação evita a ofensa do que conseguir o objetivo de clareza e, complementar as regras de clarezas formuladas numa Interação Social, onde buscamos comunicar um sentimento favorável à Interação Social.

    Este favorecimento se obtém com mais facilidade se conseguirmos que o ouvinte pense bem de nós. Assim, conseguimos atingir o objetivo, que é fazer com que o ouvinte sinta-se bem nessa conversação.

    Mediante tudo que foi escrito no texto, observamos que as regras de comportamento verbal, durante uma conversa representa a efetiva participação dos falantes no jogo interacional atento numa Interação Social. Se algumas das regras desse jogo forem violadas, os participantes deixam de estar numa relação pacífica e amistosa, assumindo uma posição de guarda dentro de um ring.

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  61. Educar é um proceso longo e seu resultado seja positivo ou negativo demora um bom tempo para aparecer. Assim sendo, é que postarei uma crônica com resultados evidenciado no dia a dia, em que a educação não está acontecendo de forma correta seja dentro de casa no convívio familiar, ou seja na escola.


    Escola: o lugar certo para se educar

    A idéia principal que nos vem à cabeça quando pensamos sobre o lugar certo para educar pessoas é a: Escola!

    Muita gente, ainda hoje, acredita nisso, inclusive dentro de escolas da rede pública aprendemos que o educar eleva as pessoas há um patamar de cortesia e aceitação numa sociedade.

    Qualquer escola, mesmo nos ambientes mais pobre e difíceis, pode ser tornar uma escola que é o lugar certo para se educar...

    Para isso, basta que reconheçam e admitam que a eficiência da escola pode ser conseguida, através do esforço e da mobilização dos profissionais, associados à educação.

    A escola possui um projeto, um programa que é compartilhado por todos e implementado, através das atividades que acontecem dentro ou fora da sala de aula.

    Tudo na escola que educa é educativo e contribui para os objetivos educacionais.

    A autonomia da escola que educa, também caracteriza uma elevada ambição:a escola não se contenta com objetivos genéricos e medíocres.

    Ao nos colocarmos no lugar do outro para tentar entender seu ponto de vista, fica fácil compreender e aceitar as diferenças culturais, sociais, raciais, intelectuais ou afetivas que fazem parte do convívio humano.

    E a educação é uma ferramenta fundamental nessa troca de papéis.

    Na escola, a surpresa aparece ao detectarmos uma presença marcante nas trocas de cortesias entre os amigos que ali convivem...

    Educar para essa troca é um verdadeiro exercício de cidadania que pode mesmo levar uma vida inteira.

    Mas, não podemos desistir de nossas crianças, nossos jovens e nossos adultos num processo de construção para um mundo melhor e mais digno de ser vivido por todos.

    O que está envolvido nesse processo é a construção de uma identidade, o desenvolvimento do senso de valor e, sobretudo, uma constante tomada de consciência.

    Sabemos que cada visão é única, mas não podemos é perder o interesse na aprendizagem de cada indivíduo, de acordo com sua realidade.

    E, o melhor é que aprendem desde cedo com o exercício do direito e do dever a ser cumprido para todos numa sociedade.

    A época do jeitinho brasileiro tem que acabar definitivamente...

    E, isso só será possível, se criarmos indivíduos fortes com conceitos de honra, moral e ética e, assim vislumbraremos para uma mudança radical no nosso país!!!

    É um processo demorado, mas temos que acreditar e dar o primeiro passo!

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  62. Crônica que retrata o interior da pessoa que tem sua auto-estima bem resolvida.

    O Valor da Auto-Estima

    A auto-estima é o conjunto de crenças e atitudes que você tem em relação a si mesmo e ao pensamento que você tem em relação às suas capacidades. Poderíamos dizer que a auto-estima é ter amor próprio, é ser gostar, é ser positivo em relação aos acontecimentos da vida, por piores que pareçam.

    É sempre ter um astral legal e suas ideias positivas para um mundo melhor. Razão que coloco minha foto para externar o quando sou positiva e tenho sempre minha auto-estima em alta!

    Ter auto-estima é ter autoconfiança, é ser feliz, é ter respeito, é ser seguro, é gostar do mundo...

    O que não podemos nunca é esquecer, que o homem é um ser em constante movimentação, adaptação, evolução e busca, incessantemente novas descobertas e acaba por se desafiar na busca do que acredita ser ideal, podendo incluir a família ideal, a situação economica ideal, a sociedade ideal e incluindo nesta, a busca por ums educação ideal oferecida à todos pelas leis educacionais do país.

    A importância da auto-estima é consideravelmente grande, pois através dela nos identificamos com o "eu" interior e com outras pessoas com as quais nos relacionamos.

    A autoconfiança caracteriza a auto-estima na pessoa, através disso, podemos enfrentar desafios e defender nossos interesses.

    A auto-estima é a capacidade que uma pessoa tem de confiar em si próprio, de se sentir capaz de poder enfrentar sozinha os desafios da vida e, saber expressar de forma adequada para si e para os outros as próprias necessidades e desejos, enfim... É ter amor próprio!!!

    A auto-estima, justamente com o amor próprio é a base para o ser humano enfrentar todas as dificuldades e sofrimentos de cabeça erguida e peito estufado.

    A pessoa com auto-estima afasta de si as doenças de origem emocional e vivem sempre com um largo sorriso no rosto e a alma limpa para os bons fluidos...

    Mas, quando a auto-estima está em baixa a pessoa se sente insegura, com receios, dúvidas, com um sentimento vago de não ser capaz de realizar seus desejos, ao passo de se achar rejeitada por todos e acabando por desistir facilmente de tudo que conseguiu na vida...

    Então, vamos viver com a nossa auto-estima sempre em alta e nos olharmos no espelho de frente e pensar na imagem refletida com carinho e amor!!!

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  63. Postarei um texto sobre o caminhar da Alfabetização numa turma de Educação de Jovens e Adultos(EJA).


    Um Giro pelo Mundo da Alfabetização de Jovens e Adultos(EJA)


    Alfabetização é o processo pelo qual se adquire o domínio de um código e das habilidades de utiliza-lo para ler e escrever.

    A alfabetização é uma parte fundamental, mas não é a única.

    No Brasil, a EJA tem sido associada à escolaridade compensatória para pessoas que não conseguiram ir para a escola quando crianças, o que é um erro. Também há o desafio da participação, da inclusão e da equidade: como colocar em prática o conceito da inclusão, que preve o atendimento das demandas de aprendizagem da vasta diversidade de grupos.

    Ao permitir que o indivíduo interprete, sistematize, confronte, informme, reivindique e garanta a sua memória, o efetivo uso da escrita garante-lhe uma condição diferenciada na sua relação com o mundo, um estado não necessariamente conquistado por aquele que apenas domina o código. Por isso, aprender a ler e a escrever implica não apenas o conhecimento das letras e do modo de decodifica-las, mas a possibilidade de usar esse conhecimento em benefício de formas de expressão e comunicação necessarias e legitimas em um determinado contexto cultural.

    O significado do aprender a ler e escrever permite ao aluno de EJA que cultive os hábitos de leitura e escrita, e responda aos apelos da cultura, podendo inserir-se na sociedade.

    A escrita e a leitura são importante na ecola, porque são importante fora dela para que esses alunos possam ser engajados num processo de alfabetização, e assim, consigam interagir num meio social.

    Se as práticas pedagogicas pudessem transformar as iniciativas, meramente institucionais em intervenções educativas; talvez fosse possível compreender melhor o significado e a verdadeira extensão da não aprendizagem e do guadro de analfabetismo no Brasil.

    Na prática, a desconsideração dos significados implicitos do processo de alfabetização, o longo e dificil caminho que o aluno pouco letrado, como é o caso desses alunos de EJA tem a percorrer, a reação deles em face da artificialidade das práticas pedagógicas e a negação do mundo letrado acaba por expulsar o aluno da escola, um destino cruel, mas evitavel se o professor souber instituir em classe uma interação capaz de mediar as tensões, negociar significados e construir novos contextos de inserção social.

    A EJA, enquanto modalidade de Educação Popular apresenta uma trajetória de desafios, principalmente por ser uma alternativa para minimizar o problema da exclusão social. Porém, essa modalidade de educação, por muito tempo, não se apresentou como prioridade educacional, sendo entendida e tratada apenas como política compensatória direcionada a suprir a perda de escolaridade em idade própria.

    A EJA possui muitas especificidades e requer um quadro de profissionais preparados para atuar de forma integral aos interesses expostos no próprio modelo pedagógico. Este último pressupõe, além da inclusão de uma parcela das camadas populares a um direito fundamental: a eduação.

    O preparo no interior do processo educacional para a participação na vida pública e acesso aos bens socioculturais a que todo cidadão, de fato, tem direito.

    Nesse sentido, a "educação de qualidade" na EJA, de acordo com esses objetivos de inclusão social, necessariamente, passa por um processo de adequação, tendo em vista a formação de quadro docente da rede pública para atender a demanda e uma avaliação constante do processo educacional como forma de, não somente oferecer vagas para suprir a escolaridade perdida, mas produzir as condições necessarias para que o cidadão esteja preparado para interagir e, por meios próprios buscar melhorias na qualidade de vida pelo acesso aos bens sociais, que, em si, seria o ideal almejado pela função equalizadora.

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  64. Continuando o texto: Um Giro no Mundo da Alfabetização de Jovens e Adultos(EJA)

    A função qualificadora, que parece reagrupar as funções anteriores permite a esses alunos a flexibilidade para adaptar-se às transformações constantes do mundo moderno, visto que, a escola lhe fornece formação integral como ferramenta para atuar e buscar sempre novos meios de inserção social, isto é: saber como buscar as informações e como utiliza-las no seu cotidiano.

    Para finalizarmos, salientamos qu o ideal da EJA seria o de permitir ao educando um ensino que lhe sirva para conduzir o raciocinio critico, o pensar sobre os problemas humano e por si só, leva-lo a pensar sobre a sua própria condição, questionando as coisas e não aceitando sem questionar as razões pela qual essas coisas são de um jeito e não de outro.

    Em suma, leva-lo a pensar criticamente e a discutir o que pensa sobre o assunto, numa situação dialogica e realmente politizadora pautada não, somente no conhecimento, mas na critica à realidade vivida da qual faz parte.

    Então, primeiramente, devemos considerar a necessidade de consolidar a alfabetização funcional dos individuos, pois estudos atuais indicam que é preciso uma boa escolaridade na formação de usuarios da linguagem escrita e oral capazes de fazer dela multiplos usos para expressar a própria subjetividade, buscar informações, planejar e controlar processos e aprender novos campos de conhecimento.

    O objetivo do texto é apresentar o impacto dos estudos sobre as práticas alfabetizadoras na EJA. Portanto, o que se entende é que a alfabetização nessa modalidade de ensino transcede a mecanica do ler e do escrever, ou seja, a alfabetização é um processo historicosocial multifacetado, envolvendo a natureza da língua escrita e as práticas culturais de seus usos.

    Alfabetizar não é só ler, escrever , falar sem uma prática cultural e comunicativa, uma política cultural determinada. Assim, a concepção de alfabetização tem se ampliado no cenário socioeducacional, estimulando as prátticas escolares diferenciadas , uma vez que tais questões, de uma forma ou de outra, chegam à escola.

    Consequentemente, a escola precisa pensar a alfabetização desses alunos como processo dinamico, como construção social, fundada nos diferentes modos de participação dos alunos de EJA nas prática culturais de uso da escrita e da leitura, transcendendo a visão linear fragmentada e descontextualizante presente nas salas de aula, onde se ensina/aprende a ler e a escrever

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  65. Vamos dá uma rapida olhada nas políticas públicas da Educação de Jovens e Adultos(EJA), através desse texto postado.

    As Políticas Públicas da Educação de Jovens e Adultos(EJA)


    A EJA constitui uma temática prioritária para as políticas públicas contemporâneas no Brasil.

    Sua prática e seus discursos estão sujeitos a contínuos debates, pois refletem as encruzilhadas de convicções que se opõem, de retóricas que se encontra no sinal amarelo da ambiguidade, de ações que se justapõem, e por ai afora...

    Entretato,a educação de pessoas jovens e adultas merece, cada vez mais, que se a estude e que se adense o compromisso de reconstrui-la a cada dia. Principalmente, porque sua história é uma sequencia de vícios sutis. As tantas críticas que lhe foram endereçadas não conseguiram mudar o rumo de sua historia.

    Por outro lado, verificamos que as políticas públicas oficiais tem sido mais oficiais do que públicas. Quantas iniciativas de EJA de especial significado e relevância se dão no nossso espaço social e são desdenhadas. Mas, do que a ninguem cabe ao educador de jovens e adultos posicionar-se ante a possibilidade que o exercício profissional lhe proporciona, além de construir e avaliar a experiência de cada dia: o poder de recriar a própria instância institucioal.

    Prover a visualização de EJA no Brasil sob a ótica da evolução de sua arqumentação política e materialização institucional e organizacional, dando oportunidade ao questionamento e a projeçãop do sentido e da complexidade das intervenções no campo da formação do adulto dentro da realidade brasileira.

    Temos de reconhecer, de um lado, que jovens e adultos são cognitivamente, capazes de aprender ao longo de toda a vida e que as mudanças nas políticas e nos aspectos economico, tecnologico e socioulturais impõem a aquisição constante de conhecimentos pelos individuos de todas as idades.

    Para Feire, o processo de conscientização funcionaria no contexto da educação popular sem separar teoria e prática, fazendo do ato de educar uma atitude política em que se discute o conteúdo, o ensino relacionando-se com aquilo que o educando vivencia em seu cotidiano, a fim de que a aplicabilidade do conhecimento, principalmente, no tocante a crítica e ao questionamento que os problemas e exigências de EJA enfrentam no cenário brasileiro contemporâneo.

    Contudo, o lugar de EJA pode se entendido como marginal ou secundário, sem maior interesse do ponto de vista da formulação política e da reflexão pedagogica, quando a abordagem do fenomeno educativo é ampla e sistêmica, merecendo maiores atenções quanto a sua historia pelas políticas públicas.

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  66. Continuando o texto : As Políticas Públicas da Educação de Jovens e Adultos(EJA)

    A EJA é necessariamente, considerada como ponte integrante da historia da educação em nosso país, como uma das arenas importantes, onde se empreendem esforços para a democratização do acesso ao conhecimento.

    Paulo Freire foi exilado, mas continuou a desenvolver no exterior sua proposta de alfabetização de adultos conscientizadora, utilizando palavras geradoras que, antes de serem analisadas do ponto de vista das políticas públicas, serviram para sugerir a reflexão sobre o contexto existencial dos jovens e adultos analfabetos, sobre as causas de seus problemas e as vias para sua superação.

    A EJA , como já dissemos transborda os limites tradicionais da educação e exige dos profissionais a perspicácia e crença no trabalho de formação ampla dos educandos, formação crítica e política, formação para a vida democrática que, em si, exige participação diante do conflito de interesses, formação para a vida numa sociedade em constante transformação e que pressupõe flexibilidade de seus atores para enfrentar diferentes situações. Enfim, acreditamos e afirmamos que a EJA não pode ser considerada uma modalidade educacional neutra.

    Em suma, num primeiro momento o objetivo principal desse texto é mostrar, através das políticas públicas brasileiras, que as escolas que adotam a EJA, os educandos estão realizados em seus interesses e perspectivas, tendo como pano de fundo o desenvolvimento no senso de autonomia, para enfrentar as transformações do mundo moderno.

    Desta forma, o que foi exposto ate aqui nos permite afirmar que a EJA, ainda não atingiu um "corpo específico de conhecimento", mas sim "um âmbito de conhecimento", um espaço que se articula, se constrói e se reconstrói no encontro de diferentes disciplinas. Portanto, situar-se no tempo é um requisito fundamental para a analise crítica a EJA. É neste sentido, pois que se justifica a reconstrução da prática da educação de adultos e a revisão de suas conotações, da sua argumentação e da sua evolução institucional(política e organizacional) em cada contexto.

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  67. Postarei um texto que fala da emoção e das práticas pedagógicas dos alunos jovens e adultos.


    Emoção e Práticas Pedagógicas na Educação de Jovens e Adultos(EJA)


    Há décadas que se buscam métodos e práticas adequadas ao aprendizado de jovens e adultos. Por isso, a alfabetização não pode se fazer de cima para baixo, nem de fora para dentro, como uma doação ou uma exposição, mas de dentro para fora pelo próprio analfabeto, somente ajustado pelo educador. Esta é a razão pela qual procuramos um método que fosse capaz de fazer os alunos de EJA sentirem maior emoção no seu aprendizado.

    Por essa razão, não acreditamos nas cartilhas que fazem uma montagem como doação sinalizada e que reduzem o analfabeto mais à condição de objeto de alfabetização, do que de sujeito do seu próprio processo de aprendizagem.

    E, ao acontecer esse processo de aprendizagem, a emoção do aluno de EJA passa a ter uma experiencia afetiva que aparece na sua vida de maneira brusca e que é desencadeada por um objeto ou situação excitante, que provoca muitas reações motoras e glandulares, além de alterar o estado afetivo.

    Paulo Freire, sempre esteve convencido da capacidade inata dessas pessoas, pois já fizera experiencia nos dominios visual e auditivo, enquanto elas aprendiam a ler e escrever. Contudo, ainda assim, faltava o estímulo para evocar o interesse pelas palavras e sílabas em pessoas analfabetas. Faltava a "consciência" dos termos individuais.

    A experiencia mostra que não é suficiente começar com uma discussão intensa da realidade. Analfabetos são fortemente influenciados por suas falhas na escola e em outros ambientes de aprendizagem. A fim de reduzir esses obstáculos e provocar um impulso motivador, as práticas pedagógicas necessitam reconhecer e aproveitar as habilidades desses alunos em seus ambientes particulares. Pois, sabemos que a emoção é um estado mental e fisiológico associada a uma ampla variedade de sentimentos, pensamentos e comportamentos. Trata-se, portanto, de um primeiro fator determinante do sentimento de bem-estar subjetivo desses alunos, que vai desempenhar um papel central em suas atividades humanas.

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  68. Continuando o texto: Emoção e Práticas Pedagógicas na Educação de Jovens e Adultos(EJA)


    As pessoas se comportam de certo modo como um resultado direto de seus estados emocionais, como chorando, lutando, rindo e gritando. Ainda assim, se podem ter a emoção sem o correspondente comportamento, então nós podemos considerar que a emoção sentida por esses alunos de EJA ao despertarem para o mundo do letramento, não é apenas o seu comportamento e muito menos que o comportamento não é a parte essencial da emoção. Há, também a cognição, onde a emoção cognitiva é aquela que sentem e sabem definir o porque de senti-la. Um bom exemplo é quando esses alunos começam a escrever e a soletrar as primeiras letras do seu nome. Provavelmente, sua emoção torna menos se não soubessem ainda a escrever e a ler as primeiras letras do alfabeto.

    Sendo a avaliação cognitiva importante, pois através dela podemos aprender a controlar uma determinada emoção.

    Precisamos entender que a razão não sobrevive sem a emoção, e a emoção, por sua vez, precisa da razão para viver as práticas pedagógicads que são oferecidas no contexto da sala de aula.

    O texto norteia a identificação, descrição e analise das dimensões afetivas na mediação pedagógica em sala de aula, durante o desenvolvimento das atividades educacionais, dando enfase nas relações que se estabelecem na mediação do professor entre alunos e os objetivos de conhecimento.

    As dimensões emocionais que são sentidas por esses alunos ao descobrirem seu aprendizado, não podem mais ser ignoradas pelas demandas educacionais e devem ser repensadas, pelos professores, no seu planejamento educacional, consistindo em uma interação de sucesso ou de fracasso.

    O texto construido é relevante ao aspecto emocional e as práticas pedagógicas que vivenciam os alunos de EJA e, me faz pensar se por um lado existem os que ainda acreditam na educação como forma de diminuir a exclusão, por outro lado penso como devemos trabalhar com todos aqueles que estão incluídos na escola, mas que perderam o interesse em aprender, não por falta de bons professores, mas influenciados por uma cultura onde aprender leva a diploma e não necessariamente a conhecimento.

    É importante, o entendimento e as melhorias nas práticas pedagógicas, de que a natureza de visibilidade das emoções apresentadas por esses alunos seja instrumento valioso para que os educadores possam "ler", nas manifestações dos alunos de EJA, o que esta acontecendo com eles no ato de aprender.

    A partir desse conhecimento é que as relações afetivas tomam um cenário de importancia, pois sera através dela que a vinculação com o ato de aprender, em meio a diversidade, pode viabilizar as aprendizagens necessarias para que os aprendizes façam boas escolhas nesses tempos de incertezas e difetrenças.

    O fato de se conhecer os sentimentos que são expressos pelas emoções nos auxiliam na busca de situação que ajudem a melhorar, a aprendizagem dos alunos de EJA, como parte da humanidade e de um sistema muito maior.

    Considerando que as emoções são contagiosas, e até epidemicas, encerro o texto desejando que tanto os professores e alunos se sentissem mais emocionados para a tarefa do educar/aprender.

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  69. Vamos entender como é o começar de um leitor, através desse texto.

    O Leitor

    Assim começa, sem a pompa dos grandes leitores, mas com uma vitalidade já pela aquisição das leituras, os nossos futuros leitores.

    É função do leitor interpretar e entender a historia. Porém, ele conta com a função do autor de criar um mundo alternativo, com personagens e cenários que despertam o gosto pela história.

    Entretanto, a noção de boa leitura enfoca sempre a amabilidade do seu conteúdo. Seja na própria composição do tópico, ou no seu aprofundamento, na discussão, na interpretação ou na compreensão que a obra transmite ao leitor.

    Os fundamentos básicos não podem ser completamente abandonados na avaliação que o "leitor medio" faz de uma obra. Qualquer elemento que desequilibre essa harmonia, seja na leitura ou no próprio pensamento do leitor, leva este ao registro imaturo de polemizar o conteúdo textual da obra.

    Assim, um leitor cada vez mais domesticado e letárgico será levado ao artificio da moderação, através do comportamento, do pensamento, da opinião e, até mesmo, abandonando a obra, num primeiro momento.

    Entretanto, para um leitor que não possua o conhecimento do vocabulo, ou descuidado, a obra utilizada passaria por correta.

    A palavra seria substituida por seus pensamentos, opiniões e ideologias. Dentro de um contexto que envolve o leitor, a noção da obra entendida e interpretada pasaria por uma verdade, ao condicionamento de pensar e agir, conforme a opinião do leitor.

    O essencial não é saber interpretar o que o autor quer dizer, mas saber raciocinar sobre a tolerancia aplicada na mente do leitor. Diante de suas ideias opostas, ao invés de taxar, classificar imediatamente, a obra de ruim.

    O leitor ideal é aquele que presta atenção nos argumentos oferecidos e, depois confronta-os com sua opinião, sua individualidade, sem se importar com as correntes de pensamentos, a postura adotada pela vida, que comanda a maioria absoluta da humanidade.

    O texto é caracterizado por sua textualidade, ou seja, a unidade de sentido que um conjunto de palavras encerra. Portanto, um bom texto deve ter unidade temática e estrutural, a fim de prende a atenção do leitor.

    A consequencia desta pluriformidade da leitura educa o leitor no sentido de o despertar para uma existencia, com a participação do texto, ou seja, ao que torna ou apresenta como verdadeiro, apenas na possibilidade da sua existencia e sentido como atividade lúdica e de efeitos catárticos e educativos, colocando o autor e o leitor num diálogo que, na esteira provocam a ética, estetica e a metafisica da leitura.

    A relação entre o livro, a leitura e o leitor como o autor são assim, infindaveis.

    O leitor deixa de ser figura inexistente do fato literario e, traça nele toda a produção da literatura.

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  70. Continuando o texto: O Leitor


    Ainda que neste, a dimensão de um ensino centrado numa noção economicista da educação possa impedir à "subversão da leitura e da criação", como referia Paulo Freire, num mundo cada vez mais interessado no utilitarismo materialista e na competitividade. Ora, se é verdade que precisamos não esquecer que o mundo caminha para uma cada vez mais especialização, é necessario ter em conta um mundo com mais leitores, com cárater interativo das atividades suscitadas nos textos. Assim, circularemos entre o sujeito e o objeto numa representação que mais dissesse ao mundo pessoal do leitor.

    Nesse universo ao mundo do leitor pretendemos, com a ação incentivar nos jovens estudantes o prazer da leitura, demonstrando a existencia de multiplas estrategias de motivação para a leitura, desde cedo na vida desses leitores. Para isso, inferir a importancia suprema do papel dos pais e da escola para a formação de leitores.

    No mundo todo, crianças que vivem em ambintes alfabetizadores, ou seja, aqueles em que as pessoas fazem uso regular do ato de ler tem a oportunidade de conbstruir esse conhecimento. Daí, a importancia de iniciar esse trabalho ainda na Educação Infantil.

    Além, de aproximar as crianças do mundo letrado, a leitura alimenta o imaginario e incorpora essa experiencia à brincadeira, ao desenho e as historias que todos os pequenos gostam de contar. Isso é mais uma prova de que é possível formar leitores desde muito cedo.

    À frente de uma verdadeira revolução silenciosa, que raramente, vira noticia, projetos de incentivo à leitura vem se multiplicando em todo o Brasil.

    Enfim, esses projetos transformam milhares de crianças, jovens e adultos em leitores, sempre com muito prazer.

    Quem descobre prazer numa boa obra literaria, nunca mais para de ler, e através disso, forma um leitor compulsivo.

    O ato de ler não faz mal nenhum, só faz bem para o cérebro e traz ao leitor novas experiencias.

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  71. RESUMO: Do estudo das concepções infantis de tempo, espaço, causalidade fisica, movimento e velocidade, Piaget criou um campo de investigação que denomina epistemologia genetica, isto é, uma teoria do conhecimento centrada no desenvolvimento natural da criança. Segundo ele, o pensamento infantil passa por quatro estagios, desde o nascimento até o inicio da adolescencia, quando a capacidade plena de raciocinio é atingida.

    VAMOS ENTENDER ESSAS CONCEPÇÕES PIAGETIANAS:


    Concepções de Jean Piaget

    O desenvolvimento intelectual depende da interação social e da experiencia social sendo que Piaget considerou a interação social como uma das quatro variaveis primaria do desenvolvimento, o que equivale a dizer que o conhecimento social não pode ser construido sem a interação com os outros e as pessoas são a única fonte possivel do material necessario à construção do conhecimento social. Em todos os niveis, o egocentrismo intelectual (cognitivo e afetivo) é fundamentalmente posto em xeque em função do confronto com as ideias de terceiros. Embora, a construção do conhecimento ocorra na mente da criança, ele ocorre em um contexto social sempre necessario para que qualquer construção aconteça.

    A criança , quando confrontada com um novo estimulo, tenta assimila-lo a esquemas já existentes.

    Algumas vezes, isto não é posdivel. Ocasionalmente, um estimulo pode não ser incorporado ou asimilado, porque a estrutura cognitiva não possui um esquema no qual ele prontamente se encaixe. As caracteristicas do estimulo não se aproximam daquelas requeridas por qualquer dos esquemas disponiveis da criança. Portanto, a acomodação, para Piaget é a criação de novos esquemas ou a modificação de velhos esquemas. Ambas as ações resultam em uma mudança na estrutura cognitiva de esquemas ou no seu desenvolvimento.


    Ocorrida a acomodação, uma criança pode tentar assimilar o estimulo, novamente. Uma vez modificada a estrutura cognitiva, o estimulo é prontamente assimilado, sendo a assimilação, o produto final. Não é esperado do aluno, que esteja assimilando e acomodando, ativamente, que desenvolva esquemas que assumam uma forma particular. Nas concepções de esquemas, aqui usadas, esta implicita a ideia de que os esquemas são construidos sobre as experiencias repetidas. Eles refletem o nivel atul do aluno, da compreensão e do conhecimento ao mundo e são por ele construidos. As construções, os esquemas, não são copias exatas da realidade. Suas formas são determinadas pela assimilação e acomodação da experiencia e, com o passar do tempo, elas se tornam cada vez mais proximas da realidade.

    Importante notar que, para Piaget(1999, p. 19-20), nenhum comportamento é só acomodação. Todo comportamento reflete ambos os processos, embora alguns comportamentos expressam, relativamente, mais um processo do que o outro. Por exemplo: o que geralmente se conhece como um jogo é tipicamente mais assimilação do que acomodação.Por outro lado o esforço do aluno de imitação dos outros são, usualmente, mais um ato de acomodação do que de assimilação.

    Desta forma, Piaget entendeu que os processos da assimilação são necessarios para o crescimento e o desenvolvimento cognitivo. De igual importancia são para Piaget(1999, p.20), as quantidades relativas de assimilação e de acomodação que ocorrem. Por exemplo, imagine-se o resultado, em termos de desenvolvimento mental, de uma pessoa que só assimilou estimulos e nunca fez acomodações. Essa pessoa acabaria com uns poucos esquemas amplos e seria incapaz de detectar diferenças nas coisas. A maioria delas seria vista como similar.

    Piaget(1999, p. 20) chamou o balanço entre assimilação e acomodação de equilibrio. Sendo este o mecanismo auto-regulador, necessario para assegurar uma eficiente interação do aluno com o meio ambiente.

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  72. Continuação do texto: Concepções de Jean Piaget

    O equilibrio , por sua vez é uma condição necessaria pela qual o organismo luta constantemente. O organismo, finalmente assimila todos os estimulos ou eventos, com ou sem acomodação. Isto resulta em equilibrio, que, pode ser visto como um estado de "balanço" cognitivo que é alcançado no momento da assimilação. Obviamente, o equilibrio relacionado a qualquer estimulo particular pode ser uma ocorrencia temporaria, na medida em que as estruturas ou esquemas estão, constantemente, experimentando desequilibrio e mudanças, mas para Piaget(1999, p. 22) é importante o avanço do desenvolvimento e da adaptação.

    O proprio Piaget(1999, p.23), coloca que qualquer coisa pode ser assimilada por um aluno. Os esquemas que ele usa podem não estar em harmonia com os do adulto, mas do modo como o aluno organiza os estimulos na sua estrutura cognitiva, teoricamente, sempre apropriado ao seu nivel de desenvolvimento conceitual. Para ele, não há organização errada. Há apenas organizações cada vez mellhores, à medida que o desenvolvimento intelectual avança. Pode-se dizer, então, que um aluno a experienciar um novo estimulo ou um velho, outra vez, tenta assimilar o estimulo a um esquema existente. Se ele for bem sucedido, o equilibrio, em realação aquela situação estimuladora particular é alcançada no momento. Se o aluno não consegue assimilar o estimulo, ele tenta fazer acomodação modificando um esquema ou criando um esquema novo, quando isto é feito, ocorre a assimilação do estimulo e, nesse momento o equilibrio é alcançado.

    Sob o ponto de vista conceitual é desta maneira que se processam o crescimento e o desenvolvimento cognitivo em todas as suas fases. Do nascimento até a fase adulta, o conhecimento é construido pelo individuo, sendo os esquemas do adulto construido a partir dos esquemads da criança. Na assimilação, o organismo encaixa os estimulos à estrutura que já existe na acomodação, o organismo muda a estrutura para encaixar o estimulo. O processo de acomodação resulta numa mudança qualitativa na estrutura intelectual que são os esquemas, enquanto que a assimilação somente acrescenta a estrutura existente uma mudança quantitativa. Assim, assimilação e acomodação uma coordenação cumulativa, diferenciação, integração e construção constante explicam o crescimento e o desenvolvimento das estruturas cognitivas e do conhecimento.

    A criança acredita que todos pensam como ela. Como resultado, nunca questiona seus proprios pensamentos, pois eles são , ate onde lhe concerne, os unicos pensamentos possiveis e, consequentemente, devem ser corretos. A criança pre-operacional não reflete sobre os seus proprios pensamentos. Assim, ela nunca esta motivada para questiona-los, mesmo quando confrontada com evidencia que são contrarias ao seu pensamento. Quando ocorre uma contradição, a criança egocentrica conclui que a evidencia deve estar errada, pois seus pensamentos são corretos e lógicos(Piaget,1973, p.30).

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  73. Terminando o texto: Concepções de Jean Piaget



    A interação social com os parceiros de grupo e a presença do conflito dos proprios pensamentos com os outros, eventualmente, obriga o aluno a questionar e a verificar os seus pensamentos. A verdadeira fonte de conflito, a interação social vem a ser fonte de verificação do aluno. Portanto, o grupo de interação social entre colegas é um fator fundamental para dissolver gradativamente o egocentrismo cognitivo.

    Como o aluno não questiona seus proprios pensamentos, os esquemas tem menos possibilidade de mudanças, por meio da acomodação. Embora, o egocentrismo limite o desenvolvimento cognitivo durante o nivel pre-operacional, ele é uma parte natural e essencial deste nivel, bem como fase inicial de qualquer caracteristica cognitiva recem-adquirida. É preciso ser egocentrico no pensamento antes de poder supera-lo. (Piaget, 1973, p.42).

    Piaget argumentou , portanto, que todo comportamento apresenta ambos os aspectos: o afetivo e o cognitivo. Para Piaget não há comportamento cognitivo puro, como não há comportamento afetivo puro, o aluno que "gosta" da materia não tem dificuldade de progredir. Em cada caso, o comportamento é influenciado pela afetividade. É impossivel encontrar um comportamento oriundo, apenas da afetividade, sem nenhum elemento cognitivo. É igualmente, impossivel encontrar um comportamento composto somente de elementos cognitivos (Piaget, 1981, p.2).

    Na obra de Piaget(1999, p.4), há tom insistente sobre a importancia dos objetivos a longo prazo, quando mostra o valor adaptativo da maturidade intelectual, moral e socioafetiva. Estes valores não são arbitrarios ou de gosto pessoais tirados de um "poço de virtudes", mas são tirados de investigações e de teorias acerca do desenvolvimento das especies e do imdividuo. Assim, é preciso conceber os objetivos da educação dos alunos no contexto de objetivos em longo prazo, pois visam o desenvolvimento de toda personalidade, com uma tonica particular sobre a autonomia intelectual e moral.


    Enfim, a pratica educativa é afetividade, alegria, capacidade cientifica e dominio tecnico. A pratica pedagogica estritamente humana não pode ser fria, sem alma, em que os sentimentos e emoções, os desejos, os sonhos devam ser reprimidos, nem tampouco podem ser destituidos do caráter intelectual.

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  74. Hoje, vamos falar da "luz" interior que desperta a cada momento ao mundo de novos conhecimentos da criança na primeira infancia.



    Uma Luz ao Mundo do Conhecimento


    O texto apresenta uma preocupação ao mundo do conhecimento das aprendizagens com uma "luz' que permeia para as novas formas de tornar eficaz e prazeroso o processo de alfabetização na Educação Infantil.

    A postura , a segurança e o comprometimento do professor serão as bases promissoras que as praticas pedagogicas preencheram espaços num ambiente alfabetizador.

    É fundamental que o professor considere toda a "luz" da riqueza cultural infantil, que o aluno da primeira infancia traz consigo para a escola.

    A proposta aqui apresentada no texto são os aspectos lúdicos na aula que abre 'portas' para as transformações de mundo do conhecimento, e buscsa novas formas eficaz e prazerosa ao mundo do aluno alfabetizado.

    São objetivos primordiais ao mundo do conhecimento do aluno de alfabetização estimular as capacidades de cada criança, e favorecer a sua formação e o seu desenvolvimento, equilibrando todas as suas potencialidades, e assim, contribuindo para estabilidade e segurança afetiva da criança.

    Com uma "luz" ao desenvolvimento da sociabilidade da criança, o desenvolvimento da sua capacidade de expressão e comunicação, assim como a imaginação criativa e a estimulação da atividade ludica estarão presente em todo o processo do conhecimento.

    A educação infantil é uma etapa necessaria para a criança, porque é umsa experiencia de socialização com outras crianças e, tambem é nesse periodo que ela adquire a "luz" ao mundo do conhecimento infantil; ferramenta que ajudara muito em todo o seu processo de ensino/aprendizagem, posteriormente.

    O brincar para a criança em idade pre escolar é essencoial para a sua formação de identidade, de inteligencia e de personalidade da criança, alem de ser fundamental para a apropriação efetiva na fase de alfabetização.

    A criança , enquanto brinca se apropria dos instrumentos da cultura humana, pois aprende os seus usos e explora utilizando o "faz de conta", para alem do uso materializado no mundo do conhecimento infantil.

    É, nas brincadeiras na educação infantil que a criança adquire aquela "luzinha" no fundo do poço de seu conhecimento, e constroi o desenvolvimento das maximas capacidades infantis, e no futuro desenvolve suas funções psiquicas superiores, caso haja uma educação adequada e uma pratica intencional que se constitua, enquanto atividade para a criança.

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  75. Continuação do texto: Um Luz ao Mundo do Conhecimento.


    A educação infantil, desde a mais tenra idade, se torna um elemento essencial para o desenvolvimento da consciencia e da personalidade organizada e dirigida pelo adulto(professor). Portanto, o professor da educação infantil precisa pensar o brincar como uma "luz" ao conhecimento no mundo infantil da alfabetização, como uma atividade que promova o desenvolvimento da criança, não apenas como uma mera atividade de recreação. Para tanto, é importante ficar atento e escutar a criança em todas as suas linguagens e não apenas na linguagem oral.

    Fazendo-se necessario, que o professor tenha uma ação intencional com suas atividades pedagogicas, e que o brincar faça parte de sua rotina.

    Essa "luz" que buscamos , como fenomeno natural que pode ser reproduzida na sala de aula, por meio de uma simples simulação referencial do ensino/aprendizagem tem o proposito de tornar mais facil para o aprendiz da primeira infancia compreender o fenomeno e as propriedades educacionais envolvidas.

    No processo de alfabetização é importante garantit, alem da aprendizagem no seu sentido estrito, uma aprendizagem que possibilite um aprofundamento da experiencia da criança em seu sentido mais amplo, que envolve não somente o intelecto, mas também os sentidos e as emoções.

    Acreditamos que o ensino pode tornar-se mais efetivo na medida em que haja uma tomada de consciencia, por parte dos idealizadores dos modelos pedagogicos. Além disso, se a apresentação da simulação possibilitar que a tomada de consciencia se estenda ao aluno, a efetividade da alfabetização sera ainda maior.

    Mergulhando na corporeidade e ludicidade à "luz" do conhecimento na educação infantil, o texto permeia analisar a pratica de intervenção do professor, a valorização da ludicidade e da corporeidade da criança no processo de ensino/aprendizagem no âmbito da alfabetização infantil.

    A criança aprende aquilo que vive e a melhor forma de educar é lhe propiciar um ambiente saudavel com a educação escolar, discutindo à "luz" da teoria do conhecimento, tendo como objetivo do brincar como uma linguagem propria da criança, e portanto, essencial para seu desenvolvimento.

    Atualmente, os profissionais da educação reconhecem o brincar como uma atividade que favorece a aprendizagem e o desenvolvimento da criança. Embora, a pratica educativa demonstra que não tem sido explorada a dimensão criativa do brincar, que é a sua essencia.

    A "luz" no mundo o conhecimento infantil esta presente no brincar, associado à educação da criança que deve permitir espaços concretos de criação, de busca pelo saber, enfim, pensar na aula como uma obra de arte em que os artistas: professores e alunos, frente ao conhecimento consigam transformar em algo novo e oferecer isto à apreciação de um outro mundo do conhecimento. Assim, iluminando e apoiando todo o elenco do grande palco da vida ao mundo do conhecimento pelo aluno da alfabetização infantil. Portanto, o brincar pode abrir um espaço para que a criança possa falar em nome proprio e de si mesma, a partir da "luz", ou de uma soma de pequenas situações cotidianas, que mudam as direções de nossas vidas.

    Concluindo o texto, deixo aqui uma reflexão à ser feita pelos profissionais da alfabetização infantil: "o que precisamos é "LUZ" para iniciar o processo de aprendizagem e mergulhar no meio, em busca do conhecimento, da compreensão, da habilidade e da sabedoria como pilares de grande importancia para à Educação Infantil."

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  76. O texto relata a importancia da leitura para a Educação de Jovens e Adultos(EJA), com a finalidade de preparar esses alunos para interagirem numa sociedade letrada.



    A Importancia da Leitura para Educação de Jovens e Adultos(EJA)


    A leitura é um testemunho da palavra escrita em assim sendo, uma atividade extremamente importante para o homem na sociedade.

    O inicio do processo de aprendizagem da leirtura, pelos alunos jovens e adultos devem diferenciar visualmente cada letra impressa, percebendo e relacionando este símbolo gráfico com seu correspondente sonoro. Entretanto, para que haja leitura não basta apenas a decodificação dos símbolos, mas a compreensão e a análise crítica do texto lido.

    Infelizmente, quando não há compreensão por parte desses alunos de EJA, do que foi lido no texto, esta leitura deixa de ser interessante, prazerosa e motivadora.

    O fundamental desse ato de leitura esta no descobrimento as novas ideias que vão surgindo, o prazer que a pessoa sente a cada história desvendada.

    Diante, dos livros assumimos varios papeis, nos apaixonamos constantemente. Isso gera um benefício imensuravel na vida de qualquer pessoa.

    É preciso que todos se conscientize da importancia da leitura na relevancia da formação de leitores, mais do que isso, é necessario que todos os alunos de EJA possam gerenciar, votar e tomar as rédeas de suas vidas.

    Compete aos professores as ações que possibilitem os alunos a desenvolverem o gosto pelos livros, a fim, de entender a vida, conhecer diversidades, pluralidades, singularidades como tudo ao seu redor.

    Quando a pessoa se dedica ao fantástico mundo da leitura, além de se dá ao prazer de desbravar os quatros cantos do universo, ela se permite uma condição de cidadão atuante e crítico no mundo.

    O texto aborda, como enfoque principal, as práticas do ensino de leitura na EJA. Tendo como ferramenta a metodologia e as práticas pedagógicas para o veículo na formação de cidadão consciente de sua própria função na sociedade.

    Essa conscientização de se repensar as metodologias e as prátticas pedagógicas aplicadas na aula, pelo professor dessa modalidade de ensino sera de suma importancia para a leitura, a fim de que, o objetivo de conhecer e de analisar os métodos empregados, referentes ao ensino de leitura, aplicada na EJA, com a finalidade de propiciar a prática de leitura, na escola, onde o aluno constroi o significado do texto, bem como analisa e compreende as ideias que se manifestam, através da interação do leitor/texto/autor tem a figura do professor como mediador de todo o processo.

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  77. Continuando o texto: A Importancia da Leitura para Educação de Jovens e Adultos(EJA)


    As estratégias de leitura usada nas práticas pedagógicas para fazer da leitura uma atividade prazerosa são compostas de afeto, atenção e comprometimento com a prática utilizada na sala de aula de EJA.

    Ao utilizarmos essas estratégias de leitura, o caminho torna-se mais fácil. E, o uso dos novos métodos pode fazer das aulas de leitura, uma atividade mais interessante, lúdica e participativa, onde os alunos aprendem a língua com mais facilidade, já que vão interagir com os textos apresentados para serem trabalhados.

    Uma vez, com o domínio da leitura, esses alunos de EJA encontram o caminho para a possibilidade de estruturação ao vocabulario, com mais coerencia e coesão.

    Os professores devem investir na funcionalidade da leitura. Ainda, mais quando o aluno provem de classe menos favorecidas socioeconomicamente e não tem acesso facil ou nenhum aos livros e aos textos. Sendo de grande importancia o papel do professor em fornecer a maior diversidade de textos: quadrinhos, revistas, jornais, bulas, cartazes, bilhetes, poemas, contos, etc. Com isso, facilita o acesso desses alunos ao mundo da leitura.

    O hábito da leitura dispensa a sistematização do ensino de regras gramaticais , e faz o aluno depreende-la do contexto de maneira mais agradavel. Não esquecendo nunca, que o envolvimento do professor é a base desse processo, pois, com isso, os resultados obtidos numa classe de EJA com a leitura serão os melhores.

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  78. Término do texto: A Importancia da Leitura para a Educação de Jovens e Adultos.

    Paulo Freire, nos recorda que a leitura do mundo precede a palavra, com isso nos mostra por meio de sua experiencia, de quando nos primeiros anos aprendeu a ler em sua própria residencia, rodeada de árvores e animais. Aquele mundo era o mundo de suas primeiras leituras(Freire, 1997,p.3).

    Podemos elencar que vivemos um momento de grandes despolitização, mesmo assim, em sua última obra, Freire continua afirmando que os seres humanos são seres transformadores, capazes de adaptarem-se a concretude para melhor operar. Em sua análise as transformações do tempo(revolução tecnológica e aceleração da vida), trazem a necessidade de interagir com o novo. Nesse propósito faz-se necessário ter um posicionamento crítico de natureza política e ideológica, frente às mudanças e o posicionamento do autor e em favor da construção e aperfeiçoamento da verdadeira democracia. E, nesse caminhar o texto propõe mostrar a importancia que a leitura faz na vida do cidadão. No caso específico, dos alunos jovens e adultos buscando contribuir para a prática cotidiana do professor e dos alunos que se encontram na sala de aula, numa relação de ensino/aprendizagem com os métodos empregados na prática de leitura.

    Concluimos , que só existe um caminho que conduz a eficácia do uso das práticas pedagógicas sociais de leitura: a criação e implementação das políticas públicas e programas que possibilitem o aprimoramento das práticas pedagógicas dos profissionais que trabalham na EJA.

    É necessario incentivar os alunos de EJA para a leitura. E, assim, pensarmos que o desenvolvimento de um projeto que vise o incentivo da leitura para esses alunos vai contribuir, a fim de que, resultados positivos sejam alcançados. Porém, é importante que se conheça o perfil desses alunos e suas necessidades e interesses básicos, para que assim, as leituras trabalhadas tenham um significado prático na vida dos alunos.

    É preciso, também mostrar a importancia da leitura na vida cotidiana dos mesmos, com exemplos de situações, onde se evidencie a importancia do ler.

    Um dos principais incentivos para o projeto de leitura é conscientizar os professores de que deve incentivar os alunos a ler. Realizar e solicitar trabalhos em sala de aula. Pois, temos conhecimento do público de EJA, que tem como uma das maiores dificuldades a volta ao estudo e a falta de tempo.

    É muito importante a conscientização desses alunos, de que ler é uma forma de sonhar, conhecer, aprender, imaginar, refletir, questionar, sendo assim, de participar mais efetivamente, daquilo que acontece na sociedade, na escola e na família.

    A importancia da leitura para a EJA reflete a preocupação de educadores, mas percebemos que são poucas as pesquisas que dão atenção para EJA, quando se trata da formação de leitores. Portanto, temos conhecimento que se incentivarmos a prática de leitura na modalidade de ensino de EJA, superamos as marcas de exclusão, promovendo a entrada destes leitores , neste universo cultural com direito democratico. Dando assim, espaço e lugar a ampliar o universo cultural dos alunos jovens e adultos.

    Para finalizar a abordagem do texto convido a todos fazermos juntos uma reflexão a seguinte frase: "os livros são janelas abertas para o mundo e para realização do cidadão!"

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  79. O texto de hoje fala da importancia da escrita para os alunos de Educação de Jovens e Adultos(EJA)como uma prática na vidas desses individuos.


    Escrita: uma pratica na vida do aluno de Educação de Jovens e Adultos (EJA)




    Os pressupostos teóricos de Vygotsky (1998), cuja contribuição tem sid